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segunda-feira, 23 de junho de 2014

Falando Nisso.


Mães da Praça de Maio encontram restos de uma das filhas desaparecidas durante ditadura.
Lila Epelbaum Stopolsky foi sequestrada no Uruguai em 1976, com 20 anos; mãe morreu em 1998 sem localizar corpo.
A EAAF (Equipe Argentina de Antropologia Forense) identificou os restos de Lila Epelbaum Stopolsky, filha caçula de Renée “Yoyi” Epelbaum, desaparecida em 4 de novembro de 1976, quando tinha 20 anos.
 Lila Epelbaum Stopolsky sumiu em 1976, quando tinha 20 anos

“Tornamos pública, diante de nossos amigos e conhecidos e dos que buscam incansavelmente a Verdade e a Justiça através da Memória, uma notícia que, como sempre, nos comove profundamente: a EAAF identificou os restos de Lila Epelbaum Stopolsky, filha de nossa querida companheira Renée Epelbaum, Yoyi, falecida em 1998”, diz o texto.
“Estes restos humanos, que por tantos anos foram privados de um enterro digno onde fossem dispostos amorosamente por sua família” serão sepultados em 10 de agosto “próximo de onde descansa sua mãe”, diz o comunicado que acrescenta: “apesar de terrível”, a identificação dos restos de Lila “conforta o coração” e dá ainda mais força para “encontrar e julgar os responsáveis deste crime contra a humanidade”.
A informação foi divulgada por um comunicado das Mães da Praça de Maio Linha Fundadora na última quinta-feira (29/05).
Vida marcada pela ditadura
Os três filhos de “Yoyi” — Luis, Claudio e Lila — foram sequestrados e despareceram entre agosto e novembro de 1976. A partir de então ”Yoyi” passou a integrar o grupo de mães que, desde a década de 1970, luta em busca de seus filhos vítimas da repressão ilegal. Ela permaneceu na organização até morrer.
O filho mais velho, Luis, foi sequestrado em 10 de agosto de 1976 em Buenos Aires, quando tinha 25 anos. Meses depois, quando estavam exilados no Uruguai, Claudio e Lila foram sequestrados em Punta del Este, no marco do Plano Condor e transportados a Buenos Aires, onde teriam sido  torturados e detidos em centros clandestinos diferentes.
Marcelo Ferla
fonte: Opera Mundi

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