Seja bem vindo ao Blog do Marcelo Ferla

Informativo

Sempre gosto de lembrar aos leitores que este blog tem como intenção trazer à tona a informação, o conhecimento e o debate democrático sobre os assuntos mais variados do nosso cotidiano, fazendo com que todos se sintam atualizados.

Na medida em que você vai se identificando com os assuntos, opine a respeito, se manifeste, não tenha medo de errar, pois a sua opinião é de suma importância para o funcionamento e a real função deste espaço, qual seja, a de levar a todos o pensamento e a reflexão.

O diálogo sobre o que é escrito aqui e sobre o que vem acontecendo ao nosso redor é muito mais valioso e poderoso do que podemos imaginar.

Portanto, sinta-se em casa, leia, informe-se e opine. Estou aqui para opinar, dialogar, debater, pensar, refletir e aprender. Faça o mesmo.

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terça-feira, 30 de novembro de 2010




Gostaria de comunicar aos leitores deste espaço que o blog está com um novo visual, mais limpo e acessível.

Gostaria de pedir aos meus seguidores no twitter que se cadastrassem no novo espaço de seguidores colocado a disposição no blog, pois estarei tirando o modelo antigo.

Coloquei o meu twitter pessoal alí para sinalizar a vocês onde fica o espaço. Tansfiram suas assinaturas para o  novo modelo.

Abraços,

Marcelo Ferla 
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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Ídolos do Esporte





Dando continuidade a minha lista de Ídolos do Esporte, trago a vocês hoje um representante do país da Laranja Mecânica, o holandês, Clarence Seedorff, a pantera.













Faça seu comentário sobre o que você acha de Clarence Seedorff e seu futebol e, sempre lembrando, se você quer seu Ídolo do Esporte aqui no blog, mande seu comentário.

Marcelo Ferla
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quinta-feira, 25 de novembro de 2010









De maravilhosa, nada.

"Quando os ricos fazem a guerra, são sempre os pobres que morrem."

(Jean Paul Sartre)


Essa frase de Jean Paul Sartre resume bem o que vem ocorrendo no Estado do Rio de Janeiro, mais precisamente, em um território formado por 10 bairros e 400 mil habitantes, números estes que correspondem à união do Conjunto da Penha e do Conjunto do Alemão, complxos estes que viraram, desde domingo, zonas de guerra onde esta sendo travada uma nova batalha entre traficantes e polícia.

As cenas as quais nos deparamos na televisão, em parte não são novas, aliás, já fazem parte do cotidiano carioca, de certa forma, desde a década de 70, quando da criação de grupos criminosos organizados. Traficantes impondo o seu domínio por meio da força e violência de um lado e, do outro, a polícia, muitas vezes atrapalhada e sempre mal paga, mal equipada e sucetível a corrupção, mas tentando conter esse domínio que na maior parte das vezes se demonstrou muito mais organizado e inteligente do que o Poder Público.

O fenômeno é de caos e tensão total, o que não poderia ser diferente, pois até o presente momento foram 27 mortos, 46 veículos incendiados, contando com um ônibus queimado na manhã desta quinta. Nove incêndios aconteceram entre as 20h da noite de quarta-feira (24) e o início da madrugada de hoje.

Mas desta vez a coisa se demonstra bem diferente. Temos do lado de cá a união de forças das polícias militar e civil, de Grupos de Operações Especiais como o Bope, com seus blindados famosos chamados de Caveirão, helicópteros blindados com atiradores de elite a porta das aeronaves e, pela primeira vez, em uma operação direta contra o tráfico de drogas, as Forças Armadas,  que em outras situações fora rejeitada, o que acabou colaborando no aumento da tragédia final. 


Desta vez esta se faz presente por meio da Marinha, que dá apoio logístico e auxilia na invasão das Vilas e morros com seus blindados M- 113, Muag e Lagarta Anfíbio, que transportam nesta guerra os soldados aliados (policiais e militares) Vila Cruzeiro acima para combater o exército inimigo, este formado pelos traficantes poderosos e seus fieis soldados.


