Seja bem vindo ao Blog do Marcelo Ferla

Informativo

Sempre gosto de lembrar aos leitores que este blog tem como intenção trazer à tona a informação, o conhecimento e o debate democrático sobre os assuntos mais variados do nosso cotidiano, fazendo com que todos se sintam atualizados.

Na medida em que você vai se identificando com os assuntos, opine a respeito, se manifeste, não tenha medo de errar, pois a sua opinião é de suma importância para o funcionamento e a real função deste espaço, qual seja, a de levar a todos o pensamento e a reflexão.

O diálogo sobre o que é escrito aqui e sobre o que vem acontecendo ao nosso redor é muito mais valioso e poderoso do que podemos imaginar.

Portanto, sinta-se em casa, leia, informe-se e opine. Estou aqui para opinar, dialogar, debater, pensar, refletir e aprender. Faça o mesmo.

Pesquisa

Custom Search

Calendário

domingo, 9 de novembro de 2014

Falando Nisso.


Após liderar protesto, Lobão diz ser contra golpe militar.
Cantor voltou a fazer críticas ao PT e pediu recontagem de votos do segundo turno das eleições.

Músico Lobão disse que sairia do País em caso de vitória de Dilma Rousseff (PT) no segundo turno das eleições.Foto: Débora Melo / Terra
O músico Lobão divulgou nesta quarta-feira uma nota de esclarecimento na qual reafirma seu posicionamento político e debate temas como intervenção militar e separatismo. O músico, que agiu ativamente na campanha pela eleição de Aécio Neves (PSDB), tem criticado com veemência os governos do PT.
Lobão começa a nota dizendo que não faz parte de nenhuma liderança política e que nunca apoiou qualquer tipo de intervenção militar no Brasil. 

O assunto surgiu depois de uma manifestação no último final de semana, durante a qual algumas pessoas levaram cartazes com a pedida da volta dos militares ao poder.
 “(Eu) nunca, jamais em tempo algum, apoiei uma ditadura e sempre disse e continuo a insistir que qualquer ditadura é injustificável. Partindo desse princípio, não haveria a menor possibilidade de ter o meu nome associado a golpe militar, intervenção militar ou coisa que o valha”, falou o músico, que voltou a criticar pessoas com pensamentos ligados ao comunismo. “Isso é uma forma tão cretina de reagir como ainda acreditar que Cuba é uma vítima dos EUA e que é "cool" sair por aí impunemente de camiseta de Che Guevara. Quem apoia (sic) uma ditadura não tem condição moral de ir contra nenhuma outra”.
Lobão aproveitou também para se posicionar diante de declarações separatistas, como a dada pelo Deputado Estadual eleito por São Paulo Coronel Telhada (PSDB) logo após a reeleição de Dilma. Na ocasião, Telhada disse que “chegou a hora de São Paulo se separar do resto desse país”. O preconceito contra os nordestinos também chegou às redes sociais, com diversos ataques de ódio por causa da boa votação que Dilma recebeu na região.
Diante destes discursos, Lobão se posicionou contrário.

“Amo meu país de norte a sul e todos os meus irmãos. É um absurdo querer apontar uma região como responsável pelo naufrágio político, social, moral e econômico que nos encontramos”, disse.

Críticas ao PT
Como de costume, o músico criticou o PT e atribuiu ao partido o que ele chamou de fim da democracia.

“Se uma democracia vive de seus três poderes independentes, então já não vivemos numa democracia há muito tempo. Se o Estado brasileiro deve ser soberano em suas ações, é evidente que não mais possuímos essa soberania. Temos um governo atrelado ao Foro de SP. Seria muita ingenuidade nós olharmos ao redor, na América do Sul e não percebermos o que estamos passando”, falou.
Ele pediu, ainda, a recontagem dos votos, sugerindo que houve algum tipo de fraude eleitora. 

