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Na medida em que você vai se identificando com os assuntos, opine a respeito, se manifeste, não tenha medo de errar, pois a sua opinião é de suma importância para o funcionamento e a real função deste espaço, qual seja, a de levar a todos o pensamento e a reflexão.

O diálogo sobre o que é escrito aqui e sobre o que vem acontecendo ao nosso redor é muito mais valioso e poderoso do que podemos imaginar.

Portanto, sinta-se em casa, leia, informe-se e opine. Estou aqui para opinar, dialogar, debater, pensar, refletir e aprender. Faça o mesmo.

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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Sabia dessa.


Adornaria: Microempresa converte parte seu lucro em doação para ONGs de proteção animal.


O trabalho que surgiu há três anos em Porto Alegre, vem ganhando um espaço merecido e já beneficiou milhares de cães e gatos que vivem em ONGS de proteção animal. 

Tudo começou com a ideia da empresária Andréa Matsdorf de produzir um acessório que retratasse com bastante fidelidade, seu bichinho de estimação. 

Surgiu através desse conceito, a Adornaria, empresa que produz peças exclusivas para cada espécie de animais, contribuindo com ONGS e abrigos de proteção Animal. 

Tudo isso porque, a política da Adornaria é de converter parte do lucro em ração para doação.
Além da contribuição efetiva através dos lucros, Andréa resolveu impulsionar ainda mais os donativos, colocando no site a opção direta de compra do produto. 

Possibilitando ao visitante do E-Comerce, a alternativa de somente doar para as ONGs.
A loja virtual que trabalha com joias no formato do seu bichinho de estimação, inicia a partir do mês de novembro, uma nova campanha solidária para ajudar  animais abandonados. 

A ideia é que além da doação de ração, os clientes possam doar uma castração aos animais da instituição contemplada naquele mês. 

E para doar não é necessário que o internauta adquira produtos da loja virtual, basta clicar na compra de ração ou castração e o valor será encaminhado pela empresa Adornaria.
Para visitar a Adornaria, entre no site www.adornaria.com.br e conheça esse trabalho de amor e solidariedade. 

post: Marcelo Ferla

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Dica do Blogueiro.


“A Última Gota” – Vanessa Barbosa – Editora Planeta.
Chega às livrarias de todo o país o livro “A Última Gota”, da jornalista especializada em Meio Ambiente e Energia Vanessa Barbosa. 

A obra é um verdadeiro tratado de como as autoridades estão abordando com descaso os problemas hídricos, no Brasil. E o pior ninguém fala ou sabe: estão injetando na natureza e dando para as pessoas venenos que os tratamentos deixam passar.

“A Última Gota”
Vanessa Barbosa
Editora Planeta
ISBN: 978-85-4220447-6
Não-ficção / brochura / 16x23cm / 248 páginas
R$ 34,90

Leia alguns relatos da autora:
"Por ano, cerca de mil novas substâncias químicas entram no mercado, incorporadas em novos produtos. Engana-se quem pensa que todas elas são testadas minuciosamente por um eventual potencial de perturbação endócrina no organismo dos seres vivos".
"Nos últimos 30 anos, tem crescido a suspeita de que a presença dessas substâncias na água pode estar associada a casos de infertilidade, especialmente em homens, e também à menstruação cada vez mais precoce nas mulheres, condições ainda sem explicação clara pela ciência".
"Temos um coquetel tóxico que se espalha no meio ambiente usando a água como principal meio de transporte. Essas micropartículas sintéticas expelidas em doses cavalares na natureza passam praticamente incólumes pelos atuais sistemas de tratamento de esgoto e água. É aí que o botão de emergência deve disparar".
A água não está acabando, nós é que estamos acabando com ela! A natureza, sozinha, não tem culpa pela torneira seca, como querem fazer crer os políticos. 

E São Paulo, com a maior economia do país e lar de mais de 20% da população brasileira, não está sozinha nessa crise.
O livro “A Última Gota”, traz um profundo trabalho de pesquisas, entrevistas e dados recolhidos pela jornalista Vanessa Barbosa, que mostra o drama da falta d’água e os problemas que comprometem a sua oferta, em qualidade e quantidade, nas grandes cidades do Brasil. 

