Seja bem vindo ao Blog do Marcelo Ferla

Informativo

Sempre gosto de lembrar aos leitores que este blog tem como intenção trazer à tona a informação, o conhecimento e o debate democrático sobre os assuntos mais variados do nosso cotidiano, fazendo com que todos se sintam atualizados.

Na medida em que você vai se identificando com os assuntos, opine a respeito, se manifeste, não tenha medo de errar, pois a sua opinião é de suma importância para o funcionamento e a real função deste espaço, qual seja, a de levar a todos o pensamento e a reflexão.

O diálogo sobre o que é escrito aqui e sobre o que vem acontecendo ao nosso redor é muito mais valioso e poderoso do que podemos imaginar.

Portanto, sinta-se em casa, leia, informe-se e opine. Estou aqui para opinar, dialogar, debater, pensar, refletir e aprender. Faça o mesmo.

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quinta-feira, 4 de novembro de 2010





Para aqueles que são adoradores dos animais que vivem em nosso planeta, lá vão algumas imagens desses seres incríveis:


                                                                        Tartaruga Aligator

                                                      Lagarto de Gola
                                                         Mandril
                                                         Combatente
                                                    Dragão Marinho
                                                 Pombo Coroado do Sul



Marcelo Ferla
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Falando Nisso!!!

De um lado, no ranking da ONU, o Brasil ocupa a posição de 73° lugar no índice mundial de desenvolvimento humano. Do outro lado, segundo o ranking da Forbes, a eleita Presidente da República Dilma Rousseff, aparece como a 16° pessoa mais poderosa do mundo.

Como seria interessante e bom se o país atingisse índices de desenvolvimento na proporção do poder que a nossa Presidente tem , segundo afirma a Forbes. É esperar para ver.

Marcelo Ferla 
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quarta-feira, 3 de novembro de 2010






















Vida e primeiros passos no poder.

 
Ontem (01/11) a eleita Presidente da República Dilma Rousseff falou cara a cara com William Bonner no Jornal Nacional direto de Brasília.

A edição especial começou com uma matéria de Marcos Losekann na Bulgária, o país onde surgira a família Rousseff. Na matéria, Losekann foi recebido pela prima de Dilma, Tsanka Kamenova (acho que é assim que se escreve) que agora tem uma Presidente na família e que contou um pouco da origem da família e da saída do Pai de dilma da Bulgária por conta da II Guerra. Também falaram do irmão de Dilma por parte de mãe, chamado Luben, que veio a falecer em 2007. Dilma escrevia sempre cartas para o endereço do irmão, mantendo assim, o contato com as raízes do país dos Balcãs. 


Um fato curioso é que em uma das últimas correspondências Dilma mandou um maço de dinheiros a seu irmão, um gesto muito nobre, repetidas vezes feito por ela, vez que sabia das dificuldades que este enfrentava apesar de ser Luben um engenheiro.

Delis Ortiz, em uma segunda reportagem, abordou a infância e adolescência de Dilma e logo destacou que, aos 16 anos de idade, ainda na escola, Dilma começou sua caminhada como militante contra o governo instalado no país no golpe de 1964.

Dilma fazia parte de grupos que eram conhecidos por pegarem em armas para lutar por um Brasil socialista, mas tinha tão somente como atividades dentro do grupo o caráter destacado de organização, conforme declarou seu companheiro de militância Gilberto Vasconcelos que ainda disse que Dilma jamais pegara em uma arma em sua vida de militante.

Na clandestinidade, Dilma circulou pela região centro-oeste, até ser presa em São Paulo, na Rua Augusta, em 16 de janeiro de 1970.

Passou pelo temido DOPS, sendo torturada e ficando presa por dois anos e quatro meses.

Depois de tudo isto, voltou para sua terra, Porto Alegre e lá recomeçou sua vida, se formando em economia, tendo sua única filha de nome Paula e iniciando sua carreira na administração pública.

