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Informativo

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segunda-feira, 5 de março de 2018

Admirável mundo torto.




"Palavras - tão inocentes e impotentes elas são enquanto imóveis em um dicionário, quão poderosas para o bem e o mal elas se tornam nas mãos de quem sabe como combiná-las."
Nathaniel Hawthorne 





















post: Marcelo Ferla

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A vida como ela é.




“Nunca encontrei uma pessoa tão ignorante que não pudesse ter aprendido algo com a sua ignorância.”
Galileu Galilei 












































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Comportamento.



A partir desta idade, você é considerado velho demais para balada
Se você é jovem ainda, amanhã velho será.
Por Guilherme Eler


Chegar aos 37 anos é como receber uma segunda carta de Hogwarts. 
Mas ao invés da mensagem da coruja ser um convite para uma escola de magia, ela traz um aviso: já está na hora de parar com essa história de cair na noitada. 
Antes de sair esbravejando contra a ciência, saiba que as baladas que você frequenta provavelmente estão cheias de pessoas que pensam exatamente assim – ou vão pensar algum dia.

Ter pique para continuar frequentando casas noturnas aos 37 foi considerado “trágico” para boa parte dos 5 mil entrevistados de um estudo britânico
Segundo 37% das cobaias, não há nada mais deprimente do que ter mais de 40 e permanecer rodeado de jovens de 20 em bares ou pistas de dança.
A nova pesquisa demonstrou que, de acordo com os participantes, os 31 anos são a idade perfeita para começar a deixar de lado essa ideia de curtir a noite. 
Nessa época, o combo filme + cobertor pareceu mais atraente que qualquer outro programa para quase metade deles.
O fato dos passeios noturnos serem caros demais foi a desculpa preferida de 6 em cada 10 entrevistados
Preocupações como arranjar um meio de transporte e uma babá para cuidar dos filhos também foram listados entre os principais motivos.
Para quase 70% deles, arranjar uma alma gêmea elimina a necessidade de se frequentar esse tipo de local. 
E 29% tem um porquê ainda mais prático: não tem vontade nenhuma de lidar com a ressaca do dia seguinte. 
Optar pelo conforto do lar, dessa forma, seria a escolha perfeita para cortar o mal pela raiz.
Matt Walburn, da Currys PC World, que trouxe à público os resultados do estudo, deu uma explicação prática para a preguiça que chega com os 30. 
“É quase impossível ficar entediado em casa, com todo o conforto e toda a tecnologia que podemos contar”, disse em entrevista ao NME. 
Para Walburn, essas vantagens normalmente costumam superar os ganhos fora de casa. 
“Passar um tempo nas mídias sociais, fazendo compras online ou jogando em rede com amigos pode trazer satisfação maior”.
Então, é aquela velha história. É proibido frequentar baladas depois dos 37. 
Mas quem quiser – e não se importar com a opinião dos outros  –, pode.

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Homens admiráveis.




