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domingo, 9 de novembro de 2014

Acontecimentos.



Depois de ter presenciado a eleição presidencial mais acirrada da história de nosso país desde o fim da ditadura trago este texto para que possamos refletir se essa disputa e vitória de Dilma não se deu pelo maior peso na balança de ofensas dela, a partir do momento em que ofendeu mais seu adversário, o derrotando por apontar suas falhas como gestor político ou se ocorrera o contrário, o que prejudicou o candidato Aécio o levando a derrota foi a balança ter pesado mais para o seu lado por ter sido ele mais agressivo e menos agradável?. 

O certo é que tivemos uma campanha de muitas poucas propostas e sobra de ofensas e ameaças. 

Leiam e reflitam.   

“Por que os candidatos se agridem?"
*Professor J. Vasconcelos
A esfera de atuação dos políticos na democracia representativa que nós temos aqui no Brasil é voltada, basicamente, aos interesses pessoais e partidários. Eles visam à perpetuação do Poder, relegando os interesses da comunidade para segundo e, quando não, até para terceiro plano. No sistema de eleição como está apresentado hoje no Brasil e em boa parte do mundo, os políticos exploram os sentimentos das pessoas. 

Preocupam-se em atacar os adversários para extrair sentimentos de repulsa dos eleitores. Querem lançar sobre o objeto (candidato) os sentimentos de aversão das pessoas.
A democracia verdadeira é feita pelos cidadãos comuns e não pelos políticos que estão à frente do poder. Por isso, a chamada "Democracia Pura", que o nosso movimento defende, é sim a mais autêntica expressão da vontade popular já que dispensa os intermediários na tomada de decisão de interesses comuns. 

Essa é uma forma de participação mais democrática que atende mais aos interesses do cidadão. Qualquer pessoa pode apresentar uma proposta para a comunidade e levar o projeto a votação, usando a internet como ferramenta de aferição imediata da vontade popular. É uma versão moderna dos encontros realizados em praças públicas pelos atenienses para decidir as questões políticas da Grécia Antiga e tem como referência atual as votações realizadas nas praças dos cantões suíços.
A Democracia Pura utiliza um sistema próprio de pontuação para escolha de candidatos e propostas. 

É o SHP (Sistema de Habilitação e Pontuação). 

Nele, não há a possibilidade de confrontos e agressões mútuas, uma vez que nesse processo os sentimentos ficam anulados, não exercendo nem sequer papéis periféricos; o objeto em questão (candidato ou proposta) é que age com suas características positivas e negativas sobre os cidadãos e esta é a diferença.

O cidadão pode se manifestar sobre os problemas que o afetam diretamente. 

Ele pode apresentar uma proposta, por exemplo, de iluminar uma rua ou um bairro. 

O projeto é apresentado na internet e passa a ser discutido por outros moradores da região. 

Os prós e contras da proposta são amplamente debatidos e os pontos positivos valem pontos no sistema. Essa pontuação vai dar ao eleitor a condição de analisar bem o assunto. 

A partir daí é iniciada a votação online. Depois que a proposta é avaliada pelo sistema de pontos e todos os lados da questão são apresentados e amplamente debatidos, inclusive com a definição dos custos necessários para a execução do projeto, o cidadão tem condições de tomar uma decisão mais racional e acertada, e o melhor, sem confrontos e agressões como deve ser numa sociedade civilizada.
*J. Vasconcelos é professor, filósofo, pesquisador e publicista; pós-graduado em Direito Constitucional, Socialismo e Democracia, em Hamburgo (Alemanha) com cursos na Sorbonne(Paris) sobre História Natural do Homem. 


Tem desenvolvido pesquisas sobre a produção de ideias em prosseguimento aos estudos de Locke e Stuart, promovido cursos e proferido palestras em universidades de todo o país. Democracia no terceiro milênio (Nobel) é um de seus livros de maior destaque.
Também é autor do livro "Democracia Pura", que apresenta um novo modelo de governo para que a democracia se concretize efetivamente, o livro já na 4º edição.
post: Marcelo Ferla

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