Depois das reportagens, Dilma destacou que a democracia é uma das maiores conquistas que se possa ter alcançado em termos de política pós-ditadura e que nem mesmo os militantes como ela, á época do momento em que o país vivia, acreditavam que um dia poderia se ter democracia e liberdade no país e que tudo isto só fora capaz de ocorrer através de uma reversão de valores causada pela própria ditadura, ou seja, a coisa toda na época teve efeitos posteriores, completamente adversos àqueles desejados pelos militares, se tornando assim,  um grande tiro no pé dos próprios militares e daqueles que eram a repressão e queriam a repressão como forma de governo.

Dilma falou de Lula, ato este muito questionado durante sua campanha, pois toda a oposição afirma que será seu governo um governo de fantoche, onde se terá Dilma como legítima representante do país, porém policiada e comandada por Lula e outros.

Aí um parenteses. Lula é mito político, isso ninguém pode questionar, muito fez pelo país, dando continuidade ou não a idéias trazidas antes dele pela oposição, como o plano real, por exemplo, mas qual governante não faz uso das boas idéias de seu antecessor? Nenhum. E por que não dar continuidade a todas as coisas positivas que surgiram desde 1994, melhorando aquelas que não deram certo? 


Sinceramente, quanto a isto, não vejo nenhum problema, vejo sim uma potencialização negativa de fatos ocorridos, potencilaização esta por parte da agora oposição que fora derrotada aos poucos e que se vencedora fosse, neste exato momento, também agiria em muitos aspectos exatamente como fará Dilma daqui para a frente.  

Dilma ainda destacou algo importante e que tambèm é fato consumado. Trata-se de um sonho, o sonho antes dado como inalcançável pelos jovens militantes, sonho este que era o de se ter um país livre em muitos setores, tornando assim, o Brasil independente economicamente, pois o Brasil, á época, era um país repressor, inflacionado e repleto de problemas internos e externos.


Este mesmo sonho, declara a própria Dilma, de tempos de adolescente militante começara a se realizar por completo na vida da antes sonhadora através do governo Lula, sendo este governo algo que marcou a materialização de um sonho que naquela época era distante e que ela, na época descrente como todos seus companheiros, realizou e, não somente isto, ela fez parte deste , sendo Ministra do governo, algo que jamais imaginara também.  

Depois disto, passamos a mais um capítulo da história de vida da nossa primeira Presidente de República. O capítulo que mostra a firmeza, a seriedade e a rigidez de seu trabalho desde o início como líder na coordenação deste governo, por que não dizer, revolucionário.

O motorista de tempos de Rio Grande do Sul, Joel Fontoura da Paz, conta que sua chefe era tão rigorosa que, um dia ele, precisando cortar o cabelo, fora aparar as madeixas pensando que sua chefe demoraria mais do que de costume. Quando voltou do Barbeiro, lá estava Dilma ao lado do carro enfurecida pelo atraso causado por Joel e pelo Barbeiro, claro. Aí já surgiam as primeiras demonstrações de seriedade e rigor na forma de trabalho de Dilma, características estas que surgiriam com poder irredutível mais tarde.

Dilma pode não ter sido política, vereadora, prefeita, deputada estadual ou federal, senadora, mas fora sempre peça chave na administração dos governos que participou com aqueles que ocupavam estes cargos, ou seja, decidia. Foi Secretária de Fazenda de Porto Alegre, Secretária Estadual de Minas e Energia e, posteriormente, em 2003, levou seu estilo de administração para Brasília, vindo a ser nomeada, por Lula, Ministra, comandando o Ministério de Minas e Energia por dois anos e meio.

Posteriormente, em junho de 2005, o governo Lula passava por uma severa crise decorrente da queda do Ministro da Casa Civil, José Dirceu. Eis que Lula escolhe Dilma para ocupar o lugar deste, o que viria a se tornar um desafio enorme para a então Ministra de Minas e Energia.