O que em muitos aspectos se demonstra como um novo cenário nunca visto no Brasil, no qual temos tanques de guerra nas ruas, policiais, desta vez, fortemente armados e em grande quantidade, hospitais de prontidão para o atendimento de feridos, ou seja,  toda uma logística que se demonstra até agora digna de uma guerra e que parece estar sendo eficiente até agora, uma vez que dentre as imagens passadas na televisão, vindas das câmeras de helicópteros da imprensa, ao vivo. Estas, de forma imprecionante, mostram quando traficantes e/ou grupos de contenção (como são chamados os criminosos “menores” que ficam para trás para que os grandes traficantes tenham tempo de fugir) acuados e assustados fugiam pelo mato em direção ao Conjunto do Alemão em decorrência da invasão da Vila Cruzeiro, no Conjunto da Penha.

As imagens mostravam tiros que ricocheteavam no chão, um traficante aparece sendo atingido e é levado de arrasto por um comparsa, tudo isso ilustrando o cerco e sufoco passado por estes criminosos dentro de seu próprio território.

Mas o que parece ser uma vitória avassaladora por parte do Poder Público, ao ponto de entusiasmar as pessoas que presenciam as imagens pela televisão, demonstra na verdade a saturação e o cansaço de cariocas que não agüentam mais tal situação que só piora e que não é resolvida de forma eficiente. mas não é só, o pior, ao contrário do que muitos pensam, ainda está por vir, uma longa guerra, dramática, violenta, sangrenta e real, muito real.    

A operação toda, ao que parece vai ser muito mais longa do que o esperado, o que nunca é bom em uma situação assim. Digo isso baseado em uma investigação da polícia do Rio que aponta para uma articulação entre os traficantes de duas facções criminosas para uma eventual mega-ação de confronto contra a polícia e a sociedade carioca como um todo marcada para o próximo sábado, dia 27.

Sabe-se disto através de conversas entre traficantes interceptadas pela polícia onde os criminosos aparecem sugerindo ações como atirar contra as sedes dos governos estadual e municipal do Rio de Janeiro e lançar explosivos em áreas de grande aglomeração, como shopping centers na zona sul e pontos de ônibus. Essa é a situação e isso, repito, não é nada bom.

Se fala de tudo isto, mas muito pouco se fala do cidadão carioca. 


Quando se compara de forma proporcional o que se mostra e se comenta na televisão sobre as operações, as trocas de tiros e outras coisas deste tipo, pouco se fala do carioca, do cidadão carioca, o bom carioca que mora nestes lugares que já, declaradamente, são zonas de guerra urbana, uma guerra dentro de um país dito pacífico e que não tem o hábito cultural de fazer parte de guerras. Quanta hipocrisia, pois agora, a realidade veio a tona e não há como evitá-la, todos nós estamos vendo.

Em uma guerra, sempre, sem exceções, o civil, o chamado cidadão “comum” é o maior prejudicado. No caso do Rio de Janeiro não é diferente, pois os bons cidadãos do Conjunto da Penha e do Conjunto do Alemão que não cometeram nenhum delito para sofrerem intervenção policial, sempre acompanhada de violência, nem tão pouco fazem estes parte do Tráfico de Drogas, mesmo assim, sem nada merecer, tem suas vidas alteradas em decorrência de algo do qual não podem evitar, assim como em uma guerra, assim como disse lá em cima Jean Paul Sartre, pois em uma guerra sempre os grandes a criam e os pequenos a pagam com a vida.   



Esta guerra já tem até seu símbolo, ruim como ela, injusta como ela, um rosto na verdade, pois, dentre as vítimas está à estudante Rosângela Barbosa Alves, 14 anos de idade, baleada durante um confronto entre a Polícia Militares e traficantes ocorrido na Vila Cruzeiro, no Conjunto da Penha, zona norte do Rio de Janeiro.

Esse é sem sombra de dúvidas o maior problema desta guerra, os inocentes. A bala perdida que matou Rosângela que ao chegar ao céu só ficou sabendo do que tinha  morrido por que São Pedro que a disse: “Minha filha, você foi mais uma vítima de bala perdida”. Caso contrário, fosse por ela, esta não saberia responder ao Santo  homem sequer do que morreu.

