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O diálogo sobre o que é escrito aqui e sobre o que vem acontecendo ao nosso redor é muito mais valioso e poderoso do que podemos imaginar.

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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Brasil.

“A política é uma praga tal que eu aconselho todos a não se meterem nela”.
Thomas Jefferson



















post: Marcelo Ferla

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sábado, 12 de dezembro de 2015

Chupeta.

Chupeta.
Usar chupetas facilita sua vida imediatamente, mas complica sua vida pelos próximos três anos.
Por: Marcos Piangers


Ela era uma senhora de uns 90 anos, imaginem uma pele escamosa, branca como uma folha de papel. 

Tinha os olhos bem azuis, as roupas eram todas escuras, de forma que era indecifrável se usava um vestido cheio de camadas ou uma camisa larga e uma saia. 

Parte da família, nos visitava no hospital por toda a primeira semana de vida da minha segunda filha e observava com uma certa prepotência nossa dificuldade para lidar com a recém-nascida.
A pequena chorava, e estávamos decididos a não usar chupetas. Nossa pediatra tinha proibido chupetas. 

Usar chupetas facilita sua vida imediatamente, mas complica sua vida pelos próximos três anos. 

Não vamos usar chupetas. Vamos conseguir fazer a criança parar de chorar. Meu deus, ela está chorando há horas. É a sua vez de segurar. Balança assim, ó. Não, não. 

Não chora, neném. Upa, upa.
Em determinado momento, lá pelo terceiro dia, a senhora tomou a criança dos nossos braços. 

Tirou da bolsa uma chupeta e um pote de funchicória, colocou o pó no bico e deu pra criança. Silêncio imediato. 

"Os pediatras passam e a chupeta fica", ela disse. 

Foi um ar fresco na nossa cara, aquele momento. Um alívio. E, como previsto, um estorvo para o resto da vida.
Não há um dia, nos últimos três anos, que minha filha não use a "bibi". Esses dias, no elevador, ela viu um menino usando bico. Tirou sua chupeta da boca e disse: 

"Tu não sabia que bico deixa os dentes tortos?", pra, um segundo depois, colocar na boca o seu próprio. 

Outra vez, andando na rua de bico na boca, passou um menino e apontou pra minha filha: "Olha, pai. Um neném". 

A menina tirou a chupeta da boca, disse pra eu guardar no bolso e foi tirar satisfação: "Quem é neném?! Quem tu chamou de neném?!".

Agora, no Natal, tentei a tática do Papai Noel. 

Fomos até o shopping e entregamos o bico pro bom velhinho. Na volta pra casa ela já gritava, como uma viciada: 

"Eu tô com muita vontade! Não consigo controlar, pai! Eu preciso de um bico!". Adquirimos uma chupeta reserva. 

Combinamos que só será usada em casos extremos de abstinência. 

Minha filha disse que vai largar, só precisa de um tempo. 

Vamos apoiá-la nesse momento difícil.

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Por que os políticos são ruins.

Por que os políticos são ruins.
Não adianta escolher bem, se as opções são más.
Por: David Coimbra