Entrava ema ação a “Gerente Dilma” como ficou conhecida e, a partir deste momento era ela a responsável pela coordenação de todo o governo Lula.

Veio o PAC, o programa Minha Casa Minha Vida, e a coordenação da exploração do pré-sal e do petróleo que dele poderá ser extraído, bem como, a atribuição de chefiar o trabalho de seus colegas Ministros. Desta forma, Dilma já fazia parte do comando deste país de proporções continentais e antes disto, sempre fora a participara de forma direta na governabilidade em todas as esferas, do municipal ao federal.

É bem verdade que todos estes projetos foram e muito criticados pela oposição, mas até aí podemos dizer que a coisa está funcionando como sempre, pois, se não há reclamações e críticas severas da oposição não há que se falar em fiscalização e muito menos em se fazer oposição, em se ter o exercício da democracia.

Na coordenação do trabalho de seus colegas, passou Dilma a ganhar a fama de durona, ao ponto de fazer com que o Presidente Lula virasse penico de hospital, tamanha as reclamações que recebia dos outros Ministros em relação à rigorosa Dilma, por esta ser uma profissional que cobrava, querendo respostas rápidas, eficientes, práticas e possíveis, sempre.

Dito isto, tenho comigo que a oposição engana-se no sentido de dizer que Dilma não tem preparação política para  ocupar o maior cargo do país, o de Presidente.

Vejam vocês. Dilma pode não ter sido política, mas ocupou cargos político-administrativos em todas as esferas do poder e sabemos todos que uma das coisas primordiais para que se tenha um país  se mantendo em desenvolvimento contínuo, bem alicerçado, firme no caminho do crescimento é a necessidade de uma boa administração.

Mais do que isto tudo, Dilma na acepção da palavra, até pode não ter sido política, mas fez política e desde muito cedo, diga-se de passagem. Política esta séria, pois tinha em suas mãos a função de administrar, coordenar governos, não era “uma qualquer”, idéia esta que insistente e desesperadamente tentou ser vendida durante as eleições pela oposição e convenhamos, ter que ser político de carreira para se chegar a presidência já não é garantia de mais nada no país em que vivemos, portanto, limitar as agressões sofridas por Dilma durante as eleições ao fato desta nunca ter sido nada politicamente, além de infundado, passou a ser uma idéia manipuladora e mentirosa.

Dilma fez política sim e em muitos momentos, muito mais do que  prefeitos, vereadores, governadores, senadores e outros Tiriricas da política que ocupavam estes cargos e muito pouco ou nada faziam pelo crescimento de suas regiões, quiçá do país inteiro.

Falou a Presidente eleita do que pretende fazer em termos de transição política no quadro ministerial, enfatizando que esta passagem será de ordem primeiramente, técnica e, posteriormente, política. Falou também sobre a questão mundial cambial, afirmando que o câmbio para ela, possui caráter flutuante. Disse haver uma guerra cambial clara e que esta se demonstra pela quantidade de moedas sub-valorizadas. Criticou ainda, a manipulação do câmbio feita através do uso da máquina governamental, condenando esse tipo de ação e disse ainda, que o câmbio fixo, que levou a Argentina ao caos econômico que esta vive hoje e que quase levou consigo o Brasil junto, não é possível nem tão pouco viável.

Encerrou dizendo que manterá uma relação respeitosa com a imprensa e deixo implícito que a censura recente ocorrida no meio político não ocorrerá de sua parte.

A partir de agora devemos acompanhar o desenvolvimento político de nossa presidente e elogiá-la nos acertos, mas também, se preciso for, criticá-la nos erros e torcer para que os acertos sejam superiores aos erros.

Marcelo Ferla     
      
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segunda-feira, 1 de novembro de 2010



















Prestação de Serviço.

A muito não prestava um serviço a meus leitores aqui no blog, até por que esse espaço ou categoria, como queiram, é utilizado para que se dêem boas notícias, informativas e positivas e estas andam tão raras. Mas vamos lá.

