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sábado, 23 de abril de 2016

Natureza.

20 fenômenos naturais que você não vai acreditar que realmente existem.
Por: WILLIAN BINDER


O planeta Terra é palco para muitos eventos misteriosos que ninguém consegue explicar.
Mas com a evolução da tecnologia e do conhecimento alguns desses fenômenos naturais estranhos já são explicados por cientistas e pesquisadores.
Será que tudo é uma questão de tempo para encontrarmos uma explicação? Ou sempre existirão coisas inexplicáveis?
Bom, alguns desses eventos e suas respectivas explicações podem ser vistas logo abaixo e eu já adianto: é inacreditavelmente fantástico.

1. PÔR DO SOL VERDE


A razão para o seu aparecimento se baseia na refração da luz na atmosfera. O feixe de luz se move mais lentamente no baixo horizonte, devido a densidade do ar, de modo que a luz solar segue caminhos ligeiramente curvos, na mesma direção que a curvatura da Terra. Maiores frequências de luz (verde, azul) se curvam mais que as menores (laranja,vermelho), de forma que os raios azuis e verdes se tornam mais visíveis na superfície solar, sendo que os tons mais quentes se obstruem. 

Brilhos verdes são reforçados pela inversão atmosférica, que aumentam a densidade gradiente e, por consequência, a refração luminosa. 

Podemos esperar ver também um brilho azul, mas o azul é mais disperso na linha de visão humana, e comumente acaba aparecendo verde.

2. PORTA PARA O INFERNO




A Cratera de Darvasa, também chamada de Porta para o Inferno é um campo de gás natural localizado em Derweze (também escrito Darvaza, que significa “porta”), na província de Ahal, no Turcomenistão. 


A cratera é conhecida pela sua chama que vem queimando continuamente desde 1971, alimentada pelos ricos depósitos de gás natural na área. Ela exala um forte cheiro de enxofre que pode ser sentido à distância.

3. RELÂMPAGOS EM VULCÕES


As erupções vulcânicas produzem imensas quantidades de partículas carregas eletricamente e estática. 

Assim como esfregar o pés em um tapete e tomar um choque ao tocar a maçaneta, estas erupção produzem estes relâmpagos de cor violeta, porém, numa intensidade muito maior.



4. ROCHAS REDONDAS


Na praia de Koekohe, na Nova Zelândia, é possível ver pedras esféricas praticamente perfeitas. 

Elas são resultado do acúmulo de sedimentos que foram se aglomerando no fundo do mar por mais de 60 milhões de anos, tornando-se pedras.



5. RAIOS DE CATATUMBO


No rio Catatumbo, na Venezuela, é possível presenciar uma tempestade de raios impressionante. 

Este espetáculo raro é chamado de “Raios de Catatumbo” e acontece durante 160 dias em um ano, durando aproximadamente 10 horas por dia com mais de 280 descargas elétricas por hora.



6. GRANDE BURACO AZUL


É uma caverna subaquática ou sumidouro natural encontrado em oceanos. Também são chamados de cavernas verticais. Considerados falhas geológicas, eles estão presentes em diferentes pontos dos oceanos. 

Por conta de suas qualidades térmicas e condições de segurança, eles atraem grande diversidade de vida marinha e, por consequência, de quem pratica mergulho, amador ou profissional. 

A cor exótica vem da baixa temperatura da água.



7. CAVERNAS DE GELO


Cavernas de gelo são estruturas temporárias que se originam em regiões glaciais. A água se congelou na formação destes glaciais de forma muito compacta e pouco oxigênio ficou aprisionado no meio destas cavernas. 

Por isso a coloração azul tão espetacular destes lugares, pois apenas o espectro de luz azul é refletido, enquanto as outras faixas de luz são absorvidas neste gelo.




8. ARCO-ÍRIS DE FOGO




Um arco circum-horizontal, também conhecido por arco-íris de fogo, é um halo similar em aparência a um arco-íris, só que é horizontal, mas ele se diferencia também por ser causado pela refração através de cristais de gelo, ao invés de refração através de água líquida.



09. POROROCA


A pororoca é uma onda praticamente sem fim que viaja por mais de 800 quilômetros contra o fluxo do Rio Amazonas. Ela acontece durante os meses de Fevereiro e Março quando a maré do Oceano Atlântico invade o rio no sentido contrário ao fluxo da água. 

O recorde de maior tempo nesta onda é 37 minutos de surfe em uma mesma onda.



10. MIGRAÇÃO DAS BORBOLETAS MONARCAS



Quando a temeperatura nos EUA diminui em outubro, milhões e milhões de borboletas monarcas começam uma viagem bem longa para locais mais quentes para passar o inverno, no México. A viagem percorre uma distância de mais de 4.000 quilômetros e proporciona um evento belíssimo da revoada destes insetos.