Descobri que os políticos brasileiros são ruins.
Não, isso não é uma ironia. E, não sendo, acrescento: não, isso não é uma obviedade.
Porque eu não acreditava nisso. Sempre tive fé na funcionalidade da democracia: os políticos representavam a sociedade que os elegeu. No parlamento, havia tantos ladrões, honestos, bem-intencionados e mal-intencionados quantos houvesse na comunidade de eleitores.
Só que essa mecânica não funciona mais. Rompeu-se. Estragou. Hoje, a sociedade brasileira, com todos os seus defeitos, é melhor do que os políticos que a representam. Ainda há os interessados e confiáveis, claro, mas esses ficam imobilizados pela imensa onda de mediocridade, que cresce a cada eleição.
Esse desequilíbrio se deu por um motivo singelo: os bons estão se afastando da política.
Quem são os bons?
Os competentes, os bem-sucedidos, os homens e as mulheres reconhecidos como lideranças positivas na sociedade. Essas pessoas não querem mais saber da política.
Natural que não queiram. Hoje, no Brasil, o político, a priori, é visto com desconfiança. Se ele é político, é porque tem "interesses". Ou "defende interesses". Nenhuma categoria é tão cobrada, vigiada e fiscalizada quanto a dos políticos. Qualquer deslize de um político acaba, quase que de imediato, "nas redes", quando não nas manchetes.
Por que um profissional que se dá bem na sua atividade a abandonaria para se dedicar à política? Por ideologia? Qual ideologia? De que partido brasileiro? Ele conseguirá fazer algo de positivo? Ele terá poder ou apoio? Ou será boicotado pelos maus?
Assim, a sociedade brasileira está mal representada não apenas por causa de algumas de suas escolhas equivocadas, mas também porque as alternativas eram ruins. Quando o cardápio é fraco, pouco importa o quanto você irá ponderar na hora de pedir o prato.
Hoje, a situação é a seguinte: o presidente da Câmara, soterrado por denúncias de corrupção, aceita o pedido de impeachment de uma presidente da República que mentiu em meio ao seu mandato, fato admitido publicamente por seu padrinho político, que é suspeita de ter usado dinheiro ilícito em sua campanha e que é acusada de improbidade administrativa. E parece que temos de escolher entre um e outro.
Mas, não. Não! Não quero Dilma, nem Cunha, não quero Lula, nem Alckmin, não quero Aécio ou Collor ou Renan. Não quero nenhum desses caras. Nenhum.
O PT, de longe o mais orgânico e organizado dos partidos brasileiros, o PT sabe disso. Então, na hora de se defender, ou de defender o governo, os petistas não se defendem, nem defendem o governo. Eles apenas apontam para a oposição e dizem:
– É isso o que você quer no meu lugar?
Repare que nenhum defensor do governo diz:
– O governo é ótimo, nunca houve corrupção nos governos do PT. Dilma é uma estadista.
Não. O defensor diz:
– E os erros do PSDB? Por que não são apontados? E a corrupção dos tucanos? Por que não é investigada?
Ou então:
– Ah, você não quer a Dilma, o Delcídio e o Lula. Você prefere o Bolsonaro, o Cunha e o Feliciano. Você quer o impeachment? Fique com o Temer.

Aí você fica desesperado. Pensa que, de certa maneira, eles têm razão. E têm mesmo. As nossas escolhas, hoje, são entre o ruim e o péssimo. E continuará assim. Até que os bons resolvam que chegou a sua vez.

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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Posição II

"Não há fundamento, é um jogo político", diz jurista sobre impeachment.
Para Dalmo Dallari, reconhecido jurista brasileiro, Eduardo Cunha apenas busca salvar o seu mandato ao aceitar o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.
Por: Carlos Rollsing


Renomado jurista brasileiro, com atuação na Universidade de São Paulo (USP), Dalmo Dallari diz que o aceite do processo de impeachment de Dilma Rousseff não passa de uma tentativa desesperada do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB, de evitar a cassação do seu mandato, alvo de análise no Conselho de Ética do Legislativo.
Dallari rejeita a hipótese de paralisia do Brasil e de aprofundamento da crise econômica. 

Simpático ao PT, diz que o partido é vítima de perseguição e que, mesmo que haja provas de pilhagem na Petrobras, o impeachment não se sustenta por ausência de base jurídica.

Como avalia a decisão de Cunha em aceitar o impeachment no dia em que o PT decidiu votar contra ele no Conselho de Ética?
Antes de mais nada, tenho absoluta convicção de que não há qualquer fundamento jurídico para o impeachment. 

Examinei atentamente a Constituição, a legislação, e os argumentos dos que propuseram o impeachment, e cheguei à conclusão de que não há qualquer consistência jurídica. Esse processo é apenas um jogo político. 

É assim que classifico a decisão do presidente Eduardo Cunha. 

Ele está sendo fortemente pressionado, há dentro da Câmara um movimento muito forte contra o seu procedimento antiético e, por isso, propondo a cassação do seu mandato. Numa tentativa desesperada, ele faz jogo para tentar forçar uma negociação.

Quais as consequências para o país?
Não terá consequência prática. Dizer que acolhe o pedido e designar uma comissão é apenas o início de uma caminhada. Essa comissão (que será criada para analisar o impeachment, podendo acolher ou arquivar) terá de examinar, dar um parecer. Se essa comissão acolher o pedido, deverá ter (o impeachment) aprovação de dois terços do plenário da Câmara para depois ir ao Senado. 

É apenas uma tentativa de se proteger. Há um grande risco de que a maioria dos deputados decida pela cassação do mandato do Eduardo Cunha. 

Ele, não tendo outro caminho, apela à chantagem.

O senhor acredita que é uma vingança do Cunha ou tentativa de barganhar?
É uma tentativa desesperada de forçar a negociação. 

Ele diria que concorda com o arquivamento do pedido do impeachment e vocês (PT) não pedem a minha cassação. 

É isso que ele tenta negociar.