Como deve ser chamada Dilma Rousseff a partir de 01 de janeiro? 

Pois bem, para aqueles que não sabem e não crêem, sim, acreditem, depois de tudo ainda há resistências inexplicáveis  em relação ao pleito presidencial de ontem.


Digo isto por ser algo que não pode mais ser mudado, a partir do momento em que Dilma Rousseff foi  legítima e oficialmente considerada pelo TSE a vencedora da corrida a presidência. A partir disto, realmente não entendo do que adianta chiar a respeito, antes  faz parte, tudo bem, mas depois adianta de que?

Daí o porquê de  tais manifestações  posteriores a isto serem inexplicáveis no meu ponto de vista, a não ser que a coisa funcione como desculpa de erros, tipo jogo de futebol.  Desgaste desnecessário em sendo política, mas faz parte da democracia. 

Mesmo assim, não adiantar mais se ter manifestos e atitudes da agora oposição em relação ao resultado, não estamos no Irã.

Mas vamos ao que interessa. Devemos todos saber que o correto na língua portuguesa a ser utilizado a partir de 01 de janeiro será A Presidente da República e não A Presidenta ou O Presidente. 


Nesse último caso a coisa piora se for dita ou escrita assim, pois alguns menos avisados acham que não há forma feminina para o cargo.

Então saiba que se William Bonner disser A Presidenta, estará fazendo uma grande "cacaca". Mas acho, sinceramente, que isto não vai acontecer, ele é muito bom no que faz.

Lembrem todos que falamos a estudante e não o estudante para todo tipo de estudante, seja ele homem ou mulher, sendo que da mesma forma falaremos pelos próximos 04 anos A Presidente, sendo esta a forma mais elegante e correta que nossa língua apresenta.

Portanto, eis aí a forma de se escrever e falar corretamente sem que se cometa uma gafe gramatical, independentemente de você gostar de escrever ou falar isto a partir de agora.

Marcelo Ferla 
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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

quarta-feira, 27 de outubro de 2010






Os Animalescos.

"O rodeio consistia em pegar as garotas mais gordas que circulavam nas festas e agarrá-las como fazem os peões nas arenas", relata Mayara Curcio, 20 anos, aluna do quarto ano de psicologia, que participa do grupo de 60 estudantes que se mobilizaram contra o bullying.”

Folha de São Paulo


Alertei meus olhos no dia de hoje lendo uma notícia como esta. E cá estou eu mais uma vez a falar sobre esse assunto.

A coisa toda consiste no seguinte: é um dia de festa, pois se trata dos jogos universitários que ocorrem na cidade de Araraquara (São Paulo), um encontro de jovens estudantes que deveriam interagir entre si, trocando idéias e experiências sobre seus cursos e caminhadas quem vem percorrendo na sua vida universitária, além claro, de competir e torcer pelas equipes que representam a sua instituição de ensino superior.

Eis que então, dentro do evento esportivo que deveria ser só alegria, glória e regado a muitas vitórias épicas, há a presença de rapazes que se apresentam como pseudos galãs universitários, se aproximam de suas colegas ou jovens meninas de outras universidades. No seu julgamento não são pessoas qualificadas, são “gordas” e, por possuírem essa característica, simplesmente por isto, vejam vocês, são agarradas a força por estes “galãs” como se fossem um touro de rodeio, e estes montam em cima destas, ganhando quem ficar o maior tempo possível nesta posição.

Animalesco (adj. Relativo aos animais. / Que participa da qualidade dos animais; estúpido, brutal.) - Eis aí o significado.  Só que me atenho a esse significado da seguinte forma. Primeiro, um ato deste não é relativo a animais, pois nem animais são tão ignorantes, selvagens e dotados de crueldade assim para com os seus e com outros, não possuem essa mentalidade grotesca, repugnante, ridícula. Agem por instinto, sobrevivência, mas não por simples diversão.

