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Sempre gosto de lembrar aos leitores que este blog tem como intenção trazer à tona a informação, o conhecimento e o debate democrático sobre os assuntos mais variados do nosso cotidiano, fazendo com que todos se sintam atualizados.

Na medida em que você vai se identificando com os assuntos, opine a respeito, se manifeste, não tenha medo de errar, pois a sua opinião é de suma importância para o funcionamento e a real função deste espaço, qual seja, a de levar a todos o pensamento e a reflexão.

O diálogo sobre o que é escrito aqui e sobre o que vem acontecendo ao nosso redor é muito mais valioso e poderoso do que podemos imaginar.

Portanto, sinta-se em casa, leia, informe-se e opine. Estou aqui para opinar, dialogar, debater, pensar, refletir e aprender. Faça o mesmo.

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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Dica do Blogueiro.


Dia das Bruxas - Dicas de leitura para crianças e jovens. Seres estranhos e histórias extraordinárias.
Lançamento da Editora FTD para o público juvenil traz personagens e situações que não se enquadram na realidade.
Informações técnicas – Sombras e Assombros
Autora: Lia Neiva
Páginas: 128
Temas abordados: Fantasia, Mistério, Realismo fantástico
Tema transversal: Ética
Recomendação: 8º ano
Preço: R$ 39,00
O Dia das Bruxas, ou Halloween, comemorado na próxima sexta-feira, 31, invoca os seres mais incomuns e assustadores do imaginário popular. E para contribuir com o tom “obscuro” da data, a dica de leitura da Editora FTD é o lançamento de Lia Neiva Sombras e Assombros.
A obra, para o público juvenil, reúne seis contos com personagens e situações que não se encaixam no que se convenciona a chamar de realidade. 

O primeiro deles, por exemplo, traz a história de um menino que, aos doze anos, descobre que não tem mais sombra. O acontecimento passa a guiar os hábitos e as escolhas do personagem, que vê um destino desesperador pela frente.
Nem tão assustadores – Já para as crianças, a dica é a Coleção Meus Monstros, que contém cinco livros do consagrado autor espanhol Enric Lluch. Os protagonistas são criaturas sobrenaturais que, ao invés de causar horror, provocam boas risadas.
Informações técnicas – Coleção Meus monstros
Autor: Enric Lluch
Ilustradores: Fernando Falcone (O vampiro); Pablo Tambuscio (A múmia); Miguel Ángel Díez (O homem do saco); Óscar T. Pérez (A bruxa); Mercè López (O esqueleto)
Tradução: Heloisa Prieto
Páginas: 32
Temas abordados: Personagens tentando mudar seus papéis
Tema transversal: Ética, Pluralidade cultural
Recomendação: 3º ano
Preço: R$ 36,50 (cada livro)

Em O vampiro, conhecemos Ladislau, vampiro de caninos arredondados que não consegue tirar um sanguinho sequer de suas vítimas. 

A múmia traz a história de uma múmia que ouve dizer que o museu onde mora vai fechar. Ela causa um alvoroço entre os animais do local e resolve fugir para o Egito. 

Outro título é O homem do saco, em que o personagem, conhecido por comer criancinhas desobedientes, passa a alimentá-las por estarem muito magrinhas. 

Já O esqueleto conta a história de um jovem esqueleto que só quer jogar futebol e marcar gols. 

Por fim, há também A bruxa, onde Bruxosa, uma bruxa gulosa, se cansa da história da maça e decide invadir a de João e Maria.

Sombras e Assombros
A autora: Lia Neiva  é caricoca e formada em Letras pela Faculdade de Filosofia da PUC-RJ. Sua predileção por contos fantásticos deve-se à sua adolescência nos Estados Unidos, onde conhecer as obras dos grandes contistas de língua inglesa, que abordaram o insólito e o surreal com maestria. Tem livros premiados pela Fundação Nacional do Livro e pela Associação Paulista de Críticos de Arte. Por opção, dedica-se a escrever apenas para crianças e jovens.

Coleção Meus monstros
O autor: Enric Lluch é um autor espanhol de sucesso no panorama da literatura infantil e juvenil. Seus livros vêm sendo reconhecidos por meio de prêmios literários de prestígio. Frequentemente, participa de círculos literários para estudantes, discutindo as obras e trocando impressões com os leitores. Seus títulos já foram traduzidos para o inglês e o francês. Também foram transcritos em braile. É licenciado em História.
A tradutora: Heloisa Prieto passou a infância ouvindo histórias tanto por parte das avós espanholas quanto por parte dos tios e da avó da Bahia. Esse contato com a literatura oral marcou não apenas a criança como também a futura escritora.
É doutoranda na USP, pesquisadora do processo de criação literária, orientanda do analista e professor doutor Philippe Willemart. Mestre em semiótica pela PUC, é autora de diversas obras de literatura infantojuvenil. 