Há riscos para a democracia e sociedade?
Não se pode perder de vista que já está em campo aberto a disputa eleitoral. Isso faz parte dessa encenação e teatralização que vem sendo feita ultimamente. 

Estou tranquilo de que a nossa ordem democrática não corre risco porque é um processo sem consistência, não vai ter desdobramento sério.

No meio de uma severa crise econômica, da tentativa de emplacar um duro ajuste fiscal e com a base esfacelada no Congresso, o impeachment poderá paralisar o país e agravar o quadro?
Essa crise é, de certo modo, alimentada pela grande imprensa. A grande imprensa age mais como grande empresa. Existe obsessão contra o PT, doentia e injustificável. Não creio em paralisação do país. 

É apenas uma discussão superficial, uma encenação, um teatro, não vai ter consequência.

O saque de bilhões da Petrobras, que abasteceu o caixa do PT e dos seus aliados, não é motivo suficiente para um impeachment?
Não, de maneira alguma. A Constituição é expressa: para o impeachment, é preciso responsabilidade pessoal e direta do presidente, por meio de atos no exercício da sua função presidencial. Teriam de ser atos praticados agora.

E os recursos desviados da Petrobras e repassados às campanhas do PT, como se fossem doações oficiais, não caracterizam crime eleitoral?
Não tem crime eleitoral. 

A Constituição diz que, depois da diplomação, não há mais como questionar o mandato. 

E a Dilma já foi diplomada há muito mais do que 15 dias.
O Tribunal de Contas da União (TCU) reprovou as contas do governo Dilma por atrasar o repasse de dinheiro do Tesouro para que os bancos públicos pagassem diversos programas, entre eles os sociais. 

Fez isso para maquiar um superávit primário. Há previsão legal sobre a irregularidade deste ato.
Pedaladas fiscais são um jogo contábil. Ninguém nunca disse que isso traz benefício pessoal. Não houve desvio de recurso público. Tudo continua no patrimônio federal. 

Não houve o mínimo prejuízo para o patrimônio brasileiro.

Então, para o senhor, mesmo que exista prova definitiva de corrupção, como no caso da Petrobras, não serve como base para o impeachment?
Mesmo que haja comprovação, não serve de fundamento jurídico porque a Constituição exige expressamente que sejam atos praticados no exercício da presidência. 

E nenhum desses atos caracteriza isso.

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Posição I

"Quem comete crime de improbidade pode sofrer impeachment", diz especialista.
Para Ives Gandra Martins, existe base jurídica, mas, no Congresso, processo de impeachment será político e cassação de Dilma dependerá de pressão popular.
Por: Caio Cigana


Autor do primeiro parecer que defendia o impeachment, o jurista Ives Gandra Martins avalia que existem argumentos mais do que suficientes para a presidente Dilma Rousseff perder o mandato. 

Mesmo assim, sustenta que o desfecho dependerá muito mais do clima que se criar nas ruas do Brasil do que da análise técnica dos argumentos. Para Ives Gandra, Dilma não teve ação dolosa, mas pecou por omissão, negligência, imperícia e imprudência e não tem credibilidade para tirar o país da crise.

O presidente da Câmara aceitou o pedido de impeachment da presidente Dilma. Que análise o senhor faz do episódio?
O pedido de impeachment é politico, embora com embasamento jurídico. Havia um jogo político. No momento em que os deputados do PT não aceitaram a orientação do Planalto e resolveram não contaminar sua imagem perante a opinião pública, o deputado Cunha também disse que não tinha mais responsabilidade nenhuma. O impeachment tem embasamento jurídico mais do que suficiente.

Quais são os principais argumentos que justificam o impeachment?
A lei de improbidade administrativa declara que ação ou omissão é crime de improbidade. Ela foi omissa com tudo que ocorreu quando era presidente do conselho da Petrobras. A lei, em relação à ação ou omissão, é muito clara. Por outro lado, a lei de impeachment tem um dispositivo que diz que constitui crime não supervisionar adequadamente o que está sob sua tutela e é evidente que ela não administrou bem com todos esse assaltos. Não estou dizendo que ela agiu dolosamente. Disse apenas que ela foi omissa, negligente, imprudente e imperita, que são os casos de culpa e que o STJ (Superior Tribunal de Justiça) já declarou, em dois casos de prefeitos, que deveriam ser afastados por culpa grave. Ela não foi imprudente no caso de Pasadena quando disse que, se tivesse conhecimento maior, não faria o negócio? Tinha obrigação de se aprofundar. Era um negócio de bilhões. Reconheceu que foi negligente quando disse que, se soubesse, não faria o negócio.