Segundo, as qualidades dos animais não condizem em nada com atos dessa natureza, independente do animal que a humanidade já tenha catalogado através de suas descobertas. Terceiro e último, concordo, aí sim, com os significados, estúpido e brutal dados a palavra. Estes combinam com o fato e seus agentes.

Confesso a vocês que reflito, mas não chego a um consenso do que pode ser feito a respeito de coisas como estas, coisas feitas por jovens com sérias perturbações como o caso aqui. Leio muito ultimamente sobre fatos assim ou semelhantes que envolvem jovens contra jovens, são recorrentes, muito vem se falando a respeito da motivação que traciona estes que agem dessa forma, alguns dizem que é pela competitividade, outros que a culpa é dos pais que não impõem limites, outros que são as drogas, outros que seria uma forma de se impor através da força. Realmente não cheguei a uma conclusão concreta, mas há um por que desta minha dificuldade.

Isso ocorre, por que a coisa toda é como um acidente de avião, a causa nunca é uma só, isolada e sim um conjunto de fatores, vários motivos, humanos e mecânicos, coisa complexa mesmo de se entender.

Bem menos complexo é concordar com isto. Sou totalmente contra os maus tratos contra os animais e contra os rodeios também, até por que amarrar os testículos de um animal e queimá-los ou espancá-los para que o animal fique uma fera indomável é um ato inominado.

Assim como estes animais sofrem dessa forma, sofrem como eles ou mais do que eles as estudantes ditas “gordas”, tendo as suas vidas queimadas a ferro e suas vidas espancadas por acontecimentos imotivados, algo sem pé nem cabeça.

Mas alerto àqueles que as rotulam assim, pois depois de um tempo, eis que o mundo dá muitas voltas, de duas uma, a “gorda” pode se tornar uma deusa, linda, esquia, rosto lindo, pernas longas, pés lisos como seda, cabelos sedosos e curvas fatais, como diria meu mentor David Coimbra e, conseqüentemente, desta forma, vocês, jovens ignorantes podem arrepender-se a morte.

Ou as “gordas” vão também formar-se em suas áreas de trabalho, como, por exemplo, a medicina e, um dia, vocês todos, os Animalescos, eis que entram consultório adentro e a sua frente está uma das mais competentes profissionais na área da medicina de que você necessita, a “gorda”.

Moral da história: sua vida está nas mãos de quem lhe serviu de touro humano, nas mãos de quem você agarrou a força e disse só estar brincando como disse Roberto Negrini, estudante do campus de Assis, um dos organizadores do "rodeio das gordas" como era chamada a coisa toda, sendo Roberto o criador da comunidade do Orkut sobre o tema, já sentindo nas entranhas do seu corpo e através de suas tripas sendo retorcidas a maldição em decorrência do que fez e organizou. Mas não se preocupe Roberto, ela não se vingará se por ventura ambos se reencontrarem, pois elas não são da sua laia, não fazem parte desse engodo humano que você Animalesco faz.

Aos Animalescos digo, tratem de se cuidar, pois mesmo que com todo o talento da “gorda”, pois assim vocês todos a rotularam naquele dia e sendo ela uma renomada médica, esta fará tudo que está ao alcance dela, sem receios, mas e se tudo isso não for o necessário para salvá-lo, saiba que isso tudo está lhe acontecendo por que há coisas na vida que não dependem de nós. Portanto, cuidado.

Marcelo Ferla 
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quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Falando Nisso!!!




















Falando Nisso!!!


Em tempos onde a humanidade presenciou o maior resgate de mineiros da história da humanidade ocorrido no Chile, acontecimento este comparado por alguns em termos de impacto  e cobertura somente aos ataques do 11/09, esta foto acima demonstra uma realidade tão trágica quanto o que ocorreu com os chilenos, ou melhor dizendo, acontinuidade de uma realidade diária e que só obteve relevância em decorrência da situação de 33 homens no Chile.