Tudo muito rápido, tudo inesperado, tudo com muita dor, sofrimento, incredulidade, tudo vindo do nada, ou melhor, do nada não, mas de uma arma disparada em uma guerra, a guerra do Rio de Janeiro.

Tudo isso, a polícia, os tanques,  os traficantes, a adrenalina, o sensacionalismo, tudo pode fazer com que a coisa que esta sendo feita pareça ser a certa, pareça ser a solução, pois estamos todos cansados dessas coisas, dessas invasões em nosso íntimo, a nossa segurança. Vivemos em um país extremamente violento, o mundo hoje é extremamente violento.

Mas aí pergunto a vocês todos. E nós, cidadãos desse mundo, desse país, que não fazemos o mal a ninguém, como nós ficamos diante de tamanha selvageria? Nós somos os “inocentes”. 


 A nós, “inocentes" caberia esperar ou não como diria Caetano,  não, não deveriamos, mas também esperamos, e com isso termos nossa parcela de culpa, pois não fazemos nada para mudar certas coisas que podem ser mudadas, não alertamos, não educamos, fazemos no jeitinho, na malandragem, talvez mais inocente do que a malandragem do traficante, mas fazemos, somos egoístas.

Egoístas, pois não queremos saber e entender, pelo menos nossa maioria, que tudo tem uma origem, tudo nasce de algo, assim como todo “Rio” tem sua nascente e esta nascente tem vários nomes, como falta de oportunidade, a falta de escolaridade, a falta de expectativa de vida, a falta de sonhos, o descaso, enfim.



Um dia quando todos nós nos preocuparmos em dar, em fazer e em  sermos mais do que somos, em maior quantidade, mais cultos, mais sábios, mais lúcidos e não tão somente ter uma televisão de led e olhar por esta tudo como se fosse um filme, como se não fosse a nossa realidade e sim uma ficção que termina depois de duas ou três horas de escuridão, aí sim, aí poderemos ser respeitados, aí poderemos cantar com orgulho: “cidade maravilhosa, cheia de tantos mil, cidade maravilhosa, coração do meu Brasil”, caso contrário o verde, o amarelo e o branco de nossa bandeira que hoje são representados pelo verde da maconha, pelo amarelado do crack e pelo branco da cocaína, jamais serão o verde das matas, o amarelo das riquezas e branco da paz.

Marcelo Ferla. 
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quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Ídolos do Esporte





Hoje mais três vídeos de um dos maiores jogadores de todos os tempos. Com vocês, a elegância francesa de Zinedine Zidane.












Espero que tenham gostado e espero o comentario de vocês sobre este craque.

Marcelo Ferla
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terça-feira, 23 de novembro de 2010

Ídolos do Esporte




Para estrearmos em grande estilo a categoria Ídolos do Esporte, três vídeos do gênio Ronaldinho Gaúcho.







Curta e deixe seu comentário.

Marcelo Ferla
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Super Ídolos

A partir de hoje estou criando uma nova categoria aqui no blog, a Super Ídolos do esporte.

A categoria trará vídeos dos maiores nomes do esporte em lances geniais. Eu pessoalmente selecionarei. Vocês todos poderão curtir esses vídeos, comentando e falando o que acham desses gênios do esporte e comentar o que acham deles.

Espero que gostem desta nova atração e comentem.

Marcelo Ferla
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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Lembram do Simon, olha ele aí dinovo.





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Frases

"A idade de casamento dos homens aumentou para 26 anos e a das mulheres para 24, sem que haja razão para isso. A idade de casamento para os homens deveria ser de 20 anos e a das mulheres em torno dos 16 ou 17 anos."

Mahmoud Ahmadinejad


Ahmadinejad argumenta, no entanto, que a população do Irã, atualmente em 75 milhões de pessoas, deve dobrar para fazer frente às pressões do Ocidente.  
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Falando Nisso!!!

Novas informações divulgadas no New York Times revelaram que a Correia do Norte possui uma nova usina nuclear, tinindo de nova. 