Essa publicação da Editora Planeta mostra que parte da explicação da crise é suja e mal cheirosa. Faltam investimentos, projetos precisam sair do papel, as matas ciliares estão sendo invadidas e a natureza sozinha não consegue se regenerar na mesma velocidade que é destruída. 

E para complicar ainda mais, venenos poderosos são despejados nos nossos rios.
Para a autora, que tem um extenso currículo na área de sustentabilidade e energia, as conclusões são estarrecedoras e muito além do imediatismo da economia que devemos fazer para não faltar água: 

“É preciso agir rápido frente ao crescimento galopante dos desafios. 

Todos os anos, milhares de novos produtos químicos são produzidos e derramados em nossa água; muitos, com potencial de perturbar os hormônios dos seres vivos, passam incólumes pelos sistemas de tratamento”, explica Barbosa.
Em muitas regiões, cada gota a menos pode emergir como uma nova fonte de conflito. Estaremos preparados? 

“A Última Gota” é um livro atual e fundamental para nos alertar sobre o perigo da falta do líquido mais precioso para a vida.


Vanessa Barbosa é repórter especializada em Meio Ambiente e Energia do EXAME.com, o maior site de negócios e economia do país. 

Na sua abordagem dos fatos, busca sempre clareza e visão integrada ao tratar os problemas mais urgentes e dramáticos que afligem a humanidade. 

Formada em jornalismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com pós-graduação em Direito Ambiental e Gestão Estratégica da Sustentabilidade pela PUC-SP. 

Dedica-se em sua pesquisa de especialização ao estudo dos poluentes emergentes, substâncias químicas derivadas da moderna sociedade de consumo, com potencial de afetar a saúde de diversos seres vivos, incluindo os humanos, e deflagrar uma crise ambiental silenciosa.
Como jornalista passou pela redação da Revista Veja Rio, onde deu seus primeiros passos na cobertura ambiental com matérias publicadas sob o selo Planeta Sustentável, movimento lançado pela Editora Abril. 

Cobre desde então assuntos ligados a fontes renováveis, tecnologias verdes, consumo, recursos naturais, biodiversidade, mudanças climáticas, mobilidade urbana, responsabilidade socioambiental e uma série de outros temas essenciais para compreender a sociedade atual e sua relação com o meio. 

post: Marcelo Ferla 
fonte: Ed. Planeta

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Aprenda.


Enterrada sob o solo, praticamente invisível
as raízes são a parte vital de uma árvore..
Sobre a superfície, pode haver muita sabedoria,
profundidade de sentimentos, experiência abundante,
mas se estes não estiverem seguros..
será uma árvore, fadada a desabar sob seu próprio peso.

A árvore Humana


post: Marcelo Ferla
colaboração: Flavia Luquetti

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Admirável mundo torto.


Milhares fazem manifestação contra o islamismo na Alemanha.
Trata-se da nona segunda-feira consecutiva em que o Pegida convoca essa passeata.