Detentora dos prêmios Jabuti (coordenação editorial de coleção infantojuvenil), União Brasileira dos Escritores (melhor livro de folclore), Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (leitura Altamente Recomendável para Crianças) e PNBE. Iniciou a carreira como professora da Escola da Vila, onde contava histórias para crianças pequenas.
post: Marcelo Ferla
fonte: Editora FTD

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Novembro Azul: iniciam ações de conscientização sobre o câncer de próstata.
Após um mês com inúmeras ações internas voltadas para prevenir e alertar as mulheres sobre o câncer de mama, a Embraed estende as atividades de responsabilidade social ao apoiar a campanha Novembro Azul, sobre o câncer de próstata.




Balneário Camboriú, SC - Para o mês de novembro a construtora segue com ações de conscientização, desta vez, sobre a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do exame do câncer de próstata.
Em novembro a fachada da Central de Vendas da Embraed trocará a iluminação cor de rosa pela azul com o objetivo de chamar a atenção da população para a importância do movimento Novembro Azul. 

“O Grupo Embraed concentra mais de mil colaboradores e grande parte é formada por homens, por isso, é nosso dever alertar sobre a importância de realizar o exame e se precaver dessa doença que, infelizmente, têm altos índices entre os brasileiros”, diz a presidente do Grupo Tatiana Rosa Cequinel.
Além de palestras serão colocados nos canteiros de obra e escritórios da Embraed cartazes informativos sobre a doença e as formas de prevenção.
Segundo divulgado pela Sociedade Brasileira de Urologia, o câncer de próstata é ainda mais incidente que o câncer de mama. 

O Instituto Nacional do Câncer (Inca) apontou 60.180 novos casos de câncer de próstata e 52.680 de mama em 2012/2013. Pesquisa realizada pelo Datafolha constatou que o preconceito com o exame de toque retal ainda é forte no Brasil. 

Apenas 32% dos homens brasileiros declararam já ter feito o exame.
post: Marcelo Ferla

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Sabia dessa.


UE aciona OMC contra incentivos industriais do Brasil.

Indústria: se perder, o Brasil terá de rever, por exemplo, sua política de redução do IPI para veículos.

Genebra - A União Europeia acaba de abrir o maior contencioso comercial contra o Brasil dos últimos dez anos, iniciando um embate que poderá obrigar o país a rever toda a sua política industrial.
Nesta sexta-feira, 31, Bruxelas acionou a Organização Mundial do Comércio (OMC) para que julgue o sistema de incentivos fiscais dados pelo Brasil nos setores de automóveis, telecomunicações e até fertilizantes.
Se perder a disputa, o Brasil terá de rever, por exemplo, sua política de redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos.
A União Europeia há mais de um ano vinha criticando a política industrial brasileira e acusando o sistema de ser "ilegal", por entender que é uma forma de subsídio e um protecionismo à indústria local.
Trata-se do maior questionamento sobre as regras de investimento do setor produtivo brasileiro e sobre a base da política industrial do governo da presidente Dilma Rousseff.
Estados Unidos e Japão também podem entrar na disputa apoiando os europeus.
A União Europeia aguardava uma definição das eleições para tomar a decisão.
post: Marcelo Ferla
fonte: Jamil Chade, do Estadão

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Falando nisso.


Conferência de Alberto Manguel encerra o Fronteiras do Pensamento 2014.
Escritor, reconhecido por seu trabalho com a leitura e a literatura, fala em Porto Alegre no dia 3 de novembro.


Livros, leitura, leitores e literatura. Este é o único tema que interessa ao ensaísta, tradutor, crítico, editor e romancista argentino Alberto Manguel. 

Autor de mais de 20 obras de ficção e não ficção, organizador de outras duas dezenas de antologias e tradutor de diversos livros, foi, ainda, articulista do The New York Times e do Washington Post. 

É sobre sua experiência de vida em meio aos livros que o autor irá falar no encerramento da temporada 2014 do Fronteiras do Pensamento Porto Alegre, dia 3 de novembro, no Salão de Atos da UFRGS, às 19h45

Para Manguel, os livros são ferramentas de primeira necessidade que possibilitam o conhecimento das coisas: 

“As palavras numa página dão coerência ao mundo. Toda biblioteca é uma autobiografia. 

A minha é um conjunto de possibilidades de quem sou”, afirma. 

Os ingressos para a conferência estão esgotados. Informações no site www.fronteiras.com
Alfabetizado em alemão e inglês, e somente depois em espanhol, Manguel é também fluente em francês e italiano. Filho de embaixador, com menos de um ano de idade mudou-se com a família para Israel, onde passou a infância. 

