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O diálogo sobre o que é escrito aqui e sobre o que vem acontecendo ao nosso redor é muito mais valioso e poderoso do que podemos imaginar.

Portanto, sinta-se em casa, leia, informe-se e opine. Estou aqui para opinar, dialogar, debater, pensar, refletir e aprender. Faça o mesmo.

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quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

A vida pode ser incrível.


A vida pode ser incrível.
Tenho muito sonhos não realizados e alguns que já sei que não realizarei, mas faço um exercício que acho saudável a mim e passo este a quem gosto. 

Curto muito quando quem gosto conquista algo que não consegui, que desejei demais e não pude realizar ou que ainda desejo e não realizei, assim como sonho muito através de belas imagens dos que gosto quando as vejo.

Isso acontece muito com esportes radicais, por exemplo. 

Por eu ser totalmente maluco sinto a vontade de provar muitas coisas desta área e, quem sabe um dia conseguirei.

Algumas destas vontades são bem caras, mas coragem tenho de sobra, pois, como disse, sou maluco, louco mesmo.

Em sendo assim, enquanto não acontecem ou já não vão mais acontecer viajo através de imagens belíssimas de lugares e momentos, assim como atividades radicais que acho demais e sonho, sonho e sonho.

A vida pode ser demais – parte V







































post: Marcelo Ferla

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Falando nisso!!!


Somos todos Charlie Hebdo


Tendo em vista o ataque à revista francesa Charlie Hebdo, ocorrido na quarta-feira (7), em Paris, a Câmara Brasileira do Livro – CBL replica nota de apoio divulgada pela IPA – Associação Internacional dos Editores.
A CBL repudia qualquer ato contra a liberdade de expressão, em especial ações de tamanha violência e intolerância. 

A entidade se solidariza com o povo francês, que neste momento encontra-se indignado com o atentado, e presta suas mais profundas condolências aos profissionais e suas famílias.
Somos todos Charlie Hebdo: editores árabes e internacionais unidos em defesa da liberdade de expressão*
Genebra, 7 de janeiro 2015
O ataque assassino à revista satírica francesa é, na verdade, um ataque aos valores comuns aos editores.
A comunidade editorial global está chocada com o acontecimento brutal de hoje, contra a revista francesa Charlie Hebdo, no qual o editor-chefe Stéphane Charbonnier e os cartunistas Jean Cabut, Bernard Verlhac e George Wolinski estavam dentre as doze pessoas mortas.
Assem Shalaby, presidente da Associação de Editores Árabes, condenou: "este ataque perverso é contrário aos princípios do Islã e à mensagem de seu profeta."
"Este é um horrível crime cometido contra a humanidade, a liberdade de expressão, o Islã e os muçulmanos", disse Ibrahim El Moallem, presidente da Dar El Shorouk, a maior editora de livros árabe. 

"É um ataque contra a civilização".
Presidente da IPA - International Publishers Association e da Bloomsbury, Richard Charkin, disse que "o ataque à Charlie Hebdo é um ataque aos valores fundamentais dos editores: a liberdade de expressão, a liberdade de publicar e o direito de criticar e polemizar. 

A IPA apela a todos os editores, autores, jornalistas e cartunistas que estejam juntos a defender esses valores. Somos todos Charlie Hebdo".
Vincent Montagne, presidente da Associação dos Editores Franceses SNE, disse que "estamos profundamente chocados com o ataque assassino de hoje contra os autores, jornalistas e cartunistas. Barbárie e fanatismo não terão a palavra final".
Ola Wallin, presidente do Comitê da Liberdade para Publicar do IPA, disse que "o assassinato de hoje em Paris é um crime contra toda a indústria editorial. 

Os trabalhadores da Charlie Hebdo sacrificaram suas vidas pela liberdade de expressão".
O secretário-geral da IPA, Jens Bammel, disse que "não devemos permitir que as minorias radicais manchem a mensagem de todas as grandes religiões: de paz, compaixão, amor e respeito. 

Os sentimentos do mundo editorial estão com as vítimas de hoje e suas famílias."
Nota aos Editores: A IPA - International Publishers Association é a federação internacional de associações de editores nacionais, representando todos os aspectos de publicação de livros e revistas de todo o mundo. 

A IPA é uma associação da indústria, com uma premissa de direitos humanos. Ela luta contra a censura e promove direitos autorais, alfabetização e liberdade de publicar, em todo o mundo. 

post: Marcelo Ferla
*texto em tradução livre

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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Dica do Blogueiro.


