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Informativo

Sempre gosto de lembrar aos leitores que este blog tem como intenção trazer à tona a informação, o conhecimento e o debate democrático sobre os assuntos mais variados do nosso cotidiano, fazendo com que todos se sintam atualizados.

Na medida em que você vai se identificando com os assuntos, opine a respeito, se manifeste, não tenha medo de errar, pois a sua opinião é de suma importância para o funcionamento e a real função deste espaço, qual seja, a de levar a todos o pensamento e a reflexão.

O diálogo sobre o que é escrito aqui e sobre o que vem acontecendo ao nosso redor é muito mais valioso e poderoso do que podemos imaginar.

Portanto, sinta-se em casa, leia, informe-se e opine. Estou aqui para opinar, dialogar, debater, pensar, refletir e aprender. Faça o mesmo.

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terça-feira, 3 de abril de 2012

Diabetes.




Esclareça sua dúvida.



Disautonomia diabética corresponde à lesão dos nervos dos órgãos internos pelo diabetes. Em consequência disso, surgem diversos sintomas que comprometem seriamente a qualidade de vida dos pacientes diabéticos. As disautonomias são muito comuns em pacientes diabéticos que permanecem sem controle adequado da glicose por vários anos. Na grande maioria dos casos não existe cura, principalmente quando os pacientes demoram muito a procurar avaliação especializada. Existem diversos tratamentos que podem reduzir os sintomas dos pacientes, melhorando a qualidade de vida.

A prevenção das disautonomias se faz pelo bom controle do diabetes e de todo o metabolismo. Os principais tipos de disautonomias e seus sintomas são listados a seguir.

DISAUTONOMIA CARDIOVASCULAR: decorrente do dano dos nervos do coração e vasos sanguineos, está entre as mais frequentes e graves disautonomias. O paciente geralmente queixa de palpitações, falta de ar e tonturas frequentes. O coração fica acelerado constantemente e é muito comum ocorrerem quedas de pressão arterial quando o paciente passa da posição deitado para sentado ou em pé. Essas quedas de pressão (HIPOTENSÃO ARTERIAL ORTOSTÁTICA) podem ser muito bruscas, provocando desmaios e convulsão. Outra séria consequência da disautonomia cardíaca é que os pacientes perdem a capacidade de sentirem dor quando um infarto está começando, provocando os chamados infartos silenciosos. 

DISAUTONOMIA GASTROINTESTINAL: quando o diabetes danifica os nervos do estômago, esôfago e intestinos, a qualidade de vida do paciente diabético fica seriamente comprometida. O paciente geralmente se queixa episódios de diarreia que duram vários dias, seguidos de um período de constipação intestinal que também dura vários dias. São comuns as queixas de sensação de saciedade exagerada ao se alimentar (“empachamento”), refluxo gastro-esofágico, dificuldades para engolir e falta de apetite. 

DISAUTONOMIA GENITOURINÁRIA: ocorre quando envolve os nervos dos órgãos genitais e das vias urinárias. Problemas sexuais (impotência, ressecamente vaginal), dor ao urinar sem infecção associada, sensação constante de bexiga cheia e infecções urinárias frequentes são os principais sintomas.

DISAUTONOMIA DA SUDORESE: uma queixa curiosa de alguns pacientes diabéticos é a de apresentarem sudorese excessiva após se alimentarem. Esta disautonomia, chamada de “SUDORESE GUSTATÓRIA”, ocorre quando as glândulas de suor nos membros inferiores e na metade inferior do tronco ficam comprometidos, havendo falta de suor abaixo do umbigo e nos membros inferiores (anidrose). Para compensar essa falta de suor na parte de baixo do corpo, ocorre um aumento da sudorese (hiperidrose) na cabeça, pescoço e membros superiores, que piora durante as grandes refeições como almoço e jantar. Essa sudorese excessiva na cabeça e membros superiores costuma ser tão intensa que alguns pacientes passam a ter vergonha de saírem na rua, se alimentar em público ou até mesmo de pegar na mão de outras pessoas, por causa da sudorese exagerada.

DISAUTONOMIA OCULAR: o comprometimento dos nervos da musculatura dos olhos provoca a perda da capacidade de ajuste da visão. As pupilas costumam ficar dilatadas exageradamente. Os pacientes se queixam de visão embaçada principalmente à noite.


Dr. Tarcísio Narcísio Silva - Médico Endocrinologista e Metabologista



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Frases.


Marcelo Ferla



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Imagens



O que você vai ver agora pode ser chamado de algo realmente surpreendente, milagroso e inspirador. A Fotógrafa Amy Hildebrand, é uma fotógrafa com um foco diferenciado em seu trabalho, ela é totalmente cega desde que nasceu. 

Amy publica imagens em seu blog oficial todos os dias, e o mais surpreendente é o resultado e a qualidade de suas imagens. Veja abaixo algumas destas lindas imagens deste exemplo de pessoa.











Esta é Amy, ela posta fotos todos os dias em seu blog, sem falhar um dia sequer.











Marcelo Ferla


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segunda-feira, 2 de abril de 2012

Diabetes.