11. NUVENS ESTRATOSFÉRICAS POLARES


As nuvens estratosféricas polares são nuvens que se formam na estratosfera em altitudes entre 15.000 e 25.000 metros. Estas nuvens são raras e são formadas principalmente perto das zonas polares durante o inverno. 

Elas estão envolvidas na formação dos buracos na camada de ozônio.



12. GRANDE CARDUME DE SARDINHAS


Todos os anos na região da Cidade do Cabo, na África do Sul, cardumes gigantes de sardinhas, que podem ser vistas através de imagens de satélite, chegam para procurar águas menos frias. 

A região é um local com grandes populações de tubarões que aproveitam a chegada destes peixes para se fartar.





13. NUVEM LENTICULAR


Nuvens Lenticulares são formações estacionárias de nuvens, com formato análogo a lentes, que se formam em altitude. Quando ar estável e úmido flui sobre uma montanha ou cadeia de montanhas, uma série de ondas estacionárias podem se formar à sotavento da mesma. 

Se a temperatura na crista da onda descer abaixo do ponto de orvalho, o vapor de água em suspensão se condensará formando a nuvem lenticular. 

Na continuação do fluxo de ar, ao descer em direção a depressão da onda, a nuvem pode evaporar-se, razão para suas bordas características.



14. MARATONA DO CARANGUEJO VERMELHO


A migração em massa é liderada pelos machos, seguidos rapidamente pelas fêmeas. Os caranguejos passam árduas semanas rastejando para o oceano, percorrendo uma distância de até 9 km. Ao longo do caminho eles enfrentam inúmeros perigos. 

A cada ano, até meio milhão de caranguejos nunca retornam de sua perigosa jornada. 

Muitos deles são atropelados quando atravessam estradas locais, enquanto outros são atacados pelas formigas-loucas-amarelas.



15. CÍRCULOS DEBAIXO D’ÁGUA


Um fotógrafo japonês Yoji Ookata, ao fazer um mergulho, descobriu alguns círculos bem misteriosos no fundo do mar, o desenho chama atenção por parecer muito com os desenhos misteriosos feitos em plantações. 

O fotógrafo levou uma equipe de televisão, e descobriram que os círculos foram feitos por um peixe muito habilidoso, capaz de criar relevo sobre a areia do mar, fazendo essas obras de arte.



16. CÍRCULOS DE FADAS


Cientistas já atribuíram a formação dos tais anéis a formigas, cupins e até gases que emergem do chão. 

Mas pesquisadores de duas universidades, na África do Sul e nos Estados Unidos, apareceram com uma nova teoria nesta semana: os círculos seriam resultado de uma competição interna entre as próprias gramíneas.


De acordo com esta ideia, o chão estaria inicialmente revestido de vegetação rasteira de maneira uniforme. 

O solo do deserto, no entanto, é pobre demais. 

A oferta reduzida de nutrientes, associada à baixa ocorrência de chuvas, faz com que somente as plantas mais fortes sobrevivam. 

Para não morrer, elas consomem os recursos das menos resistentes, próximas a elas, que morrem e deixam um pequeno espaço vazio.



17. BANDO DE ESTORNINHO-COMUM


É de comportamento gregário e voa em bandos compactos, em interessantes evoluções, mudando rapidamente de direcção, tal como um cardume de peixes. 

Com frequência, após a época de reprodução, oferecem esse espectáculo tanto no campo como nas grandes cidades.



18. ALGAS BIOLUMINESCENTES


Bioluminescência é a produção e emissão de luz por um organismo vivo. 

Trata-se de uma forma de ocorrência natural de quimioluminescência, em que a energia resultante de uma reação química é lançada sob a forma de emissão de luz.



19. MAMMATUS


Mammatus (também referenciado por mamma ou mammatocumulus) é um termo da meteorologia aplicado ao padrão de “bolsas” que se formam na base de uma nuvem. O termo “mammatus” deriva do mamma, devido à associação ao formato de mamas ou seios.


Formam-se em ar descendente, em contraste com a maioria das nuvens que formam-se em ar ascendente. 

Frequentemente, nuvens mammatus formam-se sob a bigorna associada a uma nuvem cumulonimbus, e são observadas geralmente depois da passagem de uma tempestade severa.



20. RIOS SUBAQUÁTICOS


Esse é um fenômeno conhecido como haloclina, na qual águas com diferentes níveis de salinidade formam camadas por causa de sua variação de densidade.


post: Marcelo Ferla

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