Em paralelo se formou uma contramanifestação, também com milhares de participantes, sob o lema "Dresden para todos" e pedindo solidariedade com os imigrantes e os peticionários de asilo
Foto: Hannibal Hanschke / Reuters
Milhares de manifestantes participaram nesta segunda-feira, pela nona semana consecutiva, de uma marcha contra o islamismo convocada em Dresden, no leste da Alemanha, apesar dos apelos do governo de Angela Merkel para que a população se distancie de movimentos de caráter ultradireitista.
A marcha, organizada pelo grupo denominado Patriotas Europeus contra a Islamização do Ocidente (Pegida), percorreu o centro da cidade saxã com cerca de seis mil manifestantes, segundo números policiais.
Em paralelo se formou uma contramanifestação, também com milhares de participantes, sob o lema "Dresden para todos" e pedindo solidariedade com os imigrantes e os peticionários de asilo.
A polícia preparou um cordão de segurança em torno das duas manifestações para impedir que as manifestações se unissem e produzissem incidentes.
Trata-se da nona segunda-feira consecutiva em que o Pegida convoca essa passeata, de acordo com o esquema das manifestações organizado pela dissidência da extinta República Democrática Alemã, ao grito de "Nós somos o povo" e conhecidas como a revolução pacífica que precipitou a queda do muro de Berlim em 1989.
Por sua vez, a contramanifestação foi liderada pelos copresidentes do Partido Verde, Simone Peter e Cem Özdemir.
Na semana passada, a marcha do Pegida chegou a concentrar cerca de 10 mil pessoas, o que suscitou os alertas do espectro parlamentar contra um movimento que, curiosamente, nasceu em uma cidade como Dresden, com 3% de população estrangeira e 0,4% de muçulmanos, porcentagens muito inferiores à média do país.
"Na Alemanha há liberdade de manifestação. Mas não há lugar para campanhas de difamação e calúnias contra as pessoas que vêm de outros países. Todo mundo deve ter cuidado para não ser instrumentalizado pelos promotores desses atos", declarou Angela Merkel após um encontro com o primeiro-ministro da Bulgária, Boiko Borisov.
Pouco antes, seu porta-voz, Steffen Seibert, tinha advertido que na Alemanha "não há lugar para a extrema direita e a xenofobia", em referência às marchas de grupos como Pegida e Hooligans contra Salafistas, grupo que reúne neonazistas e torcedores violentos.
Seibert assegurou ainda que a imigração e a política de integração são um assunto prioritário para o governo alemão.
O porta-voz garantiu que o Executivo entende que alguns cidadãos tenham dúvidas perante a crescente chegada ao país de refugiados, mas pediu que diferenciem esta preocupação da rejeição aos estrangeiros, ao mesmo em tempo que destacou a contribuição dos imigrantes à Alemanha nos últimos anos.
Em entrevista à emissora da televisão pública, o ministro da Economia e líder do Partido Social-Democrata (SPD), Sigmar Gabriel, considerou que não se pode dizer que todos os que saem à rua sejam neonazistas, mas comentou que "os que se manifestam e não são neonazistas devem distanciar-se deles".
Na mesma linha, o ministro da Justiça, Heiko Maas, também do SPD, pediu para que o Pegida seja "desmascarado", convencido que em suas manifestações há pessoas "claramente ligadas à xenofobia", o que é "repugnante".
Frente a esses distanciamentos das forças do Bundestag (câmara baixa), tanto governamentais quanto opositoras, o partido eurocético Alternativa para a Alemanha (AfD) já demonstrou sua simpatia por este grupo.
O líder do AfD, Bernd Lucke, insistiu em várias ocasiões que "a maioria de suas reivindicações são legítimas".

post: Marcelo Ferla
fonte: site terra

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terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Admirável mundo torto.



Taleban ateou fogo em professor e fez crianças assistirem, diz testemunha.
Do UOL

Khuram Parvez/ Reuters
Uma fonte militar que não foi identificada disse em entrevista ao canal de TV americano NBC que um dos professores da escola atacada pelo Taleban nesta terça-feira (15) foi queimado vivo pelos militantes, que teriam forçado o estudantes a assistirem à cena.

"Eles atearam fogo a um professor diante dos alunos em uma sala de aula", afirmou a fonte. 

"Eles literalmente tocaram fogo no professor com gasolina e fizeram as crianças assistirem".


O ataque à escola militar em Peshawar, cuja autoria foi assumida pelo Taleban, deixou mais de 141 mortos -- a grande maioria, crianças com idades entre 10 e 18 anos.






Um número indeterminado de crianças e adultos foram mantidos reféns dentro da escola por militantes durante cinco horas. Após intervenção das forças de segurança paquistanesas, os talebans foram mortos.
Um grupo de seis insurgentes vestidos com uniformes do Exército entrou na escola durante o fim da manhã local (por volta das 6h de Brasília). 

Testemunhas disseram ter ouvido explosões e tiros.
Os combates entre o Exército e os militantes na escola, que tem alunos com idades entre 10 e 18 anos, prosseguiam no meio da tarde.




O ataque foi reivindicado pelo Taleban, em represália às recentes operações do Exército paquistanês na região do Waziristão, que inclui Peshawar. 

