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Sempre gosto de lembrar aos leitores que este blog tem como intenção trazer à tona a informação, o conhecimento e o debate democrático sobre os assuntos mais variados do nosso cotidiano, fazendo com que todos se sintam atualizados.

Na medida em que você vai se identificando com os assuntos, opine a respeito, se manifeste, não tenha medo de errar, pois a sua opinião é de suma importância para o funcionamento e a real função deste espaço, qual seja, a de levar a todos o pensamento e a reflexão.

O diálogo sobre o que é escrito aqui e sobre o que vem acontecendo ao nosso redor é muito mais valioso e poderoso do que podemos imaginar.

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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Especial Guerra do Vietnã - 50 anos depois.

Especial Guerra do Vietnã - parte XIII



Hoje trago até vocês, mais uma parte do Especial Guerra do Vietnã - 50 anos depois, com o documentário "Querida América", que é retratado do ponto de vista das cartas que os soldados que se encontravam na guerra, escreviam para seus familiares, relatando os horrorres deste acontecimento que marcou a todos nós.















Marcelo Ferla
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Diversão.



Eu sou super fã da série de filmes Star Wars e, igualmente, era muito fã do desenho Caverna do Dragão. Em sendo assim, resolvi juntar ambos, postando as tiras hilárias da Caverna do Jedi.

Divirtam-se.





























Marcelo Ferla
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Aprenda




Aprenda enquanto há tempo.













Marcelo Ferla
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Diabetes.







Como escolher o calçado quando se é diabético?


Entrevista com a endocrinologista Hermelinda Cordeiro Pedrosa, do Grupo de Trabalho Internacional sobre Pé Diabético, da Federação Internacional de Diabetes.

Escolher corretamente os sapatos pode ajudar a prevenir uma série de sequelas do diabetes mal controlado.


Uma dessas sequelas é a neuropatia diabética, que compromete a sensibilidade dos pés. Sem sentir o que está acontecendo nas extremidades, a pessoa pode se machucar e desenvolver feridas de difícil cicatrização, explica a endocrinologista Hermelinda Cordeiro Pedrosa, coordenadora do Projeto Salvando o Pé Diabético, da Secretaria de Saúde de Brasília, e representante no Brasil do Grupo de Trabalho Internacional sobre Pé Diabético, da Federação Internacional de Diabetes.


Hermelinda Cordeiro Pedrosa - "Além dos exames periódicos dos pés feitos pelo médico ou outro profissional treinado da enfermagem, sempre recomendo que o próprio paciente habitue-se a examinar seus pés diariamente para verificar se há algum machucado, secar bem a região após o banho, principalmente entre os dedos, e manter a pele do pé hidratada, sem colocar hidratante entre os dedos.


A escolha do sapato é muito importante. O calçado deve oferecer conforto, não conter costuras ou dobras que possam irritar a pele e proporcionar segurança na caminhada. Vamos analisar aqui alguns tipos de sapatos preferidos pelas mulheres que gostam de seguir a moda.


Os escarpins estão cada vez mais altos, mas eles podem provocar bolhas, inchaço e dores nos tendões. Salto alto leva o pé a uma posição antinatural, aumentando o estresse sobre uma só região: a plantar. Se o uso for repetitivo, o excesso de pressão pode provocar fraturas espontâneas, pois a neuropatia induz a uma resposta inflamatória e maior desgaste do osso, semelhante ao que ocorre na osteoporose. Saltos altos e finos também aumentam a possibilidade de entorses: o diabetes favorece alterações no colágeno, provocando torções e também rupturas. Vale lembrar que uma complicação dramática da neuropatia é o Pé de Charcot, que pode surgir de um trauma e, com essa fragilidade óssea e dos tendões, acarretar inchaço, vermelhidão e maior temperatura, que deve ser alvo de cuidado imediato para não evoluir para deformidades. O recomendável é optar por saltos de no máximo 3 cm e de preferência grossos.


As sapatilhas rasas, também em voga, não dão suporte à planta do pé. Podem levar a problemas no quadril, joelhos e costas. Seu uso só é aceitável com a colocação de palmilhas internas que vão dar o suporte necessário a uma caminhada sem problemas. As sandálias de tiras, também baixinhas, têm o risco adicional de não oferecerem praticamente nenhuma proteção ao pé. A chance de escorregar e machucar-se é muito grande com uma área tão extensa do pé exposta. Quem tem diabetes especialmente não deve utilizá-las, porque cortes ou machucados simples podem evoluir para sérios problemas de infecção e levar até a amputações.


Os sapatos plataforma geralmente têm a sola rígida e interferem na caminhada e na mobilidade do pé. Se tiverem a parte de trás muito alta, também vão concentrar a pressão apenas sobre uma região do pé.




Sapatos de bico fino devem ser evitados. Eles apertam toda a parte da frente do pé e com o uso continuado causam dor e bolhas, além de joanetes naqueles que têm predisposição familiar. É preciso também fazer atenção ao tamanho do calçado. Muitas mulheres usam sapatos menores que seus pés e a consequência é o aparecimento de calosidades, bolhas, joanetes. Por isso, é importante comprar os sapatos à tarde, quando os pés podem apresentar algum grau de inchaço."



Fonte: Diabetes Nós Cuidamos
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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Especial Guerra do Vietnã - 50 anos depois.

Especial Guerra do Vietnã - parte XII


Hoje compartilho com vocês mais algumas fotos do confronto no front.

Algumas destas fotos são inéditas e mostram definitivamente o quão cruel é um campo de batalha com os que estão lá lutando, ainda mais quando se está lutando sabe-se lá pelo o que, perdendo amigos e  companheiros em ambos os lados.

