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quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Falando nisso.


IDOSOS: DÊ UM FORA NOS PARADIGMAS DA FELICIDADE.
É preciso fugir do comodismo e estar disponível para as mudanças.


O Dia do Idoso é comemorado no mês de outubro e a perspectiva é que essa parcela da população triplique nos próximos 20 anos segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). 

O número de pessoas com idade acima de 60 passará dos 22,9 milhões (11,34% da população) para 88,6 milhões (39,2%).
Porém, apesar do aumento na expectativa de vida, muita gente passa a se questionar sobre o que vem pela frente, o que fazer e qual seu valor na sociedade. 

“Ficam perdidos, sentem-se improdutivos e vivem inquietações e conflitos que podem levar a depressões. Parte dessas pessoas acredita que está destinada a parar de vez e acaba por minar as chances de ser feliz nessa fase”, diz a especialista em comportamento humano, Heloísa Capelas.
A autora do livro “O Mapa da Felicidade” explica que esse é  um modelo de comportamento alimentado culturalmente e de modo inconsciente para a situação do idoso. Mas todas as pessoas, independente da idade, possuem as ferramentas necessárias para mudar esse paradigma. 



“O primeiro passo a ser dado para lidar com tudo isso é começar a desenvolver uma nova consciência. Se o mercado de trabalho, por exemplo, ainda obriga a parar, então o melhor é aproveitar esse momento para recomeçar. 

O recomendável é se afastar dos estigmas da sociedade: como ‘sou velho, não consigo’.”
A autora afirma que um dos empecilhos para alcançar a felicidade nesse momento da vida é a resistência em relação às mudanças. ParaHeloísa, acreditar que está muito velho para aprender algo, como um novo idioma, uma viagem ou um novo amor, transformará isso em uma realidade. 

“Se você se permite arriscar, tentar, ou seja, criar a consciência de que tem capacidade para novidades, conquistará oportunidades de realizá-las”, declara.
De acordo com a autora, a ciência, por exemplo, já comprovou que ao estudar outro idioma nosso cérebro se exercita e isso ajuda a evitar degenerações e doenças
Heloísa enfatiza que para, de fato, obter a felicidade nessa fase é preciso olhar para si e fugir dos comodismos. 

O pensamento de que “do jeito que é, está bom” deve ser substituído pelas perguntas: “poderia ser melhor?”,“o que eu posso fazer para tornar a vida ainda melhor?” e “o que eu faço hoje que já é sinônimo de felicidade?”.
"O caminho é buscar, dentro de si, as motivações para viver e , dessa forma, redescobrir a vida. “Estar receptivo, com a mente aberta e espírito sereno, leva você a ter boas ideias, a ser mais criativo e a agir com outro ponto de vista”, declara a especialista .
post: Marcelo Ferla
fonte: grupo image

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