Nas últimas semanas, estima-se que essas ações tenham matado centenas de militantes do Taleban.
A escola, a Army Public, é administrada pelas Forças Armadas e tem capacidade para 500 alunos mas, segundo relatos, o nível de segurança no local é relativamente básico: testemunhas disseram que o ataque ocorreu no auditório principal enquanto algumas turmas assistiam a uma demonstração de primeiros-socorros realizada por soldados.
Após chegar a Peshawar, o premiê paquistanês, Nawaz Sharif, afirmou que a luta contra o terrorismo continuará.

"Até que este país esteja limpo do terrorismo, essa guerra e esse esforço continuarão", afirmou. 

"Ataques deste tipo são esperados em meio a uma guerra, e o país não deve perder sua força."

post: Marcelo Ferla 
fonte: Uol (Com agências internacionais)

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Homens admiráveis


Kobe passa Jordan e agora é o terceiro maior cestinha da história.


Por: Vinicius Veiga
O mundo do basquete ficou em espera durante a última semana para o recorde que se aproximava. Kobe Bryant precisava de só mais alguns pontos para atingir a marca do melhor jogador da história e era só questão de tempo para acontecer. 

E finalmente a espera acabou, com o ala-armador tendo anotado 26 pontos na vitória diante do Minnesota Wolves, por 100 a 94, sendo que apenas nove eram necessários.




Mas o jogador dos Lakers não chegou na marca com facilidade ontem. 

Depois de um começo de jogo difícil, em que errou quatro dos primeiros cincos arremessos, o recorde veio de uma maneira inusitada. 

Kobe já arremessou mais de 11.000 arremessos de lance livre na carreira e ontem a ida para a linha faltando cinco minutos para o fim do primeiro tempo entra na lista como um dos momentos mais tensos da carreira do ala-armador nessa situação.


Depois da partida, Michael Jordan postou uma declaração oficial parabenizando Kobe pelo feito.


”Obviamente ele é um grande jogador, com muita ética de trabalho e também paixão pelo jogo. Estou ansioso para ver qual é o seu próximo passo.” 

Michael Jordan














 


Com 32.310 pontos, Kobe deve parar por aí na lista dos maiores cestinhas, pois o próximo na lista é Karl Malone, 4.618 pontos a mais do que o ala-armador.

Tendo em conta que ele vai jogar essa e mais uma temporada, pois vem dando indícios de que se aposenta no término da outra campanha, precisaria de uma média de mais de 30 pontos por partida para ultrapassar a marca de Malone. 

Post: Marcelo Ferla

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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Prestação de serviços.


Pet Memorial disponibiliza velório on-line para despedida do animal de estimação.
Empresa de cremação agora dispõe de serviço on-line para número ilimitado de parentes do pet, bastando apenas que um deles compareça presencialmente.



Para aqueles que têm um melhor amigo de quatro patas, o momento da perda é sempre doloroso. 

Apesar de hoje já existirem formas de se despedir de forma digna do animalzinho, muitos parentes ou amigos distantes, ou mesmo pessoas que estão fora no momento da passagem, mas que gostariam de dar um último adeus, acabam não prestando sua última homenagem.
Pensando na importância de viver o momento do luto, tanto pelos donos do animal, quanto pela memória do bichinho, o Pet Memorial, primeiro crematório de animais de estimação do país, lança seu novo serviço de velório on-line, para aqueles que estão distantes poderem acompanhar o momento pela rede.
O serviço, que já havia sido testado e disponibilizado no velório do Leão Ariel, gerando comoção de milhares de pessoas que gostariam de dar seu último adeus, agora será aberto para todos os clientes.
Para isso, o Pet Memorial disponibiliza um serviço de login e senha, que pode ser distribuído a parentes e amigos, sem limite de pessoas que poderão se logar. 
O acesso será feito pelo site da empresa: www.petmemorial.com.br
O único requisito para ter disponível a versão online é que pelo menos um parente esteja presencialmente no velório.
O serviço está disponível para quem contratou a cremação individual. 
O grupo ainda disponibiliza remoção 24 horas, urnas personalizadas para as cinzas e a oportunidade de transformar uma parte do animalzinho em joia, através do trabalho Brilho Infinito, que produz um diamante em laboratório a partir do carbono contido nos pelos e penas de animais. 
É mais uma forma de eternizar o amor pelo animal na memória do seu dono.
post: Marcelo Ferla

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Dica do Blogueiro.