‘S´IMBORA, O MUSICAL – A HISTÓRIA DE WILSON SIMONAL’  TRAZ AOS PALCOS A VIDA DE UM DOS MAIORES E MAIS POLÊMICOS ÍDOLOS DA MÚSICA BRASILEIRA
Escrito por Nelson Motta e Patrícia Andrade, com direção de
Pedro Brício, espetáculo estreia dia 16 de janeiro, no Teatro Carlos Gomes


O sucesso pode ser efêmero, mas o verdadeiro talento é eterno. A trajetória de Wilson Simonal levou essa máxima às últimas consequências. 

O cantor se transformou em ídolo nacional de forma meteórica, suas músicas estiveram no topo das paradas. Só Roberto Carlos rivalizava com ele em popularidade. De repente, a sombra de uma acusação de delator envolveu a carreira do ‘rei da pilantragem’, que entrou em um exílio artístico, de onde nunca mais saiu. 

A obra de Simonal, contudo, se mantém cada vez mais moderna e chega pela primeira vez ao teatro pelas mãos de Nelson Motta e Patrícia Andrade, com direção de Pedro Brício. ‘S´imbora, o musical – a história de Wilson Simonal’ estreia em 16 de janeiro, no Teatro Carlos Gomes.  

Quase uma personagem da peça, a cidade escolhida não poderia ser outra: o Rio de Janeiro com sua malandragem, seus célebres programas de auditório, suas lindas mulheres e a música que até hoje balança o Brasil.
O papel-título é interpretado por Ícaro Silva, que viveu nos palcos outro ícone da música brasileira, Jair Rodrigues, em ‘Elis, a musical’, também da autoria de Nelson Motta e Patrícia Andrade. Ícaro se destacou ainda em ‘Rock´n´Rio – o musical’ e em espetáculos como ‘R & J de Shakespeare’. 

Para concorrer ao papel-título, mais de 1000 atores mandaram material, sendo selecionados 100 para as audições, onde foi escolhido o protagonista.
Nelson Motta, Patrícia Andrade e Pedro Brício fizeram uma série de reuniões e trocaram muitas ideias até chegarem ao formato final do musical. 

“Queríamos descobrir que espetáculo queríamos fazer, o que focar na história do Simonal. Tem muitas atmosferas dramáticas, porque a vida dele foi assim. Fazemos um resgate do riquíssimo repertório dele, mostrando essa figura improvável, pobre, negro, que se tornou o maior astro popular do país, fazendo música de altíssima qualidade. Ele é um personagem único”, exalta.
O musical, contudo, não se furta a falar sobre a decadência de Simonal, condenado a um “exílio” involuntário, e toca nos temas polêmicos que cercaram a carreira do artista, sem tomar partido. 

“Ele é um mistério, não é um herói romântico, pelo contrário. É uma figura contraditória, com múltiplas facetas, mas a peça não faz um julgamento. 
O espetáculo tem essa riqueza, essa multiplicidade: vai da ascensão absoluta do primeiro artista negro pop à sua total decadência”, define.
O roteiro final foi sendo formatado no decorrer dos ensaios. Os autores fizeram toda a seleção do repertório, mas Pedro Brício fez sugestões, juntamente com o diretor musical, Alexandre Elias. Algumas cenas de dramaturgia foram surgindo no ensaio, já que a música está diretamente ligada à encenação.
Autor de dois musicais biográficos de grande sucesso, ‘Elis, a musical’ e ‘Tim Maia – Vale Tudo, o musical’, Nelson Motta acredita que o espetáculo sobre Simonal tem uma dramaticidade ainda mais acentuada. 

“A maior qualidade de um musical é ter grandes canções. É o forte do Tim Maia e da Elis também. Mas o Simonal, além de histórias e músicas sensacionais, tem uma carga dramática incrível, porque ele é um personagem que foi do céu ao inferno, com uma densidade maior do que a do Tim e a da Elis. É uma história que começa alegre e termina dramática, tristíssima”, comenta Nelson.

Ascensão e queda de um astro
A trajetória de Simonal não encontra paralelos na história da música brasileira. O prólogo parecia ser comum: garoto pobre tem que batalhar muito para conseguir mostrar o seu talento. 

Mas, no momento em que foi descoberto por Carlos Imperial - personagem fundamental na história do futuro astro e narrador da peça -, ele explodiu. 

