Luiz Felipe Pondé fala a respeito da modinha do desapego.
Não o desapego real,
daqueles que vivem de forma minimalista e conseguem viver plenamente assim, baseados
em filosofias de vida que possuem este conceito e o fazem de forma pura e genuína,
mas daqueles que entram na “modinha”, principalmente, trazida pela invasão
desgovernada da descoberta de filosofias de vida orientais que estão, como
modinha, intoxicando os reais conceitos destas, de forma torta e com falta de
conhecimento de quem se diz desapegado e usuário delas.
O que realmente as
filosofias estabelecem como ideias de uma “vida mais equilibrada”, o que incluí
o exercício do desapego, algo dificílimo a nós ocidentais, causa, a meu ver,
por mais equilíbrio que os antigos ocidentais que adotaram alguma filosofia de
vida oriental a muito tempo em suas vidas, filosofia de vida esta, muito mais
profunda e complexa e sábia do que a nossa, faz com que haja, por mais
centrados que sejam os dedicados de forma afinca, um desconforto, por estarem a
muito tempo nesta barca e por ouvirem bobagens sem fim sobre os mais diversos
assuntos.
Para ilustrar:
“O desapego, como sabemos,
não é uma rejeição, mas uma liberdade que prevalece quando deixamos de nos atar
às causas do sofrimento. Em um estado de paz interior, com conhecimento lúcido
de como funciona a nossa mente.”
Matthieu RicardQualquer tipo de banalização é desconfortável para quem vive de verdade algo banalizado.
Curta o vídeo!
post: Marcelo Ferla

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