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quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Coisas bacanas.


Jovens buscam a autenticidade do analógico.
O que leva jovens da Geração Y a preferir discos de vinil a mp3, fitas de VHS e DVDs a vídeos do YouTube, máquinas de escrever a laptops, filme fotográfico a câmeras digitais?


Uma pesquisa conduzida pelo professor de marketing Joonas Rokka, da escola de negócios francesa Neoma Business School, dá uma pista para entender essa busca pelo analógico e “ultrapassado”.
A tendência, revelou a pesquisa, é mais presente na cena alternativa, em ambientes de contracultura mais distantes do hype da mídia digital. 

“Esses jovens querem sentir a sua cidade, ir para a rua, colecionar suas próprias impressões. Eles se interessam pouco pelo consumo massificado de conteúdos online”, afirma Joonas Rokka. 

O professor finlandês dedica-se a estudar a cultura do consumo, novas mídias e novas metodologias de pesquisa, como audiovisual.
A pesquisa apontou três coisas:
1) Não é do passado em si que os consumidores sentem falta, mas sim da sensação de contínua exploração e do prazer encontrado em universos estéticos do passado;
2) Tudo o que está facilmente disponível e em grande quantidade (por exemplo, conteúdos na internet) parece perder seu valor;
3) A fascinação pela nostalgia inclui a possibilidade de criar coisas únicas, artesanais, particulares e sem polimento. As possíveis falhas fazem parte da autenticidade e dão mais sabor do que tecnologias digitais “perfeitas”.
Diálogo com o hoje – Embora se trate de uma pesquisa acadêmica, Joonas Rokka optou por um formato bem contemporâneo para apresentar seus resultados. 

Ao invés de escrever um artigo formal para uma revista científica de seu segmento, Rokka optou por criar um minidocumentário em vídeo (Follow Me on Dead Media: Analog Authenticities in the Alternative Skateboarding Scene) e postá-lo na rede social Vimeo

Em linguagem informal, o vídeo está assim acessível para qualquer interessado, em vez de restrito apenas a seus pares com acesso a revistas técnicas/científicas. 

É a democratização do conhecimento, via redes sociais.
Por seu formato inovador, capaz de inspirar outros pesquisadores a adotar novas perspectivas e olhares, o trabalho do professor da Neoma foi premiado no congresso da Association for Consumer Research em Baltimore (EUA) na última semana de outubro.
Sobre a NEOMA Business School
Nascida da fusão, em abril de 2013, entre duas escolas de negócios na França -- Rouen Business School et Reims Management School – a NEOMA tem uma dupla ambição: estar entre as melhores escolas de gestão europeias e ser reconhecida como uma das principais parceiras de empresas ansiosas por novos talentos. 

Com campus em Rouen, Reims e Paris, a NEOMA tem cerca de 8 mil alunos, orientados por mais de 200 professores permanentes. 

Em seu portfolio, oferece graduação (bacharelado), mestrado, doutorado e programas de Educação Executiva, em cursos organizados em torno de sete departamentos acadêmicos. 

Historicamente, as duas instituições que deram origem à NEOMA já formaram mais de 40 mil alunos de 120 países. 
post: Marcelo Ferla
Mais informações: http://www.neoma-bs.fr

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