“Vivemos em uma época em
que nos equivocamos entre pressa e rapidez.
A pressa, por exemplo, é
notória, bastando para sua alimentação, o caso dos jornalistas em seus jornais, bem como seus editores, quando lançam
seus textos, em seus jornais, comendo letras em seus textos.
O jornalista e seu editor que assim trabalha, não é digno de credibilidade, eis que é falho.
A rapidez já não trás em
si erros. O jornalista e seu editor que assim trabalha, não é digno de credibilidade, eis que é falho.
Exemplo disto se dá, com aquele bom jornalista que tem um feeling quase profético, a ponto de ser rápido o suficiente para analisar, com clareza e qualidade, dentro de um texto coeso, o que está por vir, haja vista, o mesmo tratar-se de profissional preparado para tal”.
Marcelo Ferla

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