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quarta-feira, 9 de julho de 2014

Admirável mundo torto.

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O crime compensa, ou não compensa?
Publicação em 07.07.14
Quinta passada, às 18h04, ao sair de seu primeiro dia de trabalho num escritório de advocacia, em Brasília, José Dirceu foi afrontado "na lata" por um cidadão que o encontrou no elevador:
- Ô Dirceu, o crime compensa!...
O ex-ministro da Casa Civil (que vai receber R$ 2.100 mensais na nova atividade) não disse nada, saiu do prédio, entrou como passageiro numa camioneta de luxo , ligou o celular e partiu em direção ao centro prisional.
Talvez tenha achado graça na sinceridade da vox populi...

* * * * *
Paradoxo com a notícia aí de cima. Um sujeito (iniciais E.J.F.) foi condenado pela Justiça gaúcha de primeiro grau por furto, duas vezes qualificado por usar meio fraudulento.
O fato ocorreu no interior do RS, em dois supermercados diferentes, onde ele tentou levar barras de chocolate e um litro de uísque tudo avaliado, nos dois fatos, em R$ 82,00.
Em face da vigilância, o homem foi detido e as mercadorias apreendidas na hora.
O promotor denunciou-o por furto consumado, com a qualificadora de “fraude”, pois o indivíduo “fez-se passar por cliente”. Na sentença, a juíza desclassificou o crime para tentativa, mas entendeu-o "qualificado". Rejeitou a insignificância e aplicou a pena de 3 anos e 2 meses de prisão, mais multa.
O crime não compensa... para alguns!
Marcelo Ferla
fonte: Espaço Vital

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