Apesar de toda a repercussão do resgate no Chile, na China as condições extremas de insalubridade e de desumanidade em nome do lucro e do desenvolvimento desenfreado do grande Tigre Asiático, colocam os mineiros chineses em situação de risco  diário, constante e total, pouco se recordando o governo Chinês do que recém ocorrera lá no Chile. Também não é mais recordado pelo  mundo e orgãos de fiscalização, tudo isto, justamente pela negligência e em favor da pior criação que o Homem introduziu em nossa história, o dinheiro. 

Termino dizendo o seguinte. Para aqueles que acreditam no Demônio, o que não é meu caso, saibam os crentes desta entidade que o seu atual nome é dinheiro e que este instala a barbárie por conta disto, até por que, é disto que Chifrudo vive.


Marcelo Ferla
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terça-feira, 19 de outubro de 2010

Botão Vermelho.





















Botão Vermelho

“Em seguida, ambos os presidentes e suas respectivas delegações começaram a rodada de reuniões, focadas, segundo fontes oficiais, na expansão dos vínculos econômicos, em particular no setor energético.”

Folha de São Paulo 19/10/2010.


Não haveria o menor problema em se ler uma notícia desse teor se as comissões e os presidentes não fossem Hugo Chaves e Mahmoud Ahmadinejad, respectivamente os líderes de Chile e Irã.

Pior ainda do que o encontro entre os dois líderes mais controversos dos tempos atuais é a informação contida na reportagem da F. de São Paulo que diz respeito “a reuniões focadas na expansão da parceria entre as duas nações, especialmente na área energética.” Para os menos avisados, se tem diante dos olhos uma noticia comum, mas não se enganem.

Com a compra desenfreada de armamentos dos mais variados por parte da Venezuela e em se empregando uma interpretação mundial de que essa expansão energética significa o aumento do enriquecimento de urânio, elemento este que quando puro se apresenta na forma sólida, metálica e, claro, extremamente radioativo, sendo que pode ser inicialmente utilizado para fins bélicos (bomba nuclear) ou como fonte de combustível a notícia passa a ser definitivamente uma bomba.

Se pensarmos que á dias atrás, Hugo Chaves prometeu a Belarus o fornecimento de petróleo por mais de 200 anos, o problema de combustível não é uma prioridade para a Venezuela, restando assim, a questão bélica.

Coisa piora cada vez mais na medida em que vamos avançando com os olhos diante das últimas notícias vindas das bandas de lá. Isso por que há informações de que nos três primeiros dias de visita de Chaves, haveria este prometido um investimento da Venezuela na jazida de South Pars, considerada a mais rica do mundo em, adivinhe, urânio e da qual as grandes multinacionais tiveram que se retirar devido às sanções que pesam sobre o Irã por seu programa nuclear.

Talvez nada disso seja o que estes dois ditadores queiram realmente fazer, sendo essas informações tão somente uma forma de arrepiar a espinha do Ocidente ou da luta contra o “Imperialismo Ocidental”, como ambos chamam o fenômeno de domínio que o demônio EUA lidera.

Mesmo assim é algo a se refletir, pois, em se falando sempre de EUA, Venezuela e Irã, concluí-se, inevitavelmente, em qualquer mesa de debate, a forte possibilidade de uma guerra nuclear o que, afinal, nenhum de nós, seres racionais, deseja.

Portanto, seria tudo isto fogo de palha ou conversas e desejos sérios de ambos os malucos aí embaixo? Espero que se possa descobrir antes que o primeiro botão vermelho seja apertado, pois se isso vier a ocorrer já tarde e fatal. 



 














Marcelo Ferla  
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sábado, 16 de outubro de 2010

Elas mandam desde pequenas.




As crianças realmente são surpreendentes, são dignas de admiração sempre, nunca esqueça disto. A menina Isabel é a prova disto.







Marcelo Ferla
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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Disputa limpa já.







Disputa limpa já.

Não ando muito bem de saúde para escrever quase que diariamente como costumo fazer. Disso vocês já sabem.