Autor do livro sobre o caso Suzane Von Richthofen, Roger Franchini, lança a obra “Matar Alguém”, no qual aborda a relação das organizações criminosas com a política.
Roger Franchini, recentemente, recebeu a notícia de que o seu livro “Richthofen - O Assassinato dos Pais de Suzane” chegará em breve às telas de todo o Brasil. 

O responsável pelo longa-metragem será o diretor Fernando Grostein, irmão de Luciano Huck. 

Franchini, que além de escritor é roteirista, sempre imaginou ver o seu livro nos cinemas. 

A cinematográfica notícia chegou junto com o seu novo livro “Matar Alguém”, que já está nas livrarias.
"Matar Alguém"
Quem é o bandido? Quem é o mocinho?
A realidade de uma delegacia de polícia e um mistério que envolverá pessoas poderosas e investigadores habilidosos na busca pela verdade
Em meio ao dia a dia de suas obrigações, três investigadores da Polícia Civil de São Paulo se deparam com a matança de policiais militares e resolvem reunir forças, suas influências e seus instintos para descobrir qual a ligação entre a morte desses agentes e a relação das organizações criminosas com a política. 

Conheça os bastidores da polícia estadual em “Matar Alguém”, quarto romance policial de Roger Franchini publicado pela Editora Planeta.

“Matar Alguém”
Roger Franchini
Editora Planeta
ISBN: 978.85.422.0430-8
Ficção / brochura / 14x21 / 368 páginas
R$ 37,90
O autor já lançou “Toupeira: A História do Assalto ao Banco Central”, “Amor Esquartejado” e "Richthofen: O Assassinato dos Pais de Suzane”, este último em fase de produção cinematográfica, que terá Fernando Grostein na direção.
Em uma chuvosa madrugada, durante um plantão que se encaminhava para a total tranquilidade, nas ruas do centro da maior cidade da América do Sul, os policiais e parceiros Maurício e Rodrigo se deparam com a morte de um fotógrafo. 

Seria mais um caso comum, assumido pela delegacia de homicídios, se, em meio às pistas deixadas no apartamento do defunto, não fosse encontrado um pen drive com a gravação de várias conversas telefônicas do secretário de Segurança do Estado.
Qual a ligação dessa morte com uma série de assassinatos de policiais militares na periferia da cidade, realizados por membros do Primeiro Comando da Capital (PCC)? 

Por que um alto funcionário do governo estadual estaria se encontrando secretamente com uma jornalista? 

Qual a razão de um suposto fotógrafo ter grampeado um secretário de governo?

Matar Alguém é um livro com páginas recheadas de teorias de conspiração, violência e sexo, no estilo que só Roger Franchini sabe desenvolver. Embarque nessa aventura que a Editora Planeta traz para os fãs dos thrillers policiais. 

post: Marcelo Ferla
fonte: Editora Planeta.

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Mais que mulheres.


Malala Yousafzai
Biografia
Nasceu em Mingora, Swat, Jaiber Pastunjuá, Paquistão.

Seu pai é Ziauddin Yousafzai e tem dois irmãos. 

Fala pachto e inglês e é conhecida por seu ativismo em favor dos direitos civis, especialmente os direitos das mulheres do vale do rio Swat, onde o Taliban proibiu a frequência escolar de meninas. 

Aos 13 anos, Yousafzai alcançou notoriedade ao escrever um blog para a BBC sob o nome de Gul Makai, explicando sua vida sob o regime do Tehrik-i-Taliban Pakistan (TTP) e as tentativas de recuperar o controle do vale após a ocupação militar que obrigou-os a ir para as áreas rurais. 

Os taliban forçaram o encerramento de escolas particulares e proibiram a educação de meninas entre 2003 e 2009.



Malala Yousafzai (em pachto ملاله یوسفزۍ2 em urdu: ملالہ یوسف زئی Malālah Yūsafzay) (Swat, 12 de julho de 1997) é uma ativista paquistanesa e a pessoa mais nova a ser laureada com um prémio Nobel. 