No Congresso, vai preponderar a análise política ou jurídica?
Vai ser exclusivamente política. Jurídica é a base, para começar, como no caso do Collor. No momento em que o povo sai à rua, vai depender menos dos deputados e dos argumentos jurídicos. Se o povo não sair às ruas, ela consegue um terço dos deputados com tranquilidade. Se o povo pressionar, os deputados não vão querer ter suas imagens vinculadas a um governo que não tem credibilidade.

Como o senhor avalia a argumentação de que o impeachment é uma tentativa de golpe ou até ruptura institucional?
Se é tentativa de golpe, temos na constituição dois dispositivos golpistas, que são os artigos 85 e 86. Eles dizem o seguinte: quem cometer crime de improbidade administrativa, pode sofrer impeachment.

Se a presidente perder o mandato, o que acontecerá com o país?

O mesmo que aconteceu após o Collor. Itamar criou um governo de coalização e, graças a ele, tivemos o Plano Real. Michel Temer é hábil, consegue dialogar com o Congresso, coisa que Dilma nunca conseguiu, e pode fazer um governo de coalizão, até porque, se o Brasil não tiver um governo de coalizão, não sai dessa crise monumental.

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As mulheres mais belas mostrando o que há de melhor sobre a arte na pele.

Estilo, atitude, personalidade, eis as mulheres mais belas mostrando o que há de melhor sobre a arte na pele.










































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Professor brasileiro é finalista do "Nobel da Educação".

Professor brasileiro é finalista do "Nobel da Educação".
Marcio Andrade Batista é doutorando na Universidade Federal de Mato Grosso e dá aulas como voluntário.
O professor Marcio de Andrade Batista é o único brasileiro entre os 50 finalistas do Global Teacher Prize, considerado o Prêmio Nobel da Educação. 

Segundo a organização do prêmio, Batista foi escolhido entre milhares de candidatos de 148 países. Apenas 29 nações estão representadas entre os finalistas. 

O vencedor será anunciado em março do ano que vem, em Dubai, e receberá US$ 1 milhão.


Engenheiro químico e professor da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Batista recebeu a indicação pelo trabalho que faz em escolas do ensino médio público. 

Ele orienta projetos sugeridos pelos próprios estudantes. 

A ideia é que os alunos desenvolvam interesse pela ciência desde o ensino básico. 

"Sempre tive como meta mostrar que ser cientista é tão legal quanto ser jogador de futebol ou outra profissão que os alunos admiram. Queria inserir a ciência dentro do rol de interesses dos alunos", afirmou à Agência Brasil .
Com as orientações do professor, surgem assim projetos como a utilização da casca da castanha de baru, típica do Cerrado da região, para fazer pisos e a utilização de resíduo de soro de queijo para enriquecer pães e dar mais qualidade à alimentação. Uma das alunas, Bianca Valeguzki de Oliveira recebeu o prêmio Jovem Cientista pelas mãos da presidente Dilma Rousseff.
A intenção é mostrar o importante papel que os professores desempenham, reconhecendo um educador excepcional, que tenha feito um excelente trabalho em sua região
"Quando me mudei para cá em 2010, vi que a universidade estava muito distante do ensino médio. 

Moramos em uma região pouco favorecida no sentido de acesso a materiais, de disponibilidade de laboratório. 

A intenção foi trabalhar com alguns alunos para replicar conhecimentos práticos para problemas da realidade deles", explica.

Empoderamento feminino
Como orientandas ele prioriza as mulheres, por acreditar que são necessárias mais oportunidades para as meninas. 

"Se dermos apoio a esses meninos, eles vão longe. Principalmente as meninas. Vivemos em um País, digamos, machista. Às vezes uma mulher e um homem exercem a mesma função, mas a mulher ganha menos. 

Essas meninas têm que romper a barreira do machismo, de estar longe dos grandes centros urbanos", defende.
O Global Teacher Prize está no segundo ano e é oferecido pela Fundação Varkey, fundada por Sunny Varkey, reconhecido internacionalmente pelo trabalho feito na educação. A intenção é mostrar o importante papel que os professores desempenham, reconhecendo um educador excepcional, que tenha feito um excelente trabalho em sua região.
A professora Nancie Atwell, dos Estados Unidos, foi a ganhadora do prêmio em 2015. Professora de inglês, ela deixa que os alunos escolham os livros que lerão e os assuntos sobre os quais escreverão nas aulas. 

Com a metodologia, cada aluno consegue ler em média 40 livros de 14 gêneros literários, além de escrever cerca de 21 artigos de 13 gêneros. 