Mas como blogueiro fiel e ser inquieto que sou diante de situações que considero importantes e que merecerem uma análise crítica e elucidativa, acabo ficando inquieto, nervoso, o que gera uma inquietação, que por sua vez gera um comichão em minhas mãos e neurônios e que por sua vez faz com que escreva.


O problema desta vez vem sendo a troca de acusações entre os presidenciáveis. Não sei se já escrevi isto aqui alguma vez, mas sou um eleitor levado pela pessoa que o candidato é.


Antes de qualquer coisa voto na pessoa, pois antes de tudo o ser humano, na forma de candidato e futuro presidente que se propõem a ser, deve ser analisado como ser comum, até por que, um homem ou mulher que não é uma boa pessoa nas coisas comuns da vida, boa coisa não fará no poder, sem o funcionamento do básico, tão pouco funcionará o complexo. Outro ponto importante é o trato e mudanças que ocorrem com quem adquire poder. O poder corrompe, o poder envenena as veias daquele que o tem como uma droga injetável, e muitos poucos são os que não se viciam na droga que gera dependência chamada poder.  


Tal situação, por todos estes motivos, me torna um cidadão apolítico, não tenho bandeira, não defendo partido, nem sigla partidária, nem tão pouco princípios políticos de um ou de outro, sigo sim os meus princípios. Voto com a convicção de que o presidenciável que levará meu voto tentará, na medida do possível, cumprir com o que prometeu e, principalmente, nos proporcionar a possibilidade de vivermos em um país mais integro, transparente, respeitador dos cidadãos que o formam. Mas não se trata somente disto.


Vem ocorrendo nos últimos dias um bombardeio em meu facebook através de mensagens de que fulano fez isso, cicrano fez aquilo que está me irritando por demais, sim, por que esse tipo de coisa acresce em muito pouco na decisão de um voto. Por favor, me poupem.


Após todos os escândalos que vivemos durante o ano de 2009 e 2010, como atos secretos, propinas filmadas, nepotismo, dentre outros, realmente não acredito que acusar o outro e vice-versa seja a melhor estratégia de campanha, salvo se um dos candidatos estiver desesperado e com medo de perder o pleito. No mesmo sentido, ouvi algumas pessoas se manifestando no sentido de que seria no segundo turno que as eleições começariam, com um embate entre os candidatos recheados de calorosos discursos, a verdadeira disputa democrática.


Dia desses vi e ouvi David Coimbra contar em um dos programas CaféTVCOM sobre o que ele considera a maior disputa a corrida presidencial de nossa história, a de 1989.


Contou este que durante um debate, o candidato Leonel Brizola, olhou para seu adversário Fernando Collor e sentenciou: “Este definitivamente não é o melhor candidato a se votar, mas em nome da nova democracia, se o eleitor não quer votar na minha pessoa, que vote na pessoa de Fernando Collor, pois o que importa é não retrocedermos mais politicamente, pois já sofremos demais.”


A elegância de Leonel Brizola, que apareceu mesmo que com o uso daquela voz de comandante de batalhão que tinha, demonstrou que não há necessidade alguma em se agredir grosseiramente o rival para se fazer boa política e, por conseqüência, uma boa disputa a presidência.


Mas as pessoas não estão entendendo isto, como na televisão, nos filmes e nas notícias, querem que a coisa pegue fogo e, se possível, exploda.


Desta forma, meu facebook está virando um pinico de candidatura, através da pior das formas, a forma da troca de ofensas que ocorre de forma recíproca entre presidenciáveis, destacadas por meio de seus eleitores e amigos e amigas que lá tenho.


Acho definitivamente que aquilo que deve ser analisado pelos eleitores são as propostas possíveis que cada um dos candidatos tem, para que assim haja uma possibilidade de acontecer o que realmente espero destas eleições, que vença o melhor para o país, nada mais, até por que eleiçoes presidenciais não são reality shows.


Marcelo Ferla
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