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sexta-feira, 15 de maio de 2015

Homens admiráveis.


Hobsbawm relembra Tony Judt.
Historiador marxista vê uma relação "curiosamente contraditória" com seu colega, morto em 2010.

Eric Hobsbawm
Em recente texto para a revista britânica London Review of Books, o historiador Eric Hobsbawm aborda a carreira de seu colega Tony Judt, autor de obras importantes como Pós-Guerra – Uma História da Europa desde 1945 (Objetiva).
De formação marxista, Hobsbawm preocupou-se em aprimorar as análises históricas para criar mecanismos mais eficientes de análises econômicas e sociais. Militante de esquerda, participou do Partido Comunista da Grã-Bretanha e integrou o Exército Britânico contra o nazismo durante a Segunda Guerra Mundial.
Em sua carreira, estreitou relações com Tony Judt, que viria a morrer em 2010, vítima de esclerose lateral amiotrófica. Relação esta que ele define, em seu texto, como “curiosamente contraditória”, ao abordar a carreira acadêmica do historiador.
Embora ciente das diferenças entre o pensamento de ambos, Hobsbawn afirma que, “no entanto, nossos interesses intelectuais tinham algo em comum. 

"Ambos sabíamos que o século 20 só podia ser plenamente compreendido por aqueles que se tornaram historiadores, pois viviam nele e compartilhavam sua paixão básica: a crença de que a política é a chave para as nossas verdades assim como para nossos mitos”.

post: Marcelo Ferla

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