Aprendeu a ler aos três anos de idade e, em meio à ditadura na Argentina, completou seus estudos iniciais. 

Nesta época, aprendeu sobre a função humanizadora da literatura com um professor, entendendo que a ficção é uma mentira que conta a verdade dos personagens, que, no fundo, guardam as nossas experiências. 

Anos mais tarde, descobriu que este mesmo professor que tanto o inspirou foi um informante da ditadura, responsável pela prisão e a morte de vários de seus colegas. 

“Minha primeira reação foi rechaçar a literatura associada àquele professor. Mas percebi que ela é uma forma de manter atenção entre duas margens”, analisa o escritor.
Para Manguel, ler é extensão de uma função biológica dos seres humanos: enquanto alguns animais desenvolveram a camuflagem, nossa espécie criou a imaginação, uma forma de construir o mundo antes de experimentá-lo. 

“A imaginação faz com que inventemos histórias para reter nossa experiência. Para conhecê-las, desenvolvemos a leitura.” 

E completa: “Essa foi para mim a experiência primária. Aprendi nos livros o que era a amizade, a morte, o amor, antes de conhecê-los na vida de carne e osso”.
Terminado o secundário, o escritor chegou a iniciar um curso na Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade de Buenos Aires, mas abandonou os estudos para dedicar-se ao que realmente gostava de fazer: ler. 

Em busca de sua vocação, mudou-se para a Europa e, nos anos 1970, trabalhou em diversas editoras na Espanha, França, Itália, Inglaterra e Taiti. Nos anos 1980, instalou-se em Toronto, adotando a nacionalidade canadense. 

Mora atualmente isolado no vilarejo de Mondion, nos arredores de Poitiers, na França. 

No local, comprou uma antiga casa paroquial em ruínas e a reformou, transformando em residência. No celeiro, ao lado da casa, instalou sua vasta biblioteca, que soma mais de 35 mil volumes. 

Sobre sua vida nômade, Manguel comenta: “Lugares chegam a nós da mesma maneira que pessoas. 

A gente se enamora de alguém ou alguém se converte no melhor amigo por absoluta casualidade. 

Em Poitiers, descobri uma cidade que me fascinou. 

Arraigada na Idade Média, com a igreja românica mais linda de todo o mundo”.
Manguel atingiu reconhecimento internacional com diversas honrarias recebidas, como o título de Oficial da Ordem das Artes e das Letras, do Ministério da Cultura da França, e os Prêmios Grinzane Cavour e Roger Caillois. 

Autor de Uma história da leitura, A biblioteca à noite, Dicionário de lugares imaginários – em coautoria com Gianni Guadalupi –, Os livros e os dias e A cidade das palavras. Em todas as suas obras, prega a leitura como a mais civilizada das paixões, uma celebração da alegria e da liberdade. 

Ensaia sobre os valores e sentidos representados no ato de colecionar livros. Critica suas impressões de leitura que se entrelaçam com lembranças pessoais e reflexões sobre o mundo contemporâneo. 

E revisita lugares imaginários da ficção mundial, criados por Umberto Eco ou Erico Verissimo. Sobre a literatura brasileira, aliás, celebra Guimarães Rosa e Machado de Assis, que mereceria, na visão do crítico, ocupar “o Olimpo da literatura latino-americana”, relembrando do “grande Monteiro Lobato e sua Emília”, com a qual se identificava na infância. 

“Desde os meus três ou quatro anos, minha família viajava muito. Não contava com um lugar fixo, sempre meu. Esse lugar, para mim, foi o livro. 

Lembro-me de sentir um alívio ao chegar em casa e encontrar num livro o mesmo texto, com a mesma ilustração, na mesma página”, recorda. 

Sua mais recente obra, The Tower and The Worm, ainda inédita no Brasil, se refere à tendência de encastelamento na “torre de marfim” a que a atividade intelectual tem sido historicamente relegada no Ocidente.
Mas, de todas as suas histórias, a que Manguel sempre tem que repetir, por onde quer que vá, é sobre sua vivência com Jorge Luis Borges, a quem conheceu já praticamente cego, em uma livraria na qual trabalhava em Buenos Aires. 

O então adolescente passou a frequentar a casa do velho escritor para ler-lhe contos, tarefa que repetiu duas ou três vezes por semana entre os anos de 1964 e 1968. 

Uma das versões dessa história pode ser lida em No bosque do espelho. 

A convivência íntima transformou a figura e os livros de Borges em uma forte referência na literatura de Manguel. 