A descoberta do diabetes na infância muda quase totalmente a rotina da criança, mas os cuidados adequados e o olhar dos pais resguardam garantem um futuro saudável.



Reportagem: Natália Leão - Edição: MdeMulher

Conteúdo do site CLAUDIA




Para tratar a DM1, deve-se medir os níveis de glicemia no sangue até dez vezes ao dia (por um furinho no dedo), fazer a correção de insulina com injeções
Foto: Getty Images






A cada ano, mais de 70 mil crianças no mundo recebem o diagnóstico de diabetes do tipo 1 ou DM1. Segundo a Federação Internacional de Diabetes, cerca de 440 mil crianças com até 14 anos têm a doença. No Brasil, o Instituto da Criança com Diabetes estima que 150 mil crianças e jovens até 20 anos sejam diabéticos. Geralmente os pais demoram a descobrir a doença. "Na hora em que buscam atendimento, 25% das crianças têm o nível de açúcar no sangue tão alto que vão direto para a UTI", explica o endocrinologista pediátrico Durval Damiani, de São Paulo.


O tipo mais comum entre crianças e adolescentes, o DM1, é diferente do diabetes do tipo 2. Na DM1, o sistema imunológico ataca o organismo destruindo as células do pâncreas que produzem insulina. E faz com que seja preciso repor esse hormônio, que coloca a glicose para dentro das células, produzindo energia. Não se sabe ao certo o que causa a DM1, mas os médicos concordam que é uma combinação entre fatores genéticos e agentes externos, como o contato com alguns vírus, como os da rubéola e da caxumba. Já o diabetes do tipo 2 é desencadeado por excesso de peso e sedentarismo. Pouco tempo atrás era exclusividade dos adultos, mas já começa a afetar pequenos com esse perfil. Para tratar a DM1, deve-se medir os níveis de glicemia no sangue até dez vezes ao dia (por um furinho no dedo), fazer a correção deinsulina com injeções e mudar hábitos alimentares imediatamente.

A professora de inglês Nicole Lagonegro, de São Paulo, mãe de Maria Vittoria, que descobriu que era diabética aos 5 anos, lembra das primeiras aplicações de insulina. "Demorava até meia hora, com a Vittoria chorando e dizendo: "Mãe, não quero tomar injeção, por que está fazendo isso comigo? Até furei meu dedo para provar que não doía." Tratar o assunto de forma carinhosa e parceira faz dife-rença. A caneta de insulina, usada para aplicar o hormônio, ganhou adesivos infantis; Vittoria tem até male-tinha rosa para os apetrechos de controle do diabetes.

A psicóloga Graça Maria de Carvalho Camara, da Associação de Diabetes Juvenil (ADJ), diz que é importante que a criança participe do que acontece e tenha as dúvidas respondidas. "Minha filha perguntava: 'Por que tenho diabetes e minha irmã não? Vou ter isso para sempre? Os médicos vão me curar?' Partia meu coração", lembra Nicole. A solução foi mostrar que uma pessoa é diferente da outra. "Explicava para a Vittoria que tem gente que usa óculos, tem gente que precisa de cadeira de rodas... Aos poucos, ela foi entendendo", diz a mãe.

Brincar na praia ou piscina sempre foi um programa traumático para Vittoria. O motivo: se a atividade físicaé intensa, a quantidade de insulina aplicada para manter os níveis de glicose normais pode não bastar, abrindo caminho para a hipoglicemia. Isso não significa ter de abolir o exercício; pelo contrário. Ele evita a hiperglicemia, que gera picos de açúcar no sangue. No entanto, deve ser monitorado. Mas a hipoglicemia continua sendo a mais temida pelos pais. Durante uma crise, Nicole achou que a filha fosse morrer. "Ela teve uma convulsão no café da manhã e saí desesperada para o hospital, colocando mel na boca dela. No caminho, Vittoria voltou ao normal", lembra.


Com o tempo, as mães de crianças "docinhas", como elas mesmas dizem, viram experts. Fazem a contagem de carboidratos em segundos, sabem dizer pelo olhar se o filho está com hipoglicemia ou hiperglicemia. O jeitinho 
superprotetor está lá, mas os pais devem saber que é vital para a criança ter autonomia.

Marcelo Ferla

Fonte: Port@l Diabetes



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Diversão.



Hoje ele apareceu por aqui, o outro lado de tudo, Luciraldo, o capetinha.








Marcelo Ferla



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Frases.






Marcelo Ferla



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Aprenda.



Aprenda, preste atenção, não dê de costas para o saber. 

















Marcelo Ferla


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Imagens.



Muitas são as críticas feitas por mim a cerca dos EUA. Mas há determinadas coisas benéficas que não podem ser ignoradas por mim quando se fala em EUA. Há sim a soberania na excelência americana em determinados aspectos e setores, ninguém é melhor do que eles em coisas que são boas, eis que os americanos não são excelentes somente em coisas ruins.

Uma delas é a ciência e sua difusão em escolas, pesquisas e incentivo a tudo isto. Aqui uma prova disto, o Museu de História Natural de Nova York, que atualmente expõem a natureza que vem da luz. Curta as fotos.












Marcelo Ferla


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