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Detalhe
do Anexo, onde se esconderam Anne, familiares e amigos
Foto:
Holland Alliance / Divulgação
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Quando incluí Amsterdã no
roteiro, ficou evidente que era o momento certo para desvendar O Diário de Anne
Frank, um dos livros mais lidos no mundo.
A história me deixou com o peito apertado e a sensação de claustrofobia.
O sofrimento em que a personagem se encontra me fez parar na metade das cerca de 500 páginas.
A história me deixou com o peito apertado e a sensação de claustrofobia.
O sofrimento em que a personagem se encontra me fez parar na metade das cerca de 500 páginas.
Fui viajar sem ter
terminado o diário.
Ao entrar na Casa de Anne, muitas frases do livro estão nas paredes.
Ao subir as escadas, passei pelo escritório e cheguei em frente ao armário que escondia a porta para o Anexo.
A partir daquele ponto, as coisas ficavam mais sombrias: as janelas são tapadas como eram na época.
A tensão é sustentada por todos os que caminham em fila a passos lentos, sem a coragem de quebrar o silêncio. Os quartos do sr. e da sra. Frank, de Margot e o de Anne e Fritz Pfeffer estão vazios, a pedido de Otto Frank, para lembrar as milhares de pessoas que foram levadas e nunca mais voltaram.
Ao entrar na Casa de Anne, muitas frases do livro estão nas paredes.
Ao subir as escadas, passei pelo escritório e cheguei em frente ao armário que escondia a porta para o Anexo.
A partir daquele ponto, as coisas ficavam mais sombrias: as janelas são tapadas como eram na época.
A tensão é sustentada por todos os que caminham em fila a passos lentos, sem a coragem de quebrar o silêncio. Os quartos do sr. e da sra. Frank, de Margot e o de Anne e Fritz Pfeffer estão vazios, a pedido de Otto Frank, para lembrar as milhares de pessoas que foram levadas e nunca mais voltaram.
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Fachada
da Casa de Anne Frank. Foto: Holland Alliance, divulgação.
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Com medo do que podia
acontecer a sua família depois da invasão alemã à Holanda, Otto decidiu se
mudar com a mulher e as duas filhas — Anne e Margot — para o anexo em cima dos
escritórios de suas empresas, que ficava no prédio. Ali, escondidos por mais de
dois anos, os Frank dividiam dois quartos pequenos, a cozinha, o lavabo e o
sótão com o sr. e sra. Van Pels, Peter van Pels e Fritz Pfeffer. Na manhã de 4
de agosto de 1944, a polícia alemã invadiu o Anexo e, um mês depois, eles foram
deportados para o campo de concentração Auschwitz-Birkenau.
Das oito pessoas escondidas, só Otto Frank sobreviveu à guerra.
Das oito pessoas escondidas, só Otto Frank sobreviveu à guerra.
post: Marcelo Ferla
fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/


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