“Ele me parava para falar do uso de determinada palavra ou de certas citações, dizia que uma citação poderia ajudar o leitor a acreditar na realidade da ficção e fazer com que ele pensasse que era mais inteligente que o escritor. Eram questões técnicas que ele gostava de observar e depois aplicar em seus contos”, relembra.
Atualmente, Alberto Manguel tem sido chamado a opinar sobre a efemeridade dos arquivos digitais, justamente uma de suas principais críticas aos e-books, à decadência dos livros de papel e à visão da internet como uma grande biblioteca. 

Mas não é o suporte, em si, o alvo da crítica do autor, e sim a finalidade econômica que tomou conta do processo. 

“O intelectual não tem prestígio numa sociedade em que o que vale é o financeiro. As pessoas falam todo o tempo que as crianças e os jovens não leem. 

Não é um problema isolado, mas consequência. Instruem a não nos ocuparmos de coisas que tomam tempo, que são profundas, lentas ou difíceis. Hanna Arendt define cultura como aprendizagem da atenção. 

Toda a cultura que alimentamos hoje é contra a atenção, com um elenco de gadgets que requerem um salto constante de uma coisa a outra.” 

Por isso, o escritor e ávido leitor Alberto Manguel é claro em suas crenças: 

“Cada leitor deve escolher o seu caminho. 

Quer comece pelo princípio ou pelo fim, ou vá pelos sites de forma aleatória ou à procura dos lugares específicos. Tudo depende do modo como gosta de viajar: se sabe exatamente aonde quer ir e tem um guia a organizar a viagem, ou se gosta de se deixar levar pela aventura sem saber onde o vai levar a estrada que escolheu”.

SOBRE O FRONTEIRAS DO PENSAMENTO
O Fronteiras do Pensamento é um projeto cultural múltiplo que aposta na liberdade de expressão intelectual e na educação de qualidade como ferramentas para o desenvolvimento. 

Através de uma série anual de conferências, o Fronteiras abre espaço para o debate e a análise da contemporaneidade e das perspectivas para o futuro, apresentando pensadores, artistas, cientistas e líderes que são vanguardistas em suas áreas de pesquisa e pensamento.
Temas, ideias e personalidades que moldam o nosso tempo ocupam o palco do Fronteiras, que tem como valores básicos o pluralismo das abordagens e o rigor acadêmico e intelectual de seus convidados. 

Dessa forma, o seminário internacional busca avaliar tendências, aceitando a provocação destes que são, hoje, alguns dos mais renomados pensadores em atuação no mundo, constituindo uma linha interdisciplinar de pensamento.
Em seus oito anos de existência, o Fronteiras do Pensamento conta com mais de 180 conferências internacionais realizadas para milhares de espectadores, trazendo para o debate temas imprescindíveis, dando aos espectadores uma visão real dos próximos dez ou vinte anos, nas diferentes áreas contempladas.
Fronteiras do Pensamento Porto Alegre é apresentado pela Braskem e tem o patrocínio de Unimed Porto Alegre, Gerdau e Hospital Mãe de Deus. Parceria acadêmica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e parceria cultural de Natura, PUCRS e Celulose Riograndense. Promoção Grupo RBS.

post: Marcelo Ferla
fonte: Fronteiras do Pensamento.

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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

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Outubro Rosa: "Seguro Mulher" oferece indenização em casos de diagnósticos de câncer em mulheres, incluindo o de mama. Conheça os tipos de coberturas.


O diretor comercial da corretora de seguros Seguralta, Nilton Dias, oferece informações sobre os tipos de coberturas e benefícios adicionais oferecidos às seguradas. 

A Seguralta apoia o Outubro Rosa, campanha internacional que alerta mulheres sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama, e está conscientizando franqueados e clientes a respeito deste assunto durante o mês de outubro.
Segundo estimativa do Instituto Nacional do Câncer (INCA), o ano de 2014 deverá encerrar com mais de 57 mil novos casos de câncer de mama no Brasil. 

O risco é de 56,09 casos a cada 100 mil mulheres. 

Desconsiderando os tumores de pele não melanoma, esse é o tipo de câncer mais frequente nas mulheres das regiões Sudeste (71,18/100 mil), Sul (70,98/100 mil), Centro-Oeste (51,30/100 mil) e Nordeste (36,74/100 mil). 

Já na região Norte, o câncer de mama é o segundo tumor mais incidente. São 21,29 casos para cada 100 mil. 

São altos também os números mundiais. Ainda segundo o INCA, o câncer de mama representa 25% dos cânceres diagnosticados, sendo o continente europeu aquele com as maiores taxas (96/100 mil).
Quanto mais cedo acontece o diagnostico da doença, maiores são as chances de cura. 