É conhecida principalmente pela defesa dos direitos humanos das mulheres e do acesso à educação na sua região natal do vale do Swat na província de Khyber Pakhtunkhwa, no nordeste do Paquistão, onde os talibãs locais impedem as jovens de frequentar a escola. Desde então, o ativismo de Malala tornou-se um movimento internacional.


A família de Malala gere uma cadeia de escolas na região.

No início de 2009, quando tinha 11-12 anos de idade, Malala escreveu para a BBC um blog sob pseudónimo, no qual detalhava o seu quotidiano durante a ocupação talibã, as tentativas destes em controlar o vale e os seus pontos de vista sobre a promoção da educação para as jovens no vale do Swat. 

No verão seguinte, o New York Times publicou um documentário sobre o quotidiano de Malala à medida que o exército paquistanês intervinha na região. 

A popularidade de Malala aumentou consideravelmente, dando entrevistas na imprensa e na televisão e sendo nomeada para o prémio internacional da Criança pelo ativista sul-africano Desmond Tutu.



Na tarde de 9 de outubro de 2012, Malala entrou num autocarro escolar na província de Khyber Pakhtunkhwa. 

Um homem armado chamou-a pelo nome, apontou-lhe uma pistola e disparou três tiros. 

Uma das balas atingiu o lado esquerdo da testa e percorreu o interior da pele, ao longo da face e até ao ombro. Baleada no crânio teve de ser operada.
O porta-voz do TTP, Ehsanullah Ehsan disse que tentariam um novo ataque. Duas estudantes ficaram feridas juntamente com Malala enquanto se dirigiam para casa em um ônibus escolar. 

Foi levada de helicóptero para um hospital militar. Ao redor da escola onde as meninas agredidas estudam, centenas de pessoas foram protestar para a rua. A mídia paquistanesa deu ampla cobertura.
Em 10 de outubro de 2012, o ministro do Interior do Paquistão, Rehman Malik, afirmou que o atirador havia sido identificado. O ataque foi condenado pela comunidade internacional e Malala Yusufzai foi apoiada por numerosas figuras públicas, como Asif Ali Zardari, Pervez Raja Ashraf, Susan Rice, Desmond Tutu, Ban Ki-moon, Barack Obama, Hillary Clinton, Laura Welch Bush, Selena Gomez e Madonna. 

Em 15 de outubro de 2012 foi transferida para o hospital Queen Elizabeth, em Birmingham, Reino Unido para continuar a recuperação.
A tentativa de assassinato desencadeou um movimento de apoio nacional e internacional. 

A Deutsche Welle escreveu em 2013 que Malala se tornou "a mais famosa adolescente em todo o mundo"

O enviado especial das Nações Unidas para a educação global, Gordon Brown, lançou uma petição da ONU em nome de Malala com o slogan I am Malala ("Eu sou Malala"), exigindo que todas as crianças do mundo estivessem inscritas em escolas até ao fim de 2015, petição que impulsionou a retificação da primeira lei de direito à educação no Paquistão.
Nos dias que se seguiram ao ataque, Malala manteve-se inconsciente e em estado grave. 

Quando a sua condição clínica melhorou foi transferida para um hospital em Birmingham em Inglaterra. 

Em 12 de outubro, um grupo de 50 clérigos islâmicos paquistaneses emitiu uma fátua contra os homens que a tentaram matar, mas os talibãs reiteraram a sua intenção de matar Malala e o pai.




Após quase 3 meses de internação, Malala deixou o hospital em 4 de janeiro de 2013.


Em 29 de abril de 2013, Malala foi capa da revista Time e considerada uma das 100 pessoas mais influentes do mundo. 
Em 12 de julho de 2013, Malala comemorou seu aniversário de 16 anos discursando na Assembleia da Juventude na Organização das Nações Unidas em Nova Iorque, Estados Unidos: 

 [...]"Vamos pegar nossos livros e canetas. Eles são nossas armas mais poderosas. Uma criança, um professor, uma caneta e um livro podem mudar o mundo. A educação é a única solução". [...] 