P.S - as fotos que serão publicadas neste especial, bem como todo o restante do material, contem cenas fortes e reais. Tenha bom senso e cautela. Obrigado.

Bombardeio com bombas de Napalm

Soldados carregam corpo de inimigo morto

Pelotão avança no difícil terreno do Vietnã







Norte Viatnamita plantando mina terrestre








 Marcelo Ferla
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Especial Guerra do Vietnã - 50 anos depois.




Guerra do Vietnã - parte XI


Ofensiva do Tet


Em fins de 1967, o general Giap concebeu um plano extremamente audacioso, cuja concretização viria a tornar-se o marco decisivo da guerra. Depois de atrair as forças de Westmoreland para o interior do país, e cerca-las em Khe Sahn, na província de Quang Tri, ele desfechou um ataque surpresa contra mais de cem cidades no Vietnã do Sul, inclusive Saigon, onde os guerrilheiros chegaram a ocupar, por algumas horas, o quartel-general do general Westmoreland e a embaixada dos Estados Unidos, cujos ocupantes tiveram que fugir, apressadamente. A ofensiva ocorreu em 30 de janeiro de 1968, no feriado do ano novo lunar chinês (Tet), e embora pagando um pesado preço em vidas, atingiu plenamente seu objetivo que era, principalmente de ordem moral, na medida em que:
- Humilhou as forças armadas dos Estados Unidos
- Deixou claro que os EUA, embora sendo a maior potência militar do planeta, não conseguiriam vencer a guerra contra os vietnamitas - muitas vezes referidos como "miseráveis comedores de arroz".
Na antiga capital imperial de Hué, as tropas combinadas de norte-vietnamitas e guerrilheiros da FLN, capturaram a cidadela imperial e maior parte da cidade, o que deu início à Batalha de Hué. Neste ínterim entre a captura da cidade e sua retomada pelas forças americanas, os ocupantes insurgentes massacraram milhares de civis sul-vietnamitas nela residentes, num número estimado de seis mil.
Mas a Ofensiva do Tet haveria de produzir outros efeitos significativos: as quedas do general Westmoreland e do presidente Johnson.

Westmoreland havia se tornado a face pública da guerra. A revista TIME o havia escolhido O Homem do Ano de 1965, descrevendo-o como 'a vigorosa personificação do guerreiro americano'. Em novembro de 1967, ele comandou uma campanha de relações públicas para o governo, de modo a conseguir um apoio embandeirado do público americano à guerra. Num discurso a jornalistas em Washington, ele afirmou que 'a guerra havia atingido um ponto em que o fim estava próximo.' Então, com a Ofensiva do Tet, o público ficou confuso e chocado com as errôneas previsões do general. A imprensa do país, que até então havia em sua maioria apoiado os esforços de guerra americanos, promoveu um cerco ao governo em busca das razões para tal falha nas informações otimistas transmitidas até então sobre a guerra. Diante disso, Westmoreland foi removido do comando no Vietnã.

Quanto ao presidente Johnson, seu índice de popularidade despencou de 48% para 36%, levando-o a desistir de concorrer à reeleição no fim de 1968.

O Tet causou profundas implicações domésticas no apoio ao conflito, sendo considerada uma falha da inteligência comparável a Pearl Harbor. Numa das mais polêmicas e célebres frases da guerra, um certo major Brown, na fente de combate, declarou ao jornalista Peter Arnett, então correspondente da AP e que anos depois transmitiria ao vivo pela CNN o ataque americano a Bagdá no início da Guerra do Golfo, que 'a cidade de Ben Tre precisou ser destruída para poder ser salva', eufemismo que passou a fazer parte da 'lógica' de guerra, de que era melhor destruir algo completamente, do que deixá-lo ser útil ao inimigo.

Westmoreland foi empossado como chefe do estado-maior do exército em março, o que tecnicamente era uma promoção, quando a resistência vietnamita havia sido subjugada. Sua posição entretanto, tinha ficado insustentável, por causa da ofensiva e porque seu pedido secreto de reforço de mais 200 mil homens para o Vietnã havia vazado para a mídia. Foi substituído por seu segundo em comando, general Creighton Abrams, um militar menos afeito a declarações à imprensa.

A 10 de maio de 1968, a despeito da baixa expectativa de algum resultado, conversações de paz começaram a acontecer entre os EUA e a República Democrática do Vietnam. As negociações ficaram estagnadas por cinco meses até que Johnson desse ordens para que o bombardeio aéreo do Vietnã do Norte fosse suspenso.

O candidato democrata à presidência, vice-presidente Hubert Humphrey, estava disputando a eleição com o ex-vice-presidente republicano Richard Nixon. Através de intermediários, Nixon avisou ao governo do sul que se recusasse a participar das negociações com o norte até depois das eleições, dizendo que daria a eles um melhor acordo se fosse eleito.

O historiador Robert Dallek escreveu: "a escalada da guerra no Vietnã promovida por Lyndon Johnson dividiu os americanos em campos opostos, produziu 30 mil mortos até sua saída da Casa Branca e destruiu sua presidência. Sua recusa em enviar mais tropas ao Vietnã após o pedido de Westmoreland, foi uma admissão de que a guerra estava perdida"

Como o Secretário de Defesa Robert McNamara observou mais tarde, "a perigosa ilusão de uma vitória por parte dos Estados Unidos estava, dali em diante, morta.".


Marcelo Ferla


fonte: Wikipédia


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Manifesto



Paulistas, cariocas, mineiros, todos brasileiros, pergunto a todos, até quando?




















Marcelo Ferla
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