O Brasil inteiro cantou ‘Balanço Zona Sul’ (seu primeiro sucesso), ‘Sá Marina’, ‘País Tropical’, ‘Meu limão, meu limoeiro’, ‘Lobo bobo’, ‘Mamãe passou açúcar em mim’, todas presentes no roteiro do espetáculo.
Na década de 60, Simonal era um astro da televisão e do rádio e apontado por muitos como o maior cantor brasileiro, com público e crítica a seus pés. 

“Ele era um grande entertainer, contava piadas, dançava e dominava a plateia como nenhum artista do seu tempo, fazendo o Maracanãzinho lotado cantar como um coral em que ele era o maestro”, exalta Nelson.
Já no início da década de 70, sua carreira começou a se desestruturar: Simonal encerrou um contrato com a TV Globo, brigou com o Som Três, que o acompanhava desde o início, e desfez o escritório da Simonal Produções. 

A gota d´água aconteceu quando ele, desconfiado do seu contador, pediu ajuda a amigos policiais (agentes do DOPS), que o sequestraram para que denunciasse quem o estava roubando na sua produtora. 

O episódio culminou na prisão do cantor, que, posteriormente, em uma cadeia de equívocos, foi acusado de delator a serviço da ditadura militar. Embora nada nunca tenha sido provado, Simonal dizia que até torturadores e terroristas foram anistiados, menos ele, que se transformou em um morto-vivo e foi condenado a um ostracismo artístico até sua morte, em 2000.
Interpretado por Thelmo Fernandes, o polêmico Carlos Imperial é o narrador do espetáculo.

“Ele não é muito confiável, não sabe exatamente o que aconteceu, é um pouco como é a história, que é a narrativa. Li muito sobre o Simonal; A montagem tem o respeito de se manter dentro dos fatos, mas tem muita ficção. Você está criando um personagem, é preciso traduzir as emoções, não é um documentário, uma reportagem. Pensamos em como tranpor isso para o palco. Não temos mentiras, nada é inventado, mas tomamos liberdades poéticas”, afirma Pedro.
A peça é também um importante panorama da política e sociedade brasileira da época. 

“Ela não apenas fala da história de um homem, mas sobre nosso país, como era nossa sociedade, não só em termos de preconceitos, mas de conflitos políticos. O que aconteceu com ele tem a ver com o período, talvez não tivesse acontecido em outro contexto histórico”, explica Pedro.
A cenografia é de Hélio Eichbauer, que assinou o cenário de montagens históricas, como ‘O rei da Vela’, de José Celso Martinez Corrêa, além de ter profunda ligação com a música brasileira, já tendo dirigido shows de Gal Costa (‘Mina d´agua do meu canto’) e  assinado a cenografia de inúmeros shows de Caetano Veloso, como ‘O Estrangeiro’ e ‘Cê’, entre outros.

“É muito importante termos o Hélio na equipe. O cenário será muito especial, não fica buscando o espetacular pelo espetacular. É uma estética intrinsicamente brasileira, que tem muito a ver com a época, mas não é alegórico. É teatral, musical, mais minimalista. Tem um impacto pela beleza estética. Nada é decorativo, ele tem uma síntese que está em sintonia o pensamento arquitetônico do Hélio”, define Pedro.
Marília Carneiro concebeu mais de 250 figurinos para o espetáculo, em uma média de 17 por personagem, com exceção do próprio Simonal (que terá 12) e de Carlos Imperial, com três figurinos, além de uma dezena de perucas, usadas por todo o elenco.
A direção musical de Alexandre Elias e os arranjos de Max de Castro, filho de Simonal, são fieis à obra do Simonal, mas trazem um olhar criativo, contemporâneo. 

“O importante é resgatar e sublinhar a obra dele. Independente do que aconteceu, ele deixou um legado para a black music brasileira”, afirma Pedro.
Nos últimos anos, foram lançadas biografias e documentários sobre sua trágica história, reconhecendo seus erros, mas o reabilitando como um dos maiores cantores do país. 

Os discos também foram relançados; suas músicas, redescobertas pelos DJs; vários projetos criados, como O baile do Simonal, organizado pelos filhos dele, Max de Castro e Simoninha.
Essa retomada da importância histórica do artista ganha nova página com a estreia de ‘S’imbora, o musical’. 

