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sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Falando nisso.

Li as colocações de Gustavo Magnani, idealizador a administrador do literatortura e concordo com a análise por ele feita a respeito do esperado programa "Na moral", do famigerado Bial, sobre Estado laico e religião, tudo em decorrência da visita do papa na última semana.

Coloco abaixo a análise na sua íntegra e fidelidade.

Literatortura

Balanço final do programa "Na Moral":

O corte das discussões é muito rápido e sempre acontece quando algo está começando a esquentar. Não, não tem nada a ver com "gostar de ver barraco", mas sim analisar a reação dos envolvidos nas discussões, ver como eles se portam.
O programa é muito rápido. Pouco tempo para se abordar algo de maneira realmente contundente e expressiva. Ainda mais quando se tem convidados tão relevantes como os de hoje. Talvez não seja culpa do Bial, afinal, ele não delimita o tempo. Mas, fato é que o apresentador o vende como um "debate final", algo que realmente sairá da superficialidade geralmente vista. Infelizmente, não aconteceu hoje e quase nunca na história do "Na moral".
Quanto aos convidados, destaque fácil pro babalorixá Ivanir, que mostrou-se ponderado, inteligente e preparado pra discussão, propondo, inclusive, uma participação do pastor Silas Malafaia em uma caminhada contra a intolerância religiosa. Convite, esse, que ele saiu pela tangente.
Mas, fato é que Silas não foi de todo ruim no debate. Eu discordo e abomino várias de suas posições, porém, ele possui certa coerência dentro de sua crença, que acho bastante interessante. Muitas vezes com informações erradas (geralmente científicas), porém, sua linha de pensamento me parece "linear". 
Gostemos ou não.
Me soou bastante razoável suas declarações contra a intolerância e respeito às outras religiões. Se foi apenas discurso na globo, eu não posso afirmar, porque não o conheço tão a fundo. Mas, admitir que um evangélico deveria ser preso por discriminar, é algo que dificilmente veríamos em outro pastor. Repito, se é discurso ou não, me sinto incapacitado de afirmar. O grande problema do pastor, para mim, continua sendo seu descontrole emocional. Reparem que quando ele altera o tom de voz, geralmente o discurso despenca em qualidade e ponderação.
Em suma, eu acho a ideia e o formato do "Na Moral" razoáveis, mas é muita propaganda e alarde para pouco tempo no ar. Deu o que? 30/40 minutos? Tire as propagandas, as músicas e as falas preparadas do Bial e você tem um curto espaço de tempo para muita coisa que poderia ser dito.
Essa é, sem dúvida, a grande crítica ao programa.
E vocês, o que acharam?


Att,
Gustavo Magnani, idealizador a administrador do literatortura.

post: Marcelo Ferla

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