O autoexame das mamas e o exame de mamografia – este recomendável anualmente principalmente para mulheres acima dos 40 anos – são as alternativas para detectá-lo. 

As mais precavidas ainda têm a alternativa do Seguro Mulher. 

Trata-se de um seguro que oferece indenização pelo diagnóstico do câncer. 

O diretor comercial da Seguralta (rede de corretoras de seguros com 565 unidades no Brasil), Nilton Dias, responde a seguir algumas das dúvidas mais frequentes em relação a este tipo de apólice:
O que cobre o seguro básico para mulher?
Além de morte acidental ou natural, cobre também diagnóstico por tipo de câncer, exceto o de pele. A segurada recebe valor correspondente ao capital contratado, valor que ela poderá investir, se assim desejar, no tratamento do câncer.
Quais são as coberturas adicionais?
São duas. Invalidez permanente total ou parcial por acidente e assistência funeral individual ou familiar. A primeira consiste no pagamento à própria segurada quando ocorrer invalidez permanente devido a acidente pessoal. A segunda garante a segurada e/ou familiares a realização do funeral completo.
É possível estipular valor médio de uma apólice anual?
Sim. Uma apólice para uma mulher de 30 anos custa em média R$ 42,00 por mês considerando cobertura de R$ 100 mil para morte e R$ 50 mil para diagnóstico de câncer, incluindo também a cobertura de invalidez permanente por acidente no valor de R$ 100 mil e assistência funeral familiar.
O seguro mulher oferece outros benefícios? Quais são?
Algumas seguradoras oferecem benefícios diversos que incluem prestação de serviços de consertos domésticos, incluindo desentupimento, chaveiro, reparos hidráulicos, descontos em estabelecimentos e eventos culturais, auxílio viagem, entre outros.

Sobre a Seguralta
A Seguralta é uma tradicional rede de corretoras de seguros que foi lançada em São José do Rio Preto na década de 60 por Reinaldo Zanon Filho. Em 2008, seus dois filhos, Luis Gustavo Zanon e Reinaldo Zanon, assumiram a direção da empresa e lançaram a marca no franchising nacional.  

Hoje, quase seis anos após a iniciativa, a Seguralta conta com 600 unidades no Brasil e cerca de 150 mil clientes atendidos.  

Interessados em investir em franquias da marca dispõem de dois formatos de negócios: standard, com ponto comercial, e home based, para trabalhar em casa. Além destes, a Seguralta ainda com mais duas empresas: Seguralta Consórcios, lançada em 2013 em parceria com a Caixa Econômica Federal, e a mais recente Seguralta Prime. 

Mais informações no site www.seguralta.com.br
post: Marcelo Ferla
Fonte: Seguralta.

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Dica do Blogueiro.


Dia do Drummond: três títulos para apresentar o poeta para crianças e adolescentes.
Desde 2011, comemora-se em 31 de outubro o Dia D, ou Dia de Drummond, em homenagem ao poeta e escritor Carlos Drummond de Andrade, nascido há 112 anos nesta data em Itabira, Minas Gerais.
Para celebrar um dos autores mais influentes da literatura brasileira, a editora Ática selecionou três títulos, de leitura leve, para despertar o interesse de crianças e adolescentes pela obra do cronista e poeta.

Rick e a girafa
Coleção: Para Gostar de Ler Júnior
Autor: Carlos Drummond de Andrade
Ilustrador: Maria Eugênia
Em 29 crônicas, Carlos Drummond de Andrade aborda situações intrigantes com a perspectiva sensível e a narrativa leve e inspirada que só um grande poeta como ele poderia ter.

Poesia faz pensar
Parte da coleção: Para Gostar de Ler
Autores: Carlos Drummond de Andrade, João Cabral de Melo Neto, Fernando Pessoa, Vinícius de Moraes, Luís de Camões, Castro Alves, Álvares de Azevedo, Mário de Andrade, Antero de Quental, Augusto dos Anjos, Bocage, Cesário Verde, Cruz e Sousa, Olavo Bilac, Fagundes Varela, Gonçalves Dias, Renata Pallottini, Sá de Miranda, Tomás Antônio Gonzaga
Organização: Carlos Felipe Moisés
Analisando e propondo a leitura dos mais diversos poemas, do século XVI aos dias atuais, este livro vence o preconceito e prova que, quanto mais se pensa sobre poesia, mais ela se torna emocionante.

Crônicas 1
Coleção: Para Gostar de Ler
Autores: Carlos Drummond de Andrade, Fernando Sabino, Rubem Braga, Paulo Mendes Campos
Humor é o que não falta neste livro, que traz crônicas escritas por quem mais entende do assunto: Carlos Drummond de Andrade, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos e Rubem Braga. 

É só ler estes textos para entender, afinal, o que é a crônica. 