Simonal passeou por todos os gêneros: cantou rock, calipso, bossa nova e samba, ajudou a criar a pilantragem e ainda inaugurou uma escola de canto no Brasil, reunindo, ao mesmo tempo, o cool da bossa nova, o suingue da música negra e uma notável potência vocal.
‘S´imbora, o musical – a história de Wilson Simonal’ estreia no Rio e depois segue para São Paulo, no primeiro semestre de 2015. 

A montagem ainda traz na ficha técnica nomes como Renato Vieira (coreografia) e Rico Vilarouca (projeções), em uma realização da Planmusic , com patrocínio da Cielo  e apoio cultural da Bolt e Taesa. 

SERVIÇO
‘S´IMBORA, O MUSICAL  - A HISTÓRIA DE WILSON SIMONAL’
Estreia: 16 de janeiro (sexta)
Temporada: até 12 de abril
Teatro Municipal Carlos Gomes
Praça Tiradentes, 19
Telefone: 2232.8701

Horários
Quinta a sábado – 20h
Domingo – 18h

Preços:
Quintas, sextas e domingos: R$ 80,00
Sábados: R$ 90,00

Vendas na bilheteria do teatro
Horário da bilheteria: de terça à sexta,  das 14h às 18h;

Classificação etária: não recomendado para menores de 12 anos
Capacidade do teatro: 685 lugares
Duração: 2h40 (com intervalo)

FICHA TÉCNICA
Texto de Nelson Motta e Patrícia Andrade
Direção Geral: Pedro Brício
Direção Musical: Alexandre Elias
Cenário: Hélio Eichbauer
Figurino:  Marília Carneiro
Coreografias: Renato Vieira
Produção Geral: Luiz Oscar Niemeyer
Direção de Produção:  Joana Motta
Patrocínio: Cielo
Apoio Cultural: Bolt e Taesa
Realização: Planmusic

Elenco:
Ícaro Silva (Simonal)
Thelmo Fernandes (Carlos Imperial)
Gabriela Carneiro da Cunha (Tereza)
Gabriel Staufer (Miele/Walter Clark/ Guinsburg)
Kadu Veiga (Marcos Moran/Boscoli)
Victor Maia (Roberto Carlos/ Eduardo Araujo/ Cesar Camargo)
Marino Rocha (Jô/Boni)
Marina Palha (Elis/Jane Burkin)
Jorge Neto (Pelé/Simoninha/Zé Ary/ Jair)
Paulo Trajano (Delegado/Zagallo/ Flavio Cavalcanti)
Cássia Raquel (Sarah Vaughan)
Dennis Pinheiro (Sabá e Carlos Alberto Torres)
Lívia Guerra ( Marly Tavares / imperialete)
Natasha Jascalevich  (Brigite Bardot/ Laurinha Figueiredo)
Kotoe Karasawa (apresentadora da Record)
Ariane Souza (imperialete)
e JP Rufino e JD d´Aleluia (Simonal criança)

Banda:
Alexandre Elias: guitarra
Kim Pereira: bateria
Denize Rodrigues: sax
Romulo Duarte: baixo
Vinicius Lugon: trompete
Antonio Neves: trombone
Reginaldo Vargas: percussão
Fernanda Torres: pianista


post: Marcelo Ferla
fonte: Uns Comunicação
Alan Diniz + Sidimir Sanches

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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Falando nisso!!!


Nota de Mauricio de Sousa sobre o atentado ocorrido na França.

(Desenho de Wolinski, um dos desenhistas mortos no atentado)
A liberdade de expressão está de luto pelo atentado à revista satírica Charlie Hebdo, em Paris. 

Doze pessoas morreram na ação entre as quais três desenhistas. 

Um deles Wolinski, considerado um dos maiores cartunistas do mundo, que com seu traço descontraído e humor irreverente, influenciou um bom número de artistas brasileiros. Ele os fazia rir às lágrimas. 

Como muitos dos seus personagens. Nossas homenagens às vítimas da intolerância.

Mauricio de Sousa
Desenhista

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Dica do Blogueiro.


NOVO THRILLER DE JO NESBO, AUTOR DE BONECO DE NEVE.
Escritor veio ao Brasil em dezembro para o lançamento do livro.



Com mais de 25 milhões de livros vendidos em todo o mundo e diversos prêmios por sua obra, o norueguês Jo Nesbø é um dos mais bem-sucedidos e aclamados escritores da Europa atualmente e considerado o mestre da literatura policial escandinava. 