“O que acredito que temos de fazer é insistir na recontagem dos votos, não nos acomodarmos com um resultado imposto goela abaixo, pois quando há indícios inúmeros de fraude, é legítimo exigirmos transparência. Se somos obrigados a votar, temos o direito de saber o que acontece com os nossos votos. Esconder isso da gente nos aponta uma vez mais para um regime ditatorial”, disse Lobão, talvez sem saber que poucas horas antes o TSE garantiu ao PSDB o direito de fazer uma auditoria sobre o sistema das eleições, como é previsto por lei.
Em seu longo texto, o músico ainda falou sobre sua promessa de sair do Brasil caso a presidente Dilma Rousseff fosse reeleita. Se contrariando, ele disse que vivemos em uma democracia e que ele tem o “direito de ir e vir e de trocar de opinião o manifestá-la quando quiser”.
A carta aberta do músico foi divulgada por ele mesmo em suas redes sociais e colocada na página principal de seu site. Veja o conteúdo na íntegra:

“UMA NOTA DE ESCLARECIMENTO

Quero deixar bem claro, pela enésima vez, através desta pequena carta, a minha postura em relação ao que vem acontecendo no país:
Em primeiro lugar, é necessário sublinhar que não faço parte de nenhuma liderança política. Sou um músico que ama seu ofício e minha participação nas manifestações é a de um cidadão indignado como qualquer outro brasileiro.
Em segundo lugar, vale a pena lembrar que, nunca, jamais em tempo algum, apoiei uma ditadura e sempre disse e continuo a insistir que qualquer ditadura é injustificável.
Partindo desse princípio, não haveria a menor possibilidade de ter o meu nome associado a golpe militar, intervenção militar ou coisa que o valha.

Isso é uma forma tão cretina de reagir como ainda acreditar que Cuba é uma vítima dos EUA e que é "cool" sair por aí impunemente de camiseta de Che Guevara.
Quem apóia uma ditadura não tem condição moral de ir contra nenhuma outra.
Em terceiro lugar, jamais concordei com a ideia de separatismo; amo meu país de norte a sul e todos os meus irmãos. É um absurdo querer apontar uma região como responsável pelo naufrágio político, social, moral e econômico que nos encontramos.
Venho me manifestando veementemente contra a atuação lamentável do PT, sua militância fanática e violenta, suas falcatruas astronômicas, já impossíveis de se camuflar e sua evidente postura de impôr ao país um regime totalitário.
Se uma democracia vive de seus três poderes independentes, então já não vivemos numa democracia há muito tempo.
Se o Estado brasileiro deve ser soberano em suas ações, é evidente que não mais possuímos essas soberania. Temos um governo atrelado ao Foro de SP.
Seria muita ingenuidade nós olharmos ao redor, na América do Sul e não percebermos o que estamos passando.
Acredito que todo o brasileiro que tem o mínimo de vergonha na cara e o mínimo de informação está completamente indignado com essa presença inóspita e sombria a nos impôr suas doutrinas com cinismo e mentiras.
A imprensa oficial com rarísimas exceções, está completamente à mercê do governo e tudo alí é filtrado e deturpado.
Portanto, o que acredito que temos de fazer é insistir na recontagem dos votos, não nos acomodarmos com um resultado imposto goela abaixo, pois quando há indícios inúmeros de fraude , é legítimo exigirmos transparência.
Se somos obrigados a votar, temos o direito de saber o que acontece com os nossos votos.
Esconder isso da gente nos aponta uma vez mais para um regime ditatorial.
Assim acontece na Venezuela, na Bolívia no Equador e em todos os países fiados ao Foro de SP.
E se é inconstitucional um governo ser subalterno a uma instituição internacional, o PT não tem condições de governar o país.
Se é inconstitucional enviar dinheiro para o exterior sem consultar o congresso nacional, a presidente da República não tem condições de governar esse país.
O Brasil merece se desenvolver, se tornar uma grande Nação, seu povo merece viver uma prosperidade que nunca experimentou, ser unido e não viver refém de um ódio plantado por um partido que, para governar precisa dividir.
E para sacramentar um assunto mais que adormecido, aos que cobram a minha partida do Brasil por, supostamente acharem que assim o prometi, é bom lembrar que ainda estando numa democracia, tenho pleno direito de ir e vir, trocar de opinião e manifestá-la quando quiser . E é bom acostumarem-se a essa realidade.
Como pessoa pública me sinto na obrigação de me posicionar de maneira enfática por ter acreditado nesse partido e feito companha de 1989 a 2002 para elegê-lo.
E, ao contrário do que a militância petista quer acreditar, o meu histórico só fortalece a minha postura, pois estive lá dentro e sei do que estou falando.
Continuarei a lutar por meus direitos, pela liberdade e pela democracia sempre no campo da legalidade.
Que isso fique bem claro de uma vez por todas!
E vamos todos juntos por um Brasil livre que a hora é essa!
Lobão.”.
post: Marcelo Ferla
fonte: site terra.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Deixe sua opinião.