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terça-feira, 11 de junho de 2013

Brasil desconhecido.


Vivemos em um país onde o Ministério da Saúde diz que a felicidade está em ser prostituta, mulheres estas que tem pouca escolaridade (média de 1° a 4° série), má instrução e conhecimento, que apanham, sofrem, e na sua maior parte, odeiam ser o que são, sendo só o que são, prostitutas, pelo fato de precisarem sobreviver e não por que são felizes a sendo;

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O capitalismo selvagem cantado a tanto pelos Titãs, a competitividade, muitas vezes desumana, o bulling, as cobranças exageradas, enfim, tudo que faz com que crianças e adolescentes fiquem deprimidos, está aumentando.

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Ainda sobre o suicídio - fonte folha.com.br

O aumento de casos de depressão em crianças e adolescentes é na porcentagem de mais de 95% das pessoas nessa faixa, que se suicidam, possuindo em sua maioria, diagnóstico de doença psiquiátrica.

Junte-se tudo isso ao maior consumo de álcool e drogas e a bomba está armada.

No Brasil, a taxa de suicídio entre adolescentes e jovens aumentou pelo menos 30% nos últimos 25 anos. O crescimento é maior do que o da média da população, segundo o psiquiatra José Manoel Bertolote, autor de "O Suicídio e sua Prevenção" (ed. Unesp, 142 págs., R$ 18).

A curva ascendente vai contra a tendência observada em países da Europa ocidental, nos Estados Unidos, na China e na Austrália. Nesses lugares, o número de jovens suicidas vem caindo, ao contrário do que acontece no Brasil, aponta um estudo da University College London publicado no periódico "Lancet" no ano passado.

"Na década de 1990, a taxa de suicídios aumentava em todos os países do mundo, e a OMS [Organização Mundial da Saúde] lançou um programa de prevenção. Os países que fizeram campanhas de esclarecimento conseguiram baixar os números. É importante falar do assunto", diz o psiquiatra Neury Botega, da Unicamp.

TABU

O tema é tabu até para profissionais de saúde. Nos registros do Datasus (banco de dados do Sistema Único de Saúde), aparece como "mortes por lesões autoprovocadas voluntariamente". Um longo eufemismo, segundo Botega. Evita-se a palavra, mas o problema se perpetua.
Em cursos de prevenção, o psiquiatra registrou as crenças de profissionais de saúde. Muitos acham que perguntar à pessoa se ela pensa em se matar já pode induzi-la a consumar o ato.

Divulgação

Cena do documentário 'Elena', de Petra Costa (foto); diretora refaz trajetória da irmã, que se matou em 1990, aos 20 anos
"Não temos esse poder de inocular a ideia na pessoa. E, se não tentarmos saber o que ela está pensando sobre o assunto, não conseguiremos ajudá-la", diz o psiquiatra.

A taxa cresce por uma conjugação de fatores. "A sociedade está cada vez menos solidária, o jovem não tem mais uma rede de apoio. Além disso, é desiludido em relação aos ideais que outras gerações tiveram", diz Neury.

É uma das primeiras causas de morte em homens jovens nos países desenvolvidos e emergentes. Mata 26 brasileiros por dia. E ninguém quer falar no assunto.

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O INSS daqui do Rio Grande do Sul, trouxe em reportagem vinculada na Zero Hora de ontem, números alarmantes em relação ao aumento de beneficiados concedidos em decorrência do uso de drogas e, consequentemente, incapacidade laboral decorrente destas. 

Do ano de 2006 até 2012, o aumento nos pedidos e posteriores concessões de destes, por conta de Segurados vítimas das drogas, aumentou em espantosos 179%,  chegando a um total de 3.748 concessões de benefícios como o auxílio-doença.

Estamos vivendo em um país onde as políticas de tratamento e, principalmente, prevenção ás drogas lícitas e ilícitas, legais ou não, demonstra-se ineficaz, miúdo,  formando uma geração de trabalhadores moribundos, zumbis escravos de seu próprio vício, jogados nas ruas e esquecidos pela sociedade como um todo.

Para recordar, devemos lembrar o que ocorreu no início do ano, em janeiro, na Cracolândia, localizada no centro de São Paulo, quando uma força tarefa retirou o que parecia uma legião de zumbis de dentro do local que assim é chamado por abrigar milhares de dependentes desta droga maldita, o crack. Estes perambulavam pelas ruas de São Paulo como desalmados, perdidos em seu poço sem fundo, sem nenhuma ajuda, senão uma condução tosca e até com denúncias de violência contra aqueles que não tem forças próprias para resolver um problema tão grave quanto este.

A exemplo da educação, o problema de drogadição no país em que vivemos, tanto advindo de drogas legalizadas ou não, apresenta formas de amortização, basta para isto, que convenha a nossos políticos, fato este que não ocorre por que usuários de droga dificilmente votam, ou seja, uma triste e bárbara conclusão.

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Por fim nesta primeira parte, os baderneiros da paulista. Escrevo aqui o que já fi dito nos meios de comunicação e mídias de massa, ou seja, reivindicar, fazer passeatas e protestos contra o aumento de passagens de metrô e ônibus sempre é sempre será defendida por mim, até porque o direito de manifesto é direito constitucionalmente assegurado, somos, é diríamos que quase, uma democracia, e esse exercício faz parte de uma democracia  mas este exercício feito com depredações inaceitáveis, prejudicando terceiros que nada tem haver com o aumento das passagens já é algo execrável e que deve sim ser repelido por força policial. Ser dom bem, esperto e protestar não é sinônimo nem direito adquirido de destruir propriedade particular, e sim coisa de vagabundo, ou seja, alguns pseudo-revolucionários que nem sabem o que é fazer revolução. Devemos agir sim, mas não como os que agem contra nós.

Marcelo Ferla

      

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