Seus livros foram traduzidos para mais de 40 idiomas, chegando sempre ao topo das listas de mais vendidos e rendendo ao autor alguns dos mais prestigiados prêmios literários do gênero policial. Seu último livro, Boneco de neve, vendeu mais de 15 mil exemplares no Brasil em menos de um ano e deve ganhar uma adaptação para o cinema.

Em O leopardo, considerado o melhor thriller de 2009 pela Danish Academy of Crime Writers, o detetive Harry Hole troca a fria Oslo por Hong Kong, onde encontra refúgio no ópio, no álcool e nos jogos de azar para fugir de sua antiga vida. Porém, por mais que ele tente se manter afastado, um sórdido assassino consegue trazê-lo de volta à realidade. Duas mulheres são encontradas afogadas no próprio sangue, e uma terceira é morta por enforcamento. 

A cobertura da imprensa provoca grande comoção na cidade. Não há pistas do assassino, a única conexão entre as mortes é o fato de que todas as vítimas passaram a noite em uma cabana isolada nas montanhas. Conforme a investigação avança, Harry tem certeza de que está lidando com um perigoso e implacável assassino, que escolhe suas vítimas a dedo. 

Porém, ao assumir o caso, ele coloca-se também na mira desse perigoso psicopata.

“Uma narrativa enérgica, com reviravoltas de tirar o fôlego e uma trama repleta de intrigas... Esplêndido.” The Independent

“Um gigante do thriller escandinavo.” The Boston Globe

“Extremamente viciante.” Vanity Fair

O LEOPARDO
(Panserhjerte)
Jo Nesbo
Tradução: Grete Skevik
602 páginas
Preço: R$ 45,00
Formato: 16 x 23cm
ISBN: 978-85-01-05278-0
Fenômeno literário na Europa e considerado o mestre da literatura policial escandinava, o norueguês Jo Nesbø conquistou milhões de leitores — entre eles o tarimbado autor de thrillers Michael Connelly e a cantora americana Patti Smith — e vem sido aclamado pela crítica internacional por reinventar o suspense contemporâneo com raras percepção psicológica e ambição, exímia qualidade literária e profundo conhecimento da vida no mundo moderno e globalizado. 

Seus livros foram traduzidos para mais de 40 idiomas e ultrapassam a extraordinária marca de 25 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo, chegando sempre ao topo das listas de mais vendidos e rendendo ao autor alguns dos mais prestigiados prêmios literários do gênero policial.
Comparado freqüentemente a mestres como Raymond Chandler, Dennis Lehane e o próprio Connelly, e apontado como o novo Stieg Larsson da Noruega, Nesbø — que já foi também economista e músico de sucesso em seu país — é conhecido por combinar narrativas complexas, refinadas e ambiciosamente construídas a suspense de alta voltagem, resultando em um noir poético. 

Seus fascinantes, autênticos e marcantes personagens movem-se por labirintos de mentiras, traição e maldade e trazem à tona densas discussões éticas.
Ópio, álcool e jogos de azar. É nesta tríade de autodestruição que o inspetor Harry Hole mergulha para fugir de sua vida em Oslo. 

Sozinho, ele alimenta seus vícios na esperança de que o anonimato na grande Hong Kong possa protegê-lo das indesejadas visitas do passado. 

Porém, por mais que ele tente se esquivar, um assassino sórdido pode trazê-lo de volta.
Em Oslo, duas mulheres são encontradas afogadas no próprio sangue. Aparentemente a causa da morte é um ferimento no interior da boca das vítimas. Diante do cenário hediondo, a Divisão de Homicídios não vê outra saída a não ser chamar o experiente Harry Hole.

E cabe à jovem policial Kaja Solness a difícil tarefa de convencer o inspetor a assumir o caso. 

Relutante em voltar, ele se rende apenas quando descobre que seu pai sofre de uma doença grave.
Nesse meio-tempo, uma nova vítima é localizada enforcada. 

O único traço comum entre as três mulheres assassinadas é terem passado uma noite em uma cabana isolada. 

Conforme a investigação avança, Harry tem certeza de que está lidando com um perigoso e implacável assassino que escolhe criteriosamente suas vítimas.
Para desvendar a identidade desse monstruoso serial killer e impedir outras mortes, Harry precisa, antes de tudo, lidar com os próprios demônios, que atormentam tanto sua vida pessoal quanto profissional. 

Porém, ele não imagina que, ao assumir o caso, coloca-se na mira desse perigoso psicopata.