Com toda essa paranóia recente a cerca de possíveis países de características extremistas que vem adquirindo ou possivelmente produzindo armas de destruição em massa, você acha que essas suposições são tão somente motivos para que o EUA, principalmente, inicie novas guerras, a exemplo da invasão infundada do Iraque ou você acha que realmente essas informações são fatos e podem desencadear a III Grande Guerra, independente ds pretenções dos EUA?


Marcelo Ferla   
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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

O verdadeiro vencedor.




O verdadeiro vencedor.

Nem tudo que ocorreu em um ano em que tivemos escândalos políticos e baixarias na corrida a presidência foi de todo ruim. Sim, podem acreditar, há algo que se salvou e se salva diariamente diante de tudo isto.

A muito venho falando a respeito de política, sendo o conteúdo de meus textos, ora otimista, ora pessimista, algo que nem poderia ser diferente em se tratando da velha gangorra politiqueira. O otimismo só cabe aqui, por que se faz necessário acreditar, caso contrário, estará tudo perdido.

O Brasil é hoje um país que não possuí estabilidade política, longe disto. É sim, um país que, ao meu modo de ver, passará por severas dificuldades daqui para a frente, principalmente na transição do governo Lula para o Governo Dilma, pois, substituir, por si só, um homem como Lula é algo extremamente difícil, sem mencionar tudo aquilo que vem ocorrendo e sendo dito no que se refere ao parceiro nada simpático do futuro governo, o PMDB.

Bem, mas vamos voltar ao assusto do título. O verdadeiro vencedor ao qual me refiro é o discreto, equilibrado, sereno e eficiente Vice-Presidente da República José Alencar, um homem acima de qualquer suspeita e que vem nos dando uma verdadeira lição de vida, no sentido mais puro e amplo da expressão.



Mais uma vez, pois muitas foram as vezes que José Alencar fora hospitalizado em decorrência da sua luta contra um câncer no tórax, o guerreiro Alencar conseguiu vencer as batalhas nos campos de guerra.

Saiu nesta quinta-feira do Hospital Sírio-Libanês, onde se encontrava internado em decorrência de uma sublocusão intestinal, seguida, posteriormente, de um infarto do miocárdio ocorrido na última quinta-feira, o que estendeu a sua internação.

Ao sair disse: “To bem, to saindo com muita segurança de que as coisas vão bem.”

Dentre tantas coisas polêmicas e de conteúdo muitas vezes pesado que acabo aqui textualizando, analisando e formando minha opinião, tento, sempre na medida do possível, não deixar de fora, jamais, as coisas belas que a vida nos proporciona.

Imaginem vocês, a quantidade de pessoas que este Colosso chamado José Alencar atinge com sua trajetória de batalhas vencidas, levando a todos, desta forma, esperança, vigor, força, possibilidades mil de poder se viver melhor, de poder lutar contra algo implacável que é o câncer, e vencer, de poder sorrir de forma contagiante, ironizando a morte a cada vez que esta bate a sua porta.

José Alencar brinca com a morte, não daquele jeito pejorativo, usado por falsos corajosos que sequer sabem o significado do que estão fazendo ou enfrentando, mas no sentido de não se entregar, de ser otimista em momentos que muitos pensam não poder se ter otimismo.

Mas lá está ele, sempre saindo pela porta que entrou, sempre com a mesma dignidade, honestidade e claro, o sorriso, o impagável sorriso do querer viver.

Nesta guerra sem fim, neste caminho penoso que enfrentam aqueles que possuem este mal, há esperança, não somente medicamentosa ou advinda de talento científico, mas uma esperança de sentimento, humana, sempre com bom humor e um sorriso que parece dizer: “eu não me entregarei jamais. Se querem algo de mim, que lutem comigo pelo que querem, pois não vão retirar nada do que vieram buscar.”

Se tudo está revirado, se tudo está péssimo, se tudo ou quase tudo foi ruim, aos totalmente insatisfeitos digo, olhem para o lado e vejam o que talvez não fora visto, José Alencar, o Grande.

Marcelo Ferla

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