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sábado, 18 de outubro de 2014

Arte.


Ocupação artística transforma praça em galeria de arte em Sorocaba.
Entre 18 de outubro e 16 de novembro a Praça Frei Baraúna será palco de intervenções do Projeto Camada Superficial, promovido pela Oficina Cultural Grande Otelo.


A Oficina Cultural Grande Otelo – unidade do programa da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, gerenciada pela POIESIS Instituto de apoio à Cultura, à Língua e à Literatura –  promove de 18/10 a 16/11, uma grande exposição a céu aberto como resultado do Projeto de Interferências Artísticas “Camada Superficial”.

Com a ocupação do Marco Zero da cidade com obras de cinco artistas visuais, o projeto marca o esforço da unidade para expandir os espaços expositivos para a arte contemporânea sorocabana. Com a atual sede em reforma, a unidade continuará presente no local com uma proposta inédita para a praça e a cidade.


O artista mexicano Héctor Zamora assina a curadoria do projeto que conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Sorocaba e do SAAE – Serviço Autônomo de Água e Esgoto.
A partir do mote “camada superficial” – aquela que, por definição, tem maior interação com os elementos externos do objeto –, o Projeto de Interferências Artísticas “Camada Superficial” tem por objetivo ocupar a Praça Frei Baraúna, marco zero da cidade, datada de 1889, como espaço representativo das transformações formais e simbólicas pelas quais a sociedade sorocabana passou nas últimas décadas.

Para tanto, Zamora convidou os artistas Fernando Limberger, Lais Myrrha e Wagner Malta Tavares, o WMT. Os artistas sorocabanos Adriana Dias e Santiago Ribeiro foram selecionados por meio de edital de chamamento para compor a exposição.
As intervenções artísticas serão contrapostas a importantes edifícios e monumentos históricos, como o Obelisco aos Combatentes da Força Expedicionária Brasileira, o Monumento ao Centenário da Igreja Presbiteriana em Sorocaba e o prédio do antigo Fórum, que há vinte anos é sede da Oficina Cultural Grande Otelo.


A artista visual Laís Myrrha, por exemplo, ocupará um dos gramados da praça com a obra A parte que te cabe.

Nele, a artista utilizará pedras para criar um grande memorial temporário.

Entre os dias 16 e 17 de outubro, a artista contará com a participação dos moradores da cidade para a inscrição de seus nomes nas peças integrantes da obra. Os interessados devem enviar os nomes para o e-mail camadasuperficial@oficinasculturais.org.br até a data da exposição.
Adriana Dias realizará uma interferência-ação em desenho que será modificada pela artista por 21 dias consecutivos.

Em Desenhos/Narrativas: Histórias e Ficções da Frei Baraúna serão produzidos in loco desenhos em nanquim sobre voil que retomarão imagens de alguns registros histórico-fotográficos da praça, bem como a tecitura de histórias vividas e inventadas, que expostos sequencialmente em uma árvore da praça –podendo justapor-se ou sobrepor-se, constituirão narrativas.

Segundo Dias, “a ideia é produzir uma espécie de livro não paginado em que as folhas se soltaram, e que podem se recompor por quem se dispuser a lê-los”, explica.


O Praça Plástica, trabalho de Fernando Limberger, é uma intervenção de cores que ocupará de maneira pontual toda a paisagem da praça.

A ideia é criar 15 círculos de cor, como pontos de “imantação” e “ativação”, em diversos espaços da praça.  Esses pontos poderão ser usados pelos diferentes públicos que normalmente frequentam aquele ambiente como estímulos, além de visuais, para atividades lúdicas variadas, de convívio e de celebração. “Será uma maneira de reforçar uma característica que é inerente a qualquer praça, que é de ser originalmente um lugar aglutinador de pessoas”, explica Limberger.


Já a obra Resistência, de Santiago Ribeiro, propõe uma reflexão profunda acerca dos problemas decorrentes do desmatamento. Uma árvore verdadeira que foi alvo de queimada será replantada na praça.

Com a imagem de um solo infértil e morto, em contraste com a brancura das árvores replantada, o artista busca suscitar a mensagem de que a natureza persiste, renasce e resiste – apesar de nós.
Trapézio, intervenção de WMT, ocupará o centro da Praça Frei Baraúna junto ao Obelisco. Na abertura da exposição do Camada Superficial, três bandeiras prateadas serão hasteadas ao mesmo tempo ao som de composição do músico inglês contemporâneo Christian Marclay – artista visual americano que explora conexões entre som, ruído, fotografia, vídeo e cinema.

As bandeiras serão mantidas tremulando com compressores de ar instalados à base do obelisco.
A Oficina Cultural Grande Otelo é uma das 22 unidades das Oficinas Culturais do Estado que são administradas pela POIESIS Instituto de apoio à Cultural, à Língua e à Literatura.

Serviço:
Projeto de Interferências Artísticas “Camada Superficial”
Curadoria: Héctor Zamora
Realização: Oficina Cultural Grande Otelo
Apoio: Prefeitura Municipal de Sorocaba e SAAE – Serviço Autônomo de Água e Esgoto
Local: Praça Frei Baraúna, Centro, Sorocaba - SP
Data: de 18 de outubro a 16 de novembro
Evento gratuito

Oficina Cultural Grande Otelo
Praça Frei Baraúna s/nº - Centro - Cep: 18035-170 - Sorocaba/SP
Telefone: (15) 3224-3377 / 3232-9329 |
Funcionamento: Terça a sexta-feira das 13h às 22h e Sábado das 9h às 18h
Twitter: @OficinaCultural

Marcelo Ferla

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