Seja bem vindo ao Blog do Marcelo Ferla

Informativo

Sempre gosto de lembrar aos leitores que este blog tem como intenção trazer à tona a informação, o conhecimento e o debate democrático sobre os assuntos mais variados do nosso cotidiano, fazendo com que todos se sintam atualizados.

Na medida em que você vai se identificando com os assuntos, opine a respeito, se manifeste, não tenha medo de errar, pois a sua opinião é de suma importância para o funcionamento e a real função deste espaço, qual seja, a de levar a todos o pensamento e a reflexão.

O diálogo sobre o que é escrito aqui e sobre o que vem acontecendo ao nosso redor é muito mais valioso e poderoso do que podemos imaginar.

Portanto, sinta-se em casa, leia, informe-se e opine. Estou aqui para opinar, dialogar, debater, pensar, refletir e aprender. Faça o mesmo.

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sábado, 1 de setembro de 2012

Natureza.



"Vento

Pastor das nuvens".

Mario Quintana


















 













Marcelo Ferla


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Pedras misteriosas.



As Moeraki Boulders são grandes e esféricos pedregulhos encontrandos ao longo de um trecho da Praia Koekohe em Otago na costa da Nova Zelândia entre Moeraki e Hampden. O local onde estas pedras ocorrem é hoje uma reserva científica. Curta ai.

















Leia mais sobre as Moeraki Boulders na Wikipédia.


Marcelo Ferla


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Homens admiráveis.





As "coisas-zumbis" têm vida própria


Antigamente tínhamos um norte, ilusório ou não. Hoje, vivemos numa permanente incerteza que tentamos deslindar com mecanismos antigos. O colunista ou comentarista se empoleira num pódio de opiniões e fica deitando regras. Como eu, hoje em crise.

E aí? Qual é essa de um sujeito ficar dizendo o que acha certo ou errado na Paisagem? Fico falando na TV, escrevendo nos jornais, tentando ser relevante, tentando salvar alguma coisa que nem sei o que é. Salvar o quê?

Antigamente, era mole. O mal era o capitalismo e o bem era o socialismo. Agora,os intelectuais, caridosos de carteirinha, cafetões da miséria, santos oportunistas estão em pânico, pois não conseguem pensar sem almejar alguma forma de 'totalidade'.

Mas, isso acabou. As coisas estão controlando os homens. As coisas tomaram o poder e nós, seus escravos, criamos nomes: 'neoliberalismo, esquerdismo, nacionalismo', um reducionismo apressado para nos dar a ilusão de controle. Mas, hoje, a marcha das coisas zumbis já começou.

Diante dessa invasão dos vampiros de mercado e da tecnociência incontrolável, o pensamento ‘progressista’ ficou lamentoso, tristinho de tanto absurdo, tanto na guerra internacional como no caos brasileiro. De que adiantam os queixumes?Como falar em democracia com muçulmanos analfabetos que desde o século 8.º batem a cabeça nas pedras para exorcizar qualquer ‘perigo’ de liberdade, repetindo mantras do Corão, enquanto, do outro lado, os caretas republicanos competem para ver quem é mais reacionário e escolhem esse Romney a repetir mantras da Bíblia fundamentalista? É terrível ver a vitória das religiões sobre a razão, é feio ver o século 21 começando na Idade Média, com bilhões de seres dominados por Alá, combatidos pelo Deus da indústria de armas. O homem bomba matou o Eu.

Surge no horizonte da crise uma nova 'razão irracional' (se é que o oximoro é possível), pois vemos a direita crescer no mundo, junto a uma esquerda cada vez mais neoestalinista, uma razão burra e organizada, fascistoide, principalmente na América Latina.

O problema é que não conseguimos abrir mão do "eu", do desejo de ser um profeta ou professor ou comandante, tanto no pensamento, na política e nas artes. E,no entanto,vemos que o mundo se move como uma máquina própria. Os indivíduos viraram apenas uma peça ínfima que às vezes dispara novas rotas para as catástrofes. O "eu" virou um privilégio para poucos. Hitler foi um "eu" que encarnou o rancor nacional da Alemanha. Décadas depois, Osama foi um novo "eu" para atacar a modernização do Ocidente, supremo pavor (e desejo) do Islã. Do outro lado, Bush arrasou a América e o mundo. Dois psicopatas mudaram o tempo. Achávamos que tudo se moveria pelas grandes forças socioeconômicas e acabamos mudados por um maluco religioso e um imbecil alcoólatra. O mal difuso elege apenas seus operadores.

E no meio, entre o indivíduo e a massa, respira a liberdade como um bicho sem dono, a 'liberdade' - essa coisa que nos provoca tanta angústia. Que liberdade? Contra um mal teórico ou a favor de um bem inapreensível? A único consolo que resta ao "eu" é o narcisismo como moda social, a acumulação de riquezas, charmes e ilusões. É o nascimento do eu-boçal. Seria o eu-burguês, ou eu-Miami. Ou então, o 'eu' como uma espécie de prêmio para quem furar o muro do anonimato, para quem conseguir criar um eu fantasioso, um eu excêntrico, um eu que mostra a bunda,um eu de silicone ou um eu-big brother. O indivíduo está cada vez mais ridículo.

