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sábado, 12 de julho de 2014

Bolada no saco.


Dos 23 alemães, só Klose não atuou em seleções de base. Na Argentina, são dez.
Pedro Venancio
  
Finalista da Copa do Mundo após humilhar o Brasil no Mineirão, a seleção alemã colhe os frutos de um trabalho consistente na formação de jogadores, que teve início após a Eurocopa de 2000. E os números mostram: dos 23 atletas convocados por Joachin Löw, apenas Miroslav Klose não passou por seleções de base. Justamente o mais velho do time, com 36 anos.
Entre os que mais se destacaram, estão Özil, Boateng, Hummels, Höwedes, Khedira e Neuer, integrantes do time campeão europeu sub-21. Mas não são apenas eles os representantes daquela equipe na Copa do Mundo. Há também Ashkan Dejagah, que optou por defender o Irã e esteve no Brasil.
Toni Kroos foi eleito o melhor jogador do Mundial Sub-17 em 2007, quando o Nationalelf chegou às semifinais. Há também Mario Götze, camisa 10 da Alemanha que conquistou o título europeu sub-17 ao lado do defensor Shkodran Mustafi. Philipp Lahm e Bastian Schweinsteiger, primeiros frutos desse mapeamento, atuam nas seleções de base do país desde a sub-16.
Em comparação com a Argentina, o número assusta: dos 23 jogadores convocados por Alejandro Sabella, dez jamais atuaram por seleções de base: Orión, Andújar, Campagnaro, Demichelis, Rojo, Basanta, Enzo Pérez, Augusto Fernández, Ricky Álvaarez e Palacio. O elenco argentino, porém, conta com oito titulares da equipe que foi campeã olímpica em Pequim, em 2008. Resquícios da última geração formada sob as diretrizes de José Pekerman e Hugo Tocalli, são eles Messi, Di María, Zabaletta, Romero, Garay, Lavezzi, Agüero e Mascherano.
No Brasil, os números são semelhantes aos da Argentina. Ao todo, oito jogadores não passaram por seleções de base. São eles Victor, Thiago Silva, Henrique, Dante, Paulinho, Bernard, Hulk e Fred.
Marcelo Ferla
fonte: Blogbasenabola/globoesporte.globo.com

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