Tudo é narrativa e todas
as narrativas dependem do ponto de vista do narrador. Essa afirmação, em tom de
clichê sensato, topográfico e subjetivista, contém um aparte de verdade que se
dilui no relativismo ingênuo que pode traga-la.
Se tudo depende do ponto
de vista de quem narra, não há verdade. Se isso é verdade, então há verdade e
essa verdade já não depende do ponto de vista do narrador.
Juremir Machado da Silva – “1964 –
Golpe Midiático-Civil-Militar”.
Post: Marcelo Ferla

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