Quem fala debaixo dessas duas letrinhas: o "Eu"? Quem foi que inventou essa voz, esse brado que soa de dentro de um organismo, a partir do qual o mundo é contemplado, o que é essa voz cheia de certezas, quem são esses corpos opinativos que se pensam diferentes, mas são produzidos em série? Eles pensam:" Eu quero ser inconformista como todo mundo..." O eu dos intelectuais está humilhado...

Há um grande desânimo de pensar, de escrever,de análises sobre algo morto e inevitável e que já foi decidido. Refletir, fazer obras de arte, pra Quê? Sem alguma esperança não há filosofia.

O eu está sem orgulho, inútil. E aí,volta minha crise do início deste artigo deprimido (quem aguentou ler até agora?): como analisar racionalmente um país num tempo em que ninguém comanda? Não dá. Tenho de utilizar novos conceitos para isso. Tenho de me conformar que não há mais solução para muitos problemas. Nem para o terrorismo,nem para a miséria e seus crimes. Nem na guerra, nem no tráfico de São Paulo, por exemplo. Está tudo incorporado ao arquivo morto da História. Acabou o sonho de um futuro harmônico. O século 21 vai ser uma bosta mesmo.

texto: Arnaldo Jabor

Post: Marcelo Ferla


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Diversão.


Apesar de o assunto ser extremamente sério, sendo o TOC uma doença crônica (sem cura) e que faz milhões de pessoas por todo o mundo sofrerem demais com sua presença em suas vidas, o que está fazendo com que o TOC, fique a cada dia mais conhecido, aqui vão algumas fotos que deixariam os portadores de TOC que tem problemas de simetria, organização, etc. Curta ai. 












Marcelo Ferla


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Mulheres admiráveis.





A Despedida do Amor

Existem duas dores de amor:

A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão embrulhados na dor que não conseguimos ver luz no fim do túnel.

A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.

A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também...

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir, lembrança de uma época bonita que foi vivida... Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, lógicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente, e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a "dor-de-cotovelo" propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: "Eu amo, logo existo".

Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente...

E só então a gente poderá amar, de novo.



Texto: Martha Medeiros

Post: Marcelo Ferla


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Garrafas personalizadas



Simplesmente sensacionais as garrafas personalizadas e totalmente feitas à mão que o pessoal da Carlburg Pottery, de Montana, nos Estados Unidos, produz. Você imagina o modelo, rabisca, explica, e um artista desenvolve o resto.

Na verdade nem sei se chamar de garrafa é o mais correto, pois são uma mistura de jarra, pote e garrafão. Seja como for, é para colocar líquidos e fiquei imaginando uma versão bem legal com o meu Bloguinho estampado em uma destas. Curta ai.











Marcelo Ferla


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Imagens



Você já deve ter visto imagens de balões de ar, destes de festas infantis, cheios de água e fotografados em High Speed exatamente na hora em que explodem.

O efeito é sempre incrível, mas o fotógrafo Tim Tadder foi além e criou uma série de fotos sensacionais batizada de Water Wigs.

A brincadeira é deixar os homens parecendo que estão usando perucas feitas de água. Pelas imagens que você vê abaixo, parece que ele conseguiu seu objetivo. Diversão aliada à criatividade, talento e técnica do fotógrafo. Curta ai.











Marcelo Ferla


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Duas faces.



Eu tinha visto algumas semanas atrás uma foto de 2009 bem malfeita e cheguei a pensar que era montagem.

Agora tenho visto cada vez mais imagens de Venus, a gatinha cujo “rosto” está virando hit na internet. 

Tive que compartilhar aqui também. Basicamente, por condições genéticas, sua carinha é dividida ao meio de maneira bastante simétrica, sendo o lado direito de pelagem preta com o olho verde e o esquerdo amarelo com o olho azul.

A gatinha ficou tão famosa que tem perfil no Facebook com milhares de fãs.

Eu como apreciador dos felinos não poderia deixar de postar fotos da bichana.

Curta ai.







Marcelo Ferla


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Coisas bacanas.



A parte do título que fala de bichos é verdadeira, mas a que fala da comida não.

Explico: é que estas divertidas, inusitadas e bem feitas esculturas, aparentemente feitas com alimentos de verdade, não passam de estatuetas de resina. 

Gato de laranja, baleia de berinjela, gambá de cebola, entre outros animais, são simpáticos artigos para decoração de cozinhas e outros ambientes. Após as fotos tem o link para o site da loja, mas quem sabe você não se arrisca a fazer algumas usando alimentos pra valer.

Mesmo assim, fica a dica de coisas que podem ser feitas perfeitamente em comidas, algo que animará muito mais a criançada a se alimentar de forma adequada. Curta ai.





Marcelo Ferla


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Coisas bacanas.



Quem achava que parafusadeiras eram ferramentas monótonas, sempre com aquele jeitão de furadeira subnutrida, vai curtir este modelo pra lá de diferente.

A Drill Gun Power Screwdriver tem o inusitado formato de um revólver. Quem sabe não é uma boa maneira de incentivar a galera a fazer alguns serviços domésticos pendentes há tempos, já que chega até a ser divertido usar a tal “arma”.

Basta apertar o gatilho e sair parafusando e consertando tudo que anda meio solto pela casa. A Drill Gun vem com seis formatos de pontas que ficam no "tambor" e carregador. Custa 39,95 dólares e é muito mais útil do que uma arma de verdade.








Marcelo Ferla


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