Jo Nesbø vive em Oslo. 

É músico e economista, além de um dos escritores mais bem-sucedidos e aclamados na Europa atualmente. 

É autor de Garganta vermelha, A estrela do diabo, O redentor e Boneco de neve, entre outros títulos publicados pela Editora Record. 

Seu primeiro thriller policial estrelado pelo detetive Harry Hole tornou-se sucesso instantâneo na Noruega, conquistando o Prêmio Glass Key como melhor romance nórdico de 1988. 

O leopardo foi considerado o melhor thriller de 2009 pela Danish Academy of Crime Writers. Sua obra vendeu mais de 25 milhões de exemplares no mundo.

post: Marcelo Ferla

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Aprenda.


E depois há aqueles momentos maravilhosos que você nunca esquece,
não porque eles eram ocasiões especiais
mas porque estava com pessoas especiais.
G. Canton


post: Marcelo Ferla
colaboração: Flavia Luquetti

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Coisas Bacanas.


04 DE JANEIRO - DIA MUNDIAL DO BRAILLE.
Fundação Dorina Nowill para Cegos reforça a importância do Braille, aborda a leitura sem intermediários e informa títulos mais solicitados pelos leitores com deficiência visual.


No dia 04 de janeiro comemora-se o “Dia Mundial do Braille”, o sistema de leitura e escrita que permite que milhares de pessoas com deficiência visual sejam leitores de diferentes gêneros, autores e materiais. 

Louis Braille (jovem cego francês) foi o responsável por essa grande conquista há quase 200 anos. 

Ao desenvolver o Sistema Braille, a escrita e leitura por pontos em relevo, ele facilitou o acesso à informação, à cultura e ao entretenimento às pessoas que não enxergam.
No Brasil, a Fundação Dorina Nowill para Cegos é reconhecida por ter a maior Imprensa Braille da América Latina em capacidade produtiva, com impressão em larga escala, equipamentos de grande porte, recursos humanos especializados e matéria prima especial. 

Há quem diga que nos últimos 60 anos “não há no Brasil uma só pessoa cega alfabetizada que não tenha tido em suas mãos pelo menos um livro em Braille produzido pela Fundação Dorina Nowill para Cegos”.

Leitura sem intermediários
A leitura é para a pessoa com deficiência visual tão importante quanto é para quem enxerga. E não é diferente para Regina Fátima Caldeira de Oliveira, cega desde os 7 anos de idade. 

Sempre muito ativa, já foi telefonista, coordenadora de voluntariado e revisora. 

Mas é de livros que ela gosta! Hoje, Regina coordena uma equipe de revisores de textos em braille na Fundação Dorina e, como Membro do Conselho Iberoamericano e do Conselho Mundial do Braille, tem enorme paixão por esse sistema natural de leitura.  

Ela afirma que este foi o meio que permitiu e continua permitindo que ela tenha acesso à cultura e a informações diversas.
"Os textos escritos estão constantemente presentes na vida das pessoas que enxergam por meio de outdoors, manchetes que podem ser lidas nas bancas de jornais e revistas, legendas de filmes e de outros programas de televisão, e em outras situações do cotidiano", diz Regina. 

"Já as pessoas cegas, leem apenas os textos em braille que lhes chegam às mãos".
E diz ainda: "Mesmo diante de um computador, as pessoas que enxergam continuam a ter um contato direto com a linguagem escrita, enquanto as pessoas cegas apenas ouvem"

"Devemos também considerar que, para aqueles que gostam de ler, nada substitui o prazer de ter um livro entre as mãos, sentindo-lhe o cheiro, virando-lhe as páginas em busca de novas revelações ou voltando-as para reviver as sensações agradáveis do que já foi descoberto", afirma ela.
Pelas mãos de Regina e de sua equipe passam cerca de 200 mil páginas em braille a cada ano, que são revisadas com o auxílio de voluntários que enxergam. 

A profissional faz parte da cadeia produtiva de mais de 580 novos títulos que foram transcritos em 2014 e distribuídos para mais de 2500 instituições em todo o Brasil, além de produtos como cardápios, calendários, catálogos e contas telefônicas. 