QUANDO AS LUZES SE APAGAM
14.07.2017
Vivemos momentos desoladores. 
O apagão do Senado é um fato simbólico que nos provoca a pensar sobre como sobreviver no escuro.
Nos apagões em estádios de futebol as luzes nunca voltam de uma vez só, o campo vai se iluminando aos poucos. 
Creio que as luzes só voltarão totalmente no Congresso depois das eleições de 2018.
Daqui até lá teremos de nos acostumar com a penumbra. 
A realidade histórica obrigou-nos a derrubar presidentes com uma frequência maior. 
A repetição nos obriga também a um espetáculo constrangedor, os deputados se sucedendo na tribuna: voto sim pela família, pelos netos, pelo marido, por sua cidade natal e o pelo coronel Brilhante Ustra.
Estamos no caminho dessa desse velho enredo. Sempre se diz no final que a sociedade se surpreendeu com o nível de seu Congresso. 
A chance de evitar as surpresas que se repetem, apesar de tudo, está concentrada na capacidade social de mudar o quadro em 2018.
Outro dia alguém me perguntou o que esperava do eventual sucessor de Temer nesse período de transição. 
Nada, respondi distraidamente. 
Aos poucos fui obrigado a precisar esse nada. 
Basta que toque a máquina do Estado, num momento em que muitos setores ameaçam entrar em colapso.
E basta que o Congresso tenha aprovado a reforma mais negociável, que é a do trabalho. 
Na política, que ao menos reduza o número de partidos.
No quesito tocar a máquina será preciso considerar emergencial a crise da segurança pública. 
Talvez por uma visão limitada e pessoal eu destaque esse tema. Vivo no Rio de Janeiro e viajo semanalmente pelas estradas do Brasil. 
O Rio vive um clima trágico: crianças mortas, balas perdidas, tiroteios. 
E as estradas agora estão menos policiadas, pois faltam recursos à Polícia Federal.
Não sou favorável à tese do Estado mínimo, penso como John Gray que o Estado tem vários tamanhos possíveis, dependendo das circunstâncias históricas.
Se Rodrigo Maia for presidente, terá chegado ao cargo com 53 mil votos. 
Em algumas configurações partidárias esse número não chega a ser suficiente para eleger um deputado. 
O ideal, portanto, seria tocar as obrigações cotidianas, sem muitas marolas.
O Congresso ficaria na penumbra, o que não significa opacidade, porque a transparência é uma conquista. 
Seria apenas uma forma de não atrapalhar mais a recuperação econômica, evitar os sobressaltos dedicando-se a projetos que não tem mais legitimidade para aprovar
Isso talvez possa liberar alguma energia social. 
Perdemos muito tempo ouvindo discursos, dispersamo-nos muito com as nuvens da política.
Toda semana o PSDB se reúne para decidir se sai ou não do governo. 
Como dizia Cazuza, vivemos num museu de grandes novidades.
As próprias discussões sobre o destino do Temer, embora tratando de crimes diferentes dos atribuídos a Dilma, têm a mesma monotonia jurídica. 
O relator Sergio Zveiter afirmou que os indícios eram suficientes para autorizar que fossem investigados. 
Disse que, nesta fase, não se trata de afirmar que in dubio pro reo, algo que se aplica ao julgamento. 
E concluiu que, nesse caso e etapa, a dúvida é pró-sociedade.
O advogado de Temer questionou a tese em abstrato, afirmando o direito do indivíduo. 
Algo louvável. 
No entanto, a sociedade é feita de indivíduos que ocupam lugares diferentes, arquitetos, cozinheiros, encanadores e um presidente da República. 
No caso de denúncia contra o presidente da República, a sociedade tem o direito de conhecer as suas consequências.
O enigma de todo o processo é a própria sociedade. 
Embora atenta, não parece ter ânimo par ir às ruas. 
No “fora Dilma” havia emoção, confrontos.
A oposição a Temer revela-se mais nas pesquisas de opinião do que nos movimentos de rua. 
Tornou-se algo do cotidiano, inspirou até a marca de uma cerveja artesanal Fora Temer. 
Como toda bebida algo alcoólica, imagino que sugira também moderação para evitar uma ressaca brava.
A liquidação do grupo de Temer, amigos presos, assessores presos, é mais uma etapa da derrocada de um gigantesco esquema de corrupção. 
O que restava do grupo dominante vai deixando a cena e em seu lugar um apagado Congresso deve tocar o País num regime parlamentarista não escolhido como resultado de um de debate sobre o rumo da política. 
Um parlamentarismo acidental, que deveria ter o cuidado de um zelador noturno que trabalha apagando as luzes lentamente.
Até que amanheça. Com sol ou nublado, radiante ou cinzento, mas amanheça. 
Foi muito longo o período de decomposição do processo político-partidário, ele tende a anestesiar, como os tiroteios do Rio e a sucessão de mortes de crianças alvejadas em casa, na escola, no carro e até na barriga da mãe.
As eleições em período de desencanto político costumam marcar novas etapas. 
Na Dinamarca o desencanto foi devastador para os partidos dominantes, na França surgiu como um movimento por fora deles.
Não sei o que acontecerá aqui, mas duvido que continuaremos nessa sequência de quedas de presidentes e deputados votando pela mãe, pelos netos. 
Presidentes e deputados serão possivelmente melhores. 
Com um nível de informação como nunca teve antes sobre o universo político, a sociedade deve se manifestar.
Ainda aí, nas eleições, poderá surgir de novo a questão: vale a pena dedicar alguma energia a essa mudança? 
A resposta negativa pode perpetuar esse horror, em nome da mãe, dos netos, da cidade natal e do coronel Brilhante Ustra.
Já se discute muito no Rio se a cidade não se tornou impraticável. 
Muitos brasileiros se deslocam para Portugal, que exerce grande fascínio. 
Mas 517 anos depois na dá para voltar todo mundo para Portugal e encobrir o Brasil. 
A saída só se encontra por aqui. Mesmo depois de resolvida a escassez de passaportes.
Artigo publicado no Estadão em 14/07/2017

post: Marcelo Ferla

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Acontecimentos.




"Você pode destruir um país. 
Mas você não pode destruir um pai disposto a fazer o que puder para manter seus filhos felizes apesar do mundo à sua volta."
Não é sobre religião é sobre HUMANIDADE.
A Síria pede socorro.

post: Marcelo Ferla
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sábado, 3 de março de 2018

Homens admiráveis.




Uma elucidação clara e direta do Filósofo Luiz Felipe Pondé sobre a intervenção militar no Estado do Rio de Janeiro, Estatuto do Desarmamento, mortes no Brasil vs mortes nos EUA e falência do Estado.
Vale a pena escutar. 


post: Marcelo Ferla


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