Devido ao encorajamento e apoio, muitos dos seus alunos tornaram-se autores.

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Marta faz 5 e passa Pelé como maior artilheira da Seleção.

Marta faz 5 e passa Pelé como maior artilheira da Seleção.
Nesta quarta-feira (9), Marta quebrou mais um recorde histórico. 

Durante goleada por 11 a 0 sobre Trinidad e Tobago, pela estreia no Torneio Internacional de Natal, na Arena das Dunas, a atacante marcou cinco gols, e, chegando a 98 no total, se tornou com sobras a maior artilheira da história da Seleção Brasileira.

Marta ultrapassou Pelé e se tornou a maior artilheira da história da Seleção Brasileira
Foto: Getty Images
Os outros tentos do time canarinho na partida foram anotados por Beatriz (três vezes), Debinha, Raquel e Rilany. O Brasil volta a campo neste domingo (13), quando enfrenta o México. Depois, as brasileiras ainda encaram o Canadá, na próxima quarta-feira (16), pela última rodada da fase de grupos.
As duas seleções melhores colocadas entre essas quatro participantes se classificam para a final, que será disputada no dia 20 de dezembro, horas depois do duelo pelo terceiro lugar, que contará com as outras duas equipes restantes.
Já o feito consolidado por Marta nesta quarta-feira (9) é ainda mais marcante pelo tamanho do antigo dono da marca, Pelé, para muitos o maior jogador de futebol de todos os tempos, que balançou as redes 95 vezes durante as 114 partidas em que vestiu a amarelinha.
Além do número absoluto, a média da Rainha Marta também é melhor que a do Rei, uma vez que o confronto diante de Trinidad e Tobago foi sua 100ª partida defendendo a Seleção Brasileira.
Eleita cinco vezes a melhor jogadora de futebol do mundo, a camisa 10 do Brasil também é goleadora histórica em Copas do Mundo. 

Com 15 gols anotados, ela tem o título isolado de maior artilheira da história da competição feminina. Entre os homens, Ronaldo possuiu a mesma marca e é o segundo maior, atrás do alemão Klose, que fez 16.
Já em termos de conquistas coletivas, Marta já conquistou duas vezes a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos com a Seleção, além de duas pratas olímpicas e um vice-campeonato mundial. Agora, busca a sexta conquista do Torneio Internacional de futebol feminino.
post: Marcelo Ferla

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terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Mais de 400 mil crianças não denunciam abusos, diz estudo.

Mais de 400 mil crianças não denunciam abusos, diz estudo.
De acordo com especialistas, o número de vítimas é subestimado no país porque muitas não denunciam.
Mais de 400 mil crianças vítimas de abuso sexual não falaram sobre o crime ao longo dos últimos dois anos, aponta um estudo feito pela comissão do Gabinete de Crianças da Inglaterra. 

Especialistas acreditam que o número de vítimas no país é bastante subestimado e sugerem que apenas um em cada oito jovens denunciam, informou o jornal The Mirror.

Um estudo anterior previa que 1,3 bilhões de crianças inglesas serão vítimas de abuso sexual até os 18 anos.
Foto: Divulgação/BBC Brasil / BBCBrasil.com

Segundo o órgão, cerca de 50 mil casos de abuso sexual foram registrados pela polícia e autoridades locais em dois anos (até março de 2014).  

Mas a estimativa é que o número real durante esse período seja mais de 450 mil crianças.
Isso significa que 85% das vítimas não recebem cuidados apropriados. Segundo o estudo, a maioria das crianças se mantém em silêncio porque os serviços que podem protegê-las necessitam de seus depoimentos.
Os crimes normalmente ocorrem aos nove anos, mas muitas vítimas não dizem nada por anos e só conseguem falar sobre o assunto quando atingem uma maturidade maior.
Um dos motivos é que muitos não reconhecem o assédio até ficarem mais velhos. 

Crianças não denunciam também por se sentirem culpadas e com vergonha, por temerem o agressor ou as consequências de uma possível denúncia, como o desmantelamento da família, por exemplo.
Simon Bailey, da polícia nacional responsável pela proteção de crianças, alerta que a facilidade com que jovens podem acessar a pornografia agrava os casos de violência, pois muitos acabam reproduzindo o que assistem. 

“Tive casos em que garotos de 12, 13 anos abusaram meninas de quatro, cinco anos porque achavam que o comportamento visto online era normal”. 

A estimativa é que o número real de vítimas de abusos sexuais seja maior que 450 mil
Foto: iStock

post: Marcelo Ferla 


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