Mas se precisar mesmo de uma definição, fique com esta: crônica é um texto tão gostoso de ler que dá até vontade de escrever.
post: Marcelo Ferla
fonte: Ed. Ática

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Coisas bacanas.


Rua da Praia Shopping terá espaço com biblioteca e praça de leitura.


O Espaço do Livro ficará disponível aos visitantes do Rua da Praia Shopping de 31 de outubro a 16 de novembro, das 11h às 19h. A biblioteca contará com mais de 300 obras.
Neste ano, os amantes da leitura terão outro local para visitar além da Feira do Livro. O Rua da Praia Shopping, localizado em frente à Praça da Alfândega, no Centro Histórico da Capital, vai abrigar uma biblioteca itinerante entre os dias 31 de outubro e 16 de novembro.

O Espaço do Livro, que tem apoio cultural do SESC-RS, contará ainda com uma Praça de Leitura.
Estarão disponíveis na biblioteca cerca de 300 obras para empréstimo. Para que os visitantes possam ler com comodidade, o espaço contará com uma Praça de Leitura. 

O empréstimo será realizado mediante retenção de documento de identidade e o livro deverá ser devolvido no mesmo dia. O local será aberto ao público e funcionará diariamente no Pavimento Grande Hotel do Shopping, das 11h às 19h. No mesmo período, as lojas do empreendimento estarão distribuindo marca-páginas para divulgar a ação.
post: Marcelo Ferla
fonte: Camejo Comunicação Emprearial

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Coisas bacanas.


Harley-Davidson vai plantar 50 milhões de árvores em todo o mundo até 2025.
Uma das iniciativas da parceria com a The Nature Conservancy visa a expansão da plantação de árvores na região da Mata Atlântica, no Brasil A Harley-Davidson, em parceria com a The Nature Conservancy, está mobilizando sua comunidade global de motociclistas para levantar fundos com o intuito de plantar 50 milhões de árvores em todo o mundo até 2025 como parte de sua iniciativa, chamada Renew the Ride™




Com o objetivo de preservar o caminho aberto para gerações futuras de motociclistas, Renew the Ride é a missão global mais recente da Harley-Davidson. Com ela, a empresa encoraja seus clientes e concessionárias a dedicar tempo e realizar doações em prol da The Nature Conservancy, organização sem fins lucrativos cuja missão é conservar plantas, animais e comunidades naturais que representam a diversidade da vida na Terra, protegendo espaços que necessitam para sobreviver. 

Como parte dessa iniciativa, a Fundação Harley-Davidson se comprometeu a contribuir com uma série de subsídios anuais, totalizando US$ 550 mil em apoio ao programa global da The Nature Conservancy de plantar um bilhão de árvores em todo o mundo.
“O motociclismo tem a ver com sair de sua casa e curtir o ambiente lá fora, admirando o mundo atrás do guidão de sua moto,” diz Mark-Hans Richer, vice-presidente de Marketing da Harley-Davidson Motor Company. “Estamos empenhados em preservar o caminho aberto para as gerações futuras de pilotos. Nossa parceria com a The Nature Conservancy nos dá uma oportunidade de mobilizar a nossa comunidade global para ajudar a cumprir com esta missão”.


O programa de plantar um bilhão de árvores é uma iniciativa sem precedentes que já reflorestou mais de 57 km2 de área e plantou e restaurou mais de 14 milhões de árvores na Mata Atlântica, localizada na região costeira do Brasil, desde 2008. O objetivo é restaurar as florestas mais críticas do mundo, com especial atenção à Mata Atlântica, as províncias de Yunnan e Sichuan, na China, além de áreas nos Estados Unidos.
“Nosso País possui belas paisagens que são um convite para um passeio de moto, por isso, estamos muito entusiasmados por contar com este programa global da Harley-Davidson aqui no Brasil. Estamos planejando ações com as nossas concessionárias e clientes para o futuro próximo e fazer desta ação mais um sucesso,” afirma Flávio Villaça, gerente de Marketing, Produto e Relações Públicas da Harley-Davidson do Brasil.
A comunidade Harley-Davidson de concessionárias e motociclistas tem uma história tradicional na luta por causas sociais e ambientais. 

Um exemplo é a doação de US$ 91 milhões que a empresa já levantou para a Muscular Dystrophy Association, nos Estados Unidos, desde 1980 e, mais recentemente, a doação de US$ 1.3 milhão para organizações que tratam pessoas com câncer de mama por meio da Harley-Davidson® Pink Label Collection, coleção de roupas voltada ao público feminino. 

