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quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Sobre gessos.


Bom, antes de postar esse material, gostaria de compartilhar com vocês a minha experiência de vida com gessos.
Comecei como quase todos, com o famoso gesso feito de talas gessadas.
Era muito pesado, mas era bacana porque a galera podia expressar sua arte nele.
Meu primeiro Gesso (branco tradicional e pesado) foi utilizado em decorrência do primeiro rompimento total ligamentar de meu tornozelo esquerdo.
Depois, com a tecnologia avançada da humanidade e de seus Gêniozinhos, passei a usar o Gesso Sintético, sempre na cor azul, cor do meu tricolor gaúcho.
Usei este em duas outras ocasiões, dois rompimentos totais ligamentares no mesmo tornozelo esquerdo e, outra vez, mesma lesão, mas desta vez no tornozelo direito.
Quatro gessos em menos de um ano.
Tala gessada? Também ás usei.
Uma em luxação no cotovelo esquerdo, outra em dois dedos do pé direito quebrados e, por fim, no dedão do pé direito quebrado.
Acho que é isso.
Mas nada se compara ao que verão agora.
Aliás se isso existisse talvez tivesse me machucado bem menos do que me machuquei.

Adeus, gesso! Estudante cria acessório que acelera cura de ossos quebrados
Por Redação


Se você já teve "a sorte" de quebrar um braço ou perna, com certeza deve ter passado pela experiência de ter o membro engessado por alguns dias ou semanas para que tudo voltasse ao normal. 
Há quem goste de colocar o gesso para deixar outras pessoas rabiscarem, mas muita gente acha a sensação bastante incômoda. 
Mas e se em vez de gesso você usasse um acessório feito a partir de uma impressora 3D? 
Esse é o conceito do Cortex, um periférico de plástico que substitui o gesso tradicional por uma cobertura braçal toda vazada que, além de ser mais leve e livre de odores, dispensa todo aquele processo de engessar o braço e ainda permite que o usuário fique com o membro reto, sem precisar dobrá-lo. 
O projeto foi anunciado em junho do ano passado por Jake Evill, estudante da Victoria University of Wellington, na Nova Zelândia. 
O molde é impresso em terceira dimensão a partir de um raio X do osso quebrado do paciente.
O Cortex ainda não tem previsão para chegar ao mercado porque ainda está em fase conceito. 
No entanto, um novo protótipo baseado na mesma ideia promete dispensar de vez o uso do gesso e de quebra agilizar o processo de cura do osso danificado. 
Trata-se do Osteoid, um exoesqueleto semelhante ao Cortex e equipado com um dispositivo de ultra-som que acelera a cicatrização. 
As informações são do site The Verge
Desenvolvido pelo estudante turco Deniz Karasahin, o Osteoid foi o projeto vencedor do Prêmio A'Design 2014, competição voltada para novas ideias na área da impressão 3D. 
Karasahin e sua equipe contam que o acessório é feito sob medida para cada usuário, é resistente a água e pode ser projetado em várias cores diferentes. 
"O objetivo é melhorar a experiência de todos quando o assunto é curar membros quebrados ou fraturados, concentrando-se no conforto do paciente e no tempo necessário para o corpo curar-se", dizem.

Dispositivo que emite pulsos de ultra-som ajuda na cicratização de ossos quebrados. (Foto: Deniz Karasahin/A'Design Award).
O sistema de aceleração de cura do exoesqueleto é basicamente um sistema de baixa intensidade de pulsos de ultra-som (LIPUS, na sigla em inglês). 
De acordo com os criadores, dois conectores são plugados em uma das aberturas do acessório para ficar em contato direto com a pele na área lesada. 
Feito isso, o usuário com um osso quebrado precisa utilizar a braçadeira durante 20 minutos diários para acelerar o processo de cura, que chega a ser reduzido em 38%, para fraturas mais graves, e em até 80%, para as mais leves. 
Para saber como está a recuperação do membro danificado, basta olhar para o gerador de pulsos. 
Segundo Karasahin, no centro do dispositivo existe um mecanismo de luzes que orienta o usuário sobre o estado do osso fraturado e do tempo de sessão dos pulsos de ultra-som. 
Por exemplo, se o paciente atingiu o tempo de 20 minutos de utilização do gadget, luzes começam a piscar e mudar de cor, indicando que chegou a hora de encerrar a sessão. 
Karasahin afirma que o Osteoid levou quatro meses para ficar pronto. 
O próximo passo é a criação de um sistema de bloqueio que projete melhor o membro quebrado e acelere ainda mais o processo de cicatrização.

The Osteoid: peça é feita sob medida em uma impressora 3D. (Foto: Deniz Karasahin/A'Design Award).
post: Marcelo Ferla

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