Além disso, a profissional também está coordena o Curso de Capacitação de Revisores de Textos em Braille, que fará com que 10 pessoas cegas tenham mais conhecimento sobre a revisão de livros que transformam a vida de milhares de pessoas pelo país inteiro.
A biblioteca da Fundação Dorina Nowill para Cegos divulga alguns títulos em braille mais solicitados pelos leitores com deficiência visual. São eles:
- Kairós - o Tempo de Deus (Padre Marcelo Rossi)
- Saga Harry Potter (J. K. Rowling); composta por sete títulos (Harry Potter e a Pedra Filosofal; Harry Potter e a Câmara Secreta; Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban; Harry Potter e o Cálice de Fogo; Harry Potter e a Ordem da Fênix; Harry Potter e o Enigma do Príncipe; Harry Potter e as Relíquias da Morte)
- Grafia Braille para língua Portuguesa (Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial)
- Saga Crepúsculo (Stephenie Meyer); composta por três títulos (Crepúsculo, Lua Nova e Eclipse)
- O Milagre (Nicolas Spark)
- A sombra do Vento (Carlos Ruiz Zafón)
- Casamento Blindado (Renato e Cristiane Cardoso)

Sobre o braille
Louis Braille nasceu em 4 de janeiro de 1809, ficou cego durante a infância e, em 1825, aos 16 anos, apresentou a primeira versão de um sistema de escrita e leitura que mudou a vida das pessoas cegas em todo o mundo. 

Baseado na combinação de seis pontos dispostos em duas colunas e três linhas, o Sistema Braille permite a formação de 63 caracteres diferentes, que representam as letras do alfabeto, os números, a simbologia científica, musicográfica, fonética e informática. 

Esse sistema adapta-se perfeitamente à leitura tátil, pois os seis pontos em relevo podem ser percebidos pela parte mais sensível do dedo com apenas um toque. 

A leitura do Braille é feita da esquerda para a direita, com uma ou ambas as mãos. 

Algumas pessoas ganharam tanta prática em ler Braille que conseguem ler até 200 palavras por minuto. 

O Sistema Braille chegou ao Brasil em 1850, pelas mãos do jovem cego José Álvares de Azevedo, mas foi a partir da década de 1940, com a criação da Fundação para o Livro do Cego No Brasil – a atual Fundação Dorina Nowill para Cegos – que a produção de livros nesse formato ganhou força.

Cenário brasileiro
Segundo os novos dados do censo 2010, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) neste mês, existem no Brasil 6,5 milhões de pessoas com deficiência visual, possíveis leitores e admiradores de diferentes gêneros da literatura. 

Destes, 530 mil são cegos e 6 milhões têm baixa visão ou visão subnormal.
Sobre a Fundação Dorina Nowill para Cegos
A Fundação Dorina Nowill para Cegos atua há 68 anos para facilitar a inclusão de crianças, jovens e adultos cegos e com baixa visão, por meio de serviços gratuitos e especializados de reabilitação, educação especial, clínica de visão subnormal e programas de empregabilidade. 

A instituição é referência na produção de livros e revistas acessíveis nos formatos braille, falado e Daisy, distribuídos gratuitamente para pessoas com deficiência visual e para mais de 2500 mil escolas, bibliotecas e organizações em todo o Brasil.  

www.fundacaodorina.org.br  / 11 5087-0991.


Busto de Louis Braille, obra componente da exposição

“... E tudo começou assim”, do Centro de Memória Fundação Dorina, na seção “O caminho das Luzes”

A frase é do francês e diz “Se os olhos não me deixam obter informações sobre os homens e eventos, sobre ideias e doutrinas, terei de encontrar uma outra forma”.

“Sem livros o cego não pode aprender”.

post: Marcelo Ferla
Crédito: Mariana Lopes 

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Aprenda.



Não se explique
As razões não importam
Nós temos que deixar passar

Bem, então vá e divirta-se
eu sei, "pra sempre" significa até o dia que acabar

Nós nunca saberemos avaliar o que tínhamos
Enquanto não fizer parte do passado

Forever

Christopher Cross

post: Marcelo Ferla
Colaboração: Flavia Luquetti

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terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Decepção dos fãs.


Jon Jones cai em antidoping por derivado de cocaína e se interna em clínica de reabilitação.
Episódio polêmico, no entanto, não irá anular sua recente vitória contra Daniel Cormier, no UFC 182

Jones venceu Cormier em sua última luta. Foto: Brandon Magnus
Poucos dias após uma das vitórias mais consagradoras da bem sucedida carreira de Jon Jones, uma notícia bombástica sobre o campeão dos meio-pesados do UFC promete abalar o mundo do MMA. 