Além disso, as concessionárias e clientes Harley-Davidson levantam fundos e criam ações importantes em prol de suas comunidades locais.
Em outubro de 2014, a Harley-Davidson, seus clientes e concessionárias, e a The Nature Conservancy, plantaram 1.000 pinheiros em South Quay, Virginia, Estados Unidos. 

A empresa também já se comprometeu a dar suporte na plantação de mais 110.000 árvores nos próximos meses.
Para mais informações, acesse www.renewtheride.com.

Harley Davidson Inc.
Harley-Davidson, Inc. é a empresa controladora da Harley-Davidson Motor Company e da Harley-Davidson Financial Services. A Harley-Davidson Motor Company produz motocicletas Custom, Power Cruiser e Touring e possui uma linha Harley-Davidson completa de peças de motocicleta, acessórios, vestuário, equipamentos funcionais e artigos em geral. 

A Harley-Davidson Financial Services oferece financiamento no atacado e varejo, seguros, garantia estendida e outros planos de proteção e cartão de crédito para concessionárias Harley-Davidson e motociclistas nos Estados Unidos e em outros mercados internacionais. Para mais informações, visite o site da Harley-Davidson em www.harley-davidson.com.







A Fundação Harley-Davidson visa atender às necessidades básicas das comunidades onde trabalhamos, melhorar a vida de nossos stakeholders e incentivar a responsabilidade social. Fundada em 1993, a fundação desenvolve parcerias com organizações sociais focadas em educação, saúde e meio ambiente. Para mais informações, acesse www.h-d.com.
p.s - não é pelo fato de o blog do Marcelo Ferla ter uma bandeira revolucionária e apoiar iniciativas importantes que ele e seu autor são contra iniciativas de grandes empresas, ainda mais quando feitas para o bem de todos nós. 

Penso que devemos partir do princípio de que pelo menos algumas destas corporações, por muitos radicais ditos comunistas ou contra o capitalismo de consumo, ao menos, estão fazendo algo, e, sendo assim, a iniciativa com fins benéficos sempre será bem vinda, uma vez que não não sou alheio ao mundo e as coisas de qualidade e bom gosto da vida, nem tão pouco adepto de ideais politicamente radicais relacionados ao contra-consumo ou bem estar.
Grato desde já.
post: Marcelo Ferla
fonte: printerpress    

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Dica do Blogueiro.


Marina Colasanti, com o livro Breve história de um pequeno amor, vence prêmio Jabuti na categoria infantil.


A autora Marina Colasanti, com o livro Breve história de um pequeno amor, lançado em 2013 pela Editora FTD, é a vencedora do Prêmio Jabuti na categoria infantil.
Este é segundo ano consecutivo que a Editora FTD é premiada na categoria infantil. 

Na edição de 2013, conquistou o terceiro lugar com o livro A Ilha do Crocodilo - contos e lendas do Timor Leste, de autoria de Geraldo Costa.
O Prêmio é tido como o mais importante e tradicional do mercado editorial brasileiro. Nesta fase final, a obra concorreu com outros onze finalistas.
Vencedor também do Prêmio FNLIJ 2014, Breve História de um Pequeno amor, conta a história de uma escritora que encontra um ninho com dois filhotes de pombo. Por meio de uma prosa poética, o leitor compartilha as hesitações e os sucessos de uma história de crescimento e desenvolvimento. 

Como o próprio nome da obra diz, esta é uma história de amor, mas também de ciúme, aflição, paciência, saudade, preocupação, entre outros sentimentos.
Marina Colasanti, que já recebeu o Prêmio Jabuti em 2010, nasceu em Asmara, na Eritreia, país vizinho ao Sudão e à  Etiópia, mas veio para o Brasil ainda menina. 

Em 1952, ingressou na Escola Nacional de Belas Artes. 

Trabalhou em jornais como editora, cronista, redatora e ilustradora, dedicando-se paralelamente à literatura.
Tem mais de trinta livros publicados entre contos, crônicas, poesias, ensaios e livros infantis. Reúne em sua biografia inúmeros sucessos como: Eu sozinha, Nada na manga, A morada do ser, Contos de amor rasgados, dirigidos ao público adulto.
Em 1979, publicou Uma ideia toda azul, seu primeiro livro para crianças. Deu continuidade a esse trabalho escrevendo Doze reis e a moça no labirinto do vento, O lobo e o carneiro no sonho da menina, Um amigo para sempre, Intimidade pública, Entre a espada e a rosa, tendo ilustrado a maioria de suas obras infantis e juvenis.
Post: Marcelo Ferla
Fonte: Editora FTD

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OUTUBRO ROSA - Pacientes tornam-se modelos e redescobrem a beleza.
Com figurinos dos alunos da Faculdade Santa Marcelina – FASM, pacientes do Instituto do Câncer de São Paulo fazem desfile marcado por beleza, força e emoção.
Na manhã desta quarta-feira (29), as pacientes do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), órgão ligado a Secretaria de Estado da Saúde e a Faculdade de Medicina da USP, realizaram um emocionante desfile com figurinos produzidos pelos alunos de graduação em Moda da Faculdade Santa Marcelina – FASM. 

