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segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Dica do Blogueiro.


O senso de bem e mal ganha novas perspectivas em livro do cientista Paul Bloom, que chega ao Brasil pela editora BestSeller.
De acordo com Bloom, as noções de moralidade acompanham os seres humanos desde o nascimento e até mesmo bebês têm percepções rudimentares de justiça.


O cientista cognitivo Paul Bloom é autor de seis livros, incluindo o aclamado How Pleasure Works, e seus artigos já foram publicados no New York Times Magazine, Nature e The New Yorker. Em sua nova obra, O que nos faz bons ou maus (Editora BestSeller) ele se dedica a explicar que, diferentemente do que pensam John Locke e Sigmund Freud, os seres humanos não nascem como um quadro em branco do ponto de vista moral. Pelo contrário, Bloom se baseou em pesquisas inovadoras realizadas na Universidade de Yale para provar que mesmo os bebês podem julgar boas ou más as ações alheias.
Através de conhecimentos de psicologia, economia comportamental, biologia evolutiva e filosofia, ele analisa a moralidade em diversos seres vivos: chimpanzés, psicopatas violentos, extremistas religiosos e professores universitários.

Rejeitando a tese de que nossas ações são determinadas majoritariamente por sentimentos instintivos, Bloom passeia pelas grandes descobertas científicas, somente possíveis por conta da razão.

Segundo ele, a razão é também o que possibilita nossas descobertas morais.
Embora Bloom defenda que o senso moral é inerente aos seres humanos, no início, ele é, obviamente, rudimentar e apresenta trágicas limitações. Todos são naturalmente hostis a desconhecidos e propensos à intolerância. 

Em O que nos faz bons ou maus, o cientista investiga de que forma superamos essas limitações ao longo da vida, transcendendo o sentido primitivo de moralidade e nos tornando mais do que apenas bebês.


O que nos faz bons ou maus
(Just Babies: The Origins of Good and Evil)
Paul Bloom
Preço: R$ 30
Formato: 14 x 21 x 1,6 cm
Páginas: 304
Grupo Editorial Record | BestSeller

 Em O que nos faz bons ou maus, Paul Bloom, importante cientista cognitivo, afirma que um os seres humanos já vêm ao mundo com uma noção de moralidade. Baseando-se em pesquisas inovadoras realizadas na Universidade de Yale, Bloom demonstra que, antes mesmo de poderem falar ou andar, os bebês julgam a bondade e a maldade das ações dos outros, sentem empatia e compaixão, agem para acalmar os que estão angustiados, e têm um senso rudimentar de justiça. Ainda assim, essa moralidade inata apresenta, algumas vezes, trágicas limitações. Reunindo conhecimentos de psicologia, economia comportamental, biologia evolutiva e filosofia, Bloom investiga a forma como aprendemos a superar tais limitações. Brilhante, descomplicado, espirituoso e intelectualmente investigativo.
post: Marcelo Ferla
material: Gardênia Vargas - Gardenia.Vargas@record.com.br



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