Nesta terça-feira (6), o lutador norte-americano anunciou que caiu em um exame antidoping surpresa com uma substância derivada da cocaína, e que, por isso, irá se internar em uma clínica de reabilitação a drogas.
No exame, realizado no dia 4 de dezembro do ano passado pela Comissão Atlética de Nevada, foi detectada no organismo do lutador a substância benzoilmetilecgonina. 
No entanto, por se tratar de uma substância que não é ilegal fora do período de competição (quando o exame foi realizado) pela WADA, a Agência Mundial Antidoping, Jones não foi proibido de lutar no UFC 182, bem como o ocorrido não irá alterar o resultado de sua luta contra Daniel Cormier.
Pouco depois do anúncio, Jones enviou um depoimento ao site norte-americano “Yahoo Sports” no qual se posiciona sobre o assunto.

“Com o apoio da minha família, entrei em uma clínica de tratamento contra drogas. Eu quero pedir desculpas à minha noiva, meus filhos, minha mãe, pai e irmãos pelo erro que cometi. Também quero pedir desculpas ao UFC, meus treinadores, meus patrocinadores e para os meus fãs, que são tão importantes quanto. 

Estou levando este tratamento de forma muito séria. Portanto, agradeceria se eu tivesse privacidade neste momento com minha família”, declarou.
Aos 27 anos de idade, Jones tem uma das carreiras mais meteóricas da história do MMA, se tornando o campeão mais jovem a conquistar um cinturão no UFC. 



Com cartel praticamente perfeito (tem somente uma derrota por desclassificação em uma luta que dominava), o norte-americano é o recordista de defesas de título entre os meio-pesados, com oito, e já derrotou nomes como Daniel Cormier, Alexander Gustafsson, Vitor Belfort, Rashad Evans, Glover Teixeira, Maurício Shogun, Lyoto Machida e Quinton Jackson. 

O sucesso é tamanho que o lutador foi mencionado na lista dos 30 esportistas mais bem sucedidos com menos de 30 anos da renomada revista norte-americana “Forbes”.
Jon Jones aparece em lista de maiores precoces do esporte de renomada revista. Com meio milhão de dólares, Jones recebe o maior salário do UFC 182
Único representante do MMA na lista, Jones aparece na 12ª posição, superando nomes como Neymar (19º), Cristiano Ronaldo (26º) e Sebastian Vettel (28º). 

O primeiro colocado é James Harden, jogador de basquete do Houston Rockets.
Aos 27 anos de idade, Jones se tornou um dos lutadores mais bem sucedidos da história do MMA em um curto período de tempo. Campeão mais jovem do UFC, aos 23 anos, “Bones” já quebrou o recorde de defesas de cinturão entre os meio-pesados, derrotando nomes como Daniel Cormier, Alexander Gustafsson, Vitor Belfort, Rashad Evans, Glover Teixeira, Maurício Shogun, Lyoto Machida e Quinton Jackson.
Em dezembro, Jones postou o vídeo abaixo em sua conta no Instagram do momento em que foi testado pela Comissão de Nevada. Na ocasião, o atleta escreveu: 

“A única coisa que eu tenho é PHW: Pure Hard Work [Apenas Trabalho Duro]. Eles provavelmente estão se perguntando como minhas pernas de galinha são tão fortes. Eu tomei alguns suplementos, mas é tudo legal.”


UFC mostra decepção, mas apoia decisão de Jones

Pouco depois da notícia se espalhar, o UFC publicou nota oficial na qual se diz decepcionada com o episódio, mas reitera seu apoio a Jones. 

“Nós apoiamos a decisão do campeão dos meio-pesados do UFC de se internar em uma clínica de reabilitação para abordar seu problema recente. 

Mesmo que estejamos decepcionados com o resultado do teste, aplaudimos sua decisão de entrar em uma clínica. Jon é um lutador forte e corajoso dentro do octógono e esperamos que ele luta contra esse problema com a mesma postura e diligência. 

Louvamos sua decisão e estamos ansioso para vê-lo sair deste problema como um homem melhor.”
O sucesso de Jon Jones dentro do UFC está sendo reconhecido em ambientes que transcendem o mundo do MMA. 

O campeão dos meio-pesados, que recentemente defendeu pela oitava vez seu cinturão, teve seu nome citado na lista personalidades do esporte mais bem sucedidos com menos de 30 anos de idade da renomada revista norte-americana “Forbes”.

post: Marcelo Ferla
Fonte: terra.com
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