Elas tiveram um “dia de modelo”, evento que integrou a campanha “Mulheres entre lenços e histórias”, marcando o final do “Outubro Rosa”, mês destinado a conscientização e combate ao câncer de mama.
As 24 “pacientes modelos” foram indicadas pelos médicos do Instituto e estão em fase final do tratamento. 

Nos últimos dois meses, os estudantes de moda da FASM estiveram no hospital para conhecer as pacientes, seus hábitos, estilos, além de checar as medidas de busto, cintura, quadril e a altura para produzirem um look exclusivo para cada uma delas.
As participantes do fashion day do Icesp também foram produzidas pelos profissionais Marcio Krahkeke, Ivan Stringhi e a equipe do Projeto Tesourinha, especialistas em acessórios e cabelo, respectivamente. 

A maquiagem ficou por conta da equipe de estilo da empresa Payot. 

Como não poderia faltar, fotógrafos registraram toda a performance das modelos na passarela.





“Enquanto enfrentam a doença, as mulheres também precisam aprender a redescobrir sua beleza. A autoestima elevada tem sido associada a baixos níveis de depressão e tensão, favorecendo a recuperação social e física. Nosso principal objetivo é resgatar a esperança e o ânimo de quem vivencia o tratamento oncológico”, explica a coordenadora de humanização Maria Helena Sponton.
A ação teve o objetivo de chamar a atenção das pessoas para a importância do diagnóstico precoce de câncer de mama, que, no Brasil, responde por 22% de novos casos de tumores por ano, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca). 

No Icesp, o grupo de Mastologia realiza mais de 1,2 mil atendimentos por mês, entre consultas médicas e cirurgias. 

post: Marcelo Ferla
fonte: Faculdade Santa Marcelina


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terça-feira, 28 de outubro de 2014

Coisas bacanas.


Prédio do cine Imperial abrigará centro cultural em Porto Alegre (RS).
Local foi comprado pela prefeitura e terá teatro e museu em 2016.


Um dos primeiros arranha-céus de Porto Alegre, construído entre 1931 e 1933, deverá, a partir de 2016, abrigar o Centro Cultural da Caixa Econômica Federal e a Secretaria Municipal da Cultura (SMC). 

O prédio, localizado na Rua dos Andradas, abrigou as salas dos cinemas Imperial e Guarani e foi comprado pela prefeitura em 2004. Com isso, foi assinado acordo de execução de obra para restauração, reforma e ampliação do edifício.
A obra, que tinha previsão de término no ano passado, segue parada. De acordo com o secretário municipal da Cultura, Roque Jacoby, no início da reforma já foram encontrados diversos problemas e a empresa contratada faliu. 

“Isso gerou um grande impasse jurídico. No ano passado, teve uma licitação, mas sem interessados. 

Agora, o departamento jurídico da Caixa está fazendo a análise da documentação de duas empresas interessadas”, conta Jacoby.
Segundo o secretário, a expectativa é de que dentro de um mês tenha uma definição de qual empresa seguirá com o projeto, com previsão de investimentos de R$ 38 milhões. 

A Caixa confirmou que a documentação está sendo estudada desde o dia 30 de julho e que visitas técnicas ocorrem nas companhias envolvidas para que o resultado da escolha seja publicado em agosto. 

Somente depois dessa divulgação será possível criar um cronograma para saber quando a obra será reiniciada.
O local deve contar com um teatro com capacidade para 670 pessoas, além de espaço para museu, exposições, ensaios de dança e sala multimídia, que ocuparão os três primeiros pavimentos. 

O restante será usado pelos departamentos da SMC e, segundo o secretário municipal, há uma proposta para que um pavimento seja destinado à Câmara do Livro, mas isso ainda não há definição.
“Espero que no início de 2016 possamos nos mudar para esse prédio”, acredita Jacoby. Depois de iniciada a obra, estão previstos 15 meses até a sua conclusão. “O local irá contribuir para todo o cenário do Centro Histórico, por estar próximo a outros centros culturais e também ao ambiente da Feira do Livro”, observa. 

Para a secretaria, o objetivo é tornar o bairro novamente um espaço cultural como o vivido antigamente pelos porto-alegrenses.

“Desejamos ter esse espaço disponível para o uso por toda a comunidade”, complementa Jacoby.

post: Marcelo Ferla
Fonte: Correio do Povo

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