Esta foi a sua primeira aparição pública após se recuperar do ataque que sofreu pelas mãos do grupo taliban. 

Em 3 de setembro de 2013, Malala inaugurou em Birmingham (Inglaterra) a maior biblioteca pública da Europa. 









Em 10 de outubro de 2013 Malala Yousafzai foi galardoada com o Prêmio Sakharov, atribuído pelo Parlamento Europeu. A militante paquistanesa foi escolhida por unanimidade pelos líderes dos grupos políticos do Parlamento Europeu, cabendo o anúncio oficial da escolha ao presidente do Parlamento, Martins Schulz.




Em fevereiro de 2014, foi nomeada para o World Children's Prize na Suécia.






Prêmio Nobel da Paz



Na manhã de sexta-feira, no dia 10 de outubro de 2014, o comitê do Nobel anunciou oficialmente a entrega do prêmio à Malala "pela sua luta contra a supressão das crianças e jovens e pelo direito de todos à educação", juntamente com o ativista indiano Kailash Satyarthi, de 60 anos. 
Com isso, Malala é a mais jovem ganhadora de um Nobel na história, posto antes ocupado pelo físico australiano Lawrence Bragg, que ganhou o Nobel de Física em 1915, aos 25 anos.
Malala partilhou o Nobel com Kailash Satyarthi, um ativista indiano dos direitos das crianças.



Premiações e honrarias:

Prêmio Nacional da Paz da Juventude (2011)
Time, lista de pessoas influentes (2012)
  • Revista Foreign Policy, top 100 pensador global(2012);
  • Madre Teresa Memorial, prêmio para a Justiça Social (2012);
  • Prêmio Romano pela Paz e Ação Humanitária (2012);
  • Sitara-e-Shujaat, Prêmio coragem civil terceira maior do Paquistão.
Prémio Sakharov (2013)
Malala Yousafzai na Sala Oval em 2013
  • Top Name 2012, Pesquisa Anual da Global English (2013); 
  • Prêmio Simone de Beauvoir (2013);
  • Prêmio Fred e Anne Jarvis, da União Nacional de Professores do Reino Unido (2013);
  • Prêmio Anual de Desenvolvimento do Fundo de OPEP para o Desenvolvimento Internacional (OFID) (2013);
  • Prêmio Internacional Catalunya (2013);
  • Prêmio Anna Politkovskaya (2013);
  • Prêmio internacional da Criança (2013);
  • Prémio Nobel da Paz (2014);




“Falo não por mim, mas por aqueles sem voz... aqueles que lutaram por seus direitos... seu direito de viver em paz, seu direito de ser tratado com dignidade, seu direito à igualdade de oportunidade, o seu direito de ser educado.”
Malala Yousafzai




“Eu levanto a minha voz, não para que eu possa gritar, mas para que aqueles sem voz possam ser ouvidos... não é possível prosperar quando metade das pessoas ficam para trás.”
Malala Yousafzai




“Eu costumava pensar que um Talibã viria, e simplesmente me matariam. Então eu disse: 'se ele vier, o que você faria Malala?' e respondi a mim mesma, ' Malala, pegue um sapato e jogue nele.’ 

Mas então, eu disse: ‘se você bater em um Talibã com seu sapato, então não haveria nenhuma diferença entre você e o Talibã. Você não deve tratar os outros com crueldade e de forma dura, você deve lutar através de paz, através do diálogo e através da educação.' Então eu irei dizer a ele quão importante é a educação e que ‘quero educação para seus filhos também.' E finalmente vou dizer a ele, ‘que isto é o que eu tenho a dizer para eles, agora faça o que quiser’.”
Malala Yousafzai





“Eles acharam que balas nos silenciariam, mas falharam e, então, do silêncio vieram milhares de vozes. Os terroristas pensaram que mudariam nossos objetivos e eliminariam nossos desejos, mas apenas uma coisa mudou na minha vida: a fraqueza, o medo e a falta de esperança morreram, enquanto a força, o poder e a coragem nasceram.”
Malala Yousafzai






post:Marcelo Ferla 
Fonte: Wikipédia

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