A
qualidade do ar que respiramos é a pior em 800 mil anos.
E milhares podem morrer
por:
Redação HypenessE milhares podem morrer
A concentração de dióxido de
carbono na atmosfera terrestre superou a assustadora marca de 410 partes por
milhão, a pior marca em mais de 800 mil anos.
É como uma nova atmosfera em um
planeta cada vez mais quente e poluído, em que a qualidade do ar que respiramos
é tão ruim que a última vez que vivenciamos números parecidos a humanidade
sequer existia.
E os efeitos de tais números
já podem ser sentidos, em uma perspectiva catastrófica em que este passado
pré-histórico pode se tornar espelho de um futuro apocalíptico.
Pois, ainda que
esta alta presença de dióxido de carbono no ar não atrapalhe nossa habilidade
de respirar, tal fenômeno poderá ser percebido no aumento da poluição e doenças
relativas, no aumento de insetos transmissores de doenças, além, é claro, da
reincidência de fenômenos meteorológicos extremos – incluindo ondas de calor
fatais.
No ritmo em que andamos, o
índice de dióxido pode chegar a 550 ppm até o final do século, o que significará
um aumento de 6 graus na temperatura média do planeta – e, com isso, o tal
cenário apocalíptico, que já se aponta atualmente, com a elevação do nível do
mar, degelo, furacões, terremotos e tanto mais, se tornará cada vez mais
constante.
Para impedir tal processo,
somente diminuir o uso principalmente de combustível fóssil já não é mais
suficiente – seria preciso cortar a zero o uso de tal poluente, e ainda assim
encontrar métodos para reduzir o impacto já provocado.
E o motivo para buscar
tal transformação não poderia ser mais claro, direto e importante: para que o
futuro possa ao menos existir.
Os dados atuais sobre os níveis de dióxido de carbono na atmosfera foram recolhidos pelo observatório de Mauna Loa, no Havaí.
post: Marcelo Ferla
fonte: http://www.hypeness.com.br





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