Fernanda Torres
Filha do casal de atores
Fernando Torres e Fernanda Montenegro. A atriz revela em entrevistas que foi
muito rebelde em sua adolescência e que foi usuária de cocaína e maconha por
mais de dez anos, e que, apesar de muitos anos de tratamento, só parou definitivamente
de usar drogas aos completar 30 anos.
Seu primeiro relacionamento amoroso foi aos 17 anos com o apresentador Pedro Bial, com quem namorou por dois anos e meio.
Nesta época conheceu diversos países com ele, mas devido a constantes desentendimentos, houve a separação do casal. Sozinha, começou a namorar o diretor de teatro Gerald Thomas, com quem ficou pro quatro anos.
Nesse relacionamento novo, passou a viver em Nova York e no Rio de Janeiro, já que o namorado viajava constantemente para os EUA.
Após brigas, o casal se separou, e Fernanda passou a viver em diversos países, morando sozinha, entre Europa, Estados Unidos e Brasil.
Durante estas viagens, teve outros namorados, entre eles cantores, modelos e atores, mas seus relacionamentos não deram certo. Em 1995 voltou a morar definitivamente no Brasil.
No Rio, conheceu o cineasta Andrucha Waddington e começaram a namorar. Em 1998 foram viver juntos. Em 2000, nasceu o primeiro filho do casal, Joaquim. Em 2007, Fernanda engravidou, mas sofreu um aborto espontâneo. Logo depois, engravidou novamente, e teve Antônio em 2008.
O casal se separou em 2009, devido ao estresse conjugal, e após um ano sem se falar, onde tiveram outros relacionamentos, voltaram a viver juntos em 2010.
Seu primeiro relacionamento amoroso foi aos 17 anos com o apresentador Pedro Bial, com quem namorou por dois anos e meio.
Nesta época conheceu diversos países com ele, mas devido a constantes desentendimentos, houve a separação do casal. Sozinha, começou a namorar o diretor de teatro Gerald Thomas, com quem ficou pro quatro anos.
Nesse relacionamento novo, passou a viver em Nova York e no Rio de Janeiro, já que o namorado viajava constantemente para os EUA.
Após brigas, o casal se separou, e Fernanda passou a viver em diversos países, morando sozinha, entre Europa, Estados Unidos e Brasil.
Durante estas viagens, teve outros namorados, entre eles cantores, modelos e atores, mas seus relacionamentos não deram certo. Em 1995 voltou a morar definitivamente no Brasil.
No Rio, conheceu o cineasta Andrucha Waddington e começaram a namorar. Em 1998 foram viver juntos. Em 2000, nasceu o primeiro filho do casal, Joaquim. Em 2007, Fernanda engravidou, mas sofreu um aborto espontâneo. Logo depois, engravidou novamente, e teve Antônio em 2008.
O casal se separou em 2009, devido ao estresse conjugal, e após um ano sem se falar, onde tiveram outros relacionamentos, voltaram a viver juntos em 2010.
Carreira
Aos 13 anos, entrou para o
Tablado. Sua primeira atuação nos palcos foi em 1978, na peça Um Tango
Argentino, de Maria Clara Machado. Em 1979, estreou na televisão no programa
Nossa Cidade, da TVE, dirigida por Sérgio Britto.
No mesmo ano, fez sua estréia, na TV Globo, na série Aplauso, no episódio Queridos, Fantásticos Sábados, sob direção de Domingos Oliveira.
No mesmo ano, fez sua estréia, na TV Globo, na série Aplauso, no episódio Queridos, Fantásticos Sábados, sob direção de Domingos Oliveira.
A estréia em novelas
aconteceu em 1981, aos 15 anos, quando viveu a personagem Fauna Rosa França em
30 capítulos de Baila comigo, de Manoel Carlos.
Também nesse ano, interpretou Marília Ribeiro na novela Brilhante, de Gilberto Braga. Em seguida, assumiu o papel de Daisy Cantomaia em Eu Prometo (1983), de Janete Clair.
Até que, em 1986, foi chamada para viver a protagonista Simone Marques no remake de Selva de Pedra, uma das telenovelas de Janete Clair de maior sucesso nos anos 1970.
Também nesse ano, interpretou Marília Ribeiro na novela Brilhante, de Gilberto Braga. Em seguida, assumiu o papel de Daisy Cantomaia em Eu Prometo (1983), de Janete Clair.
Até que, em 1986, foi chamada para viver a protagonista Simone Marques no remake de Selva de Pedra, uma das telenovelas de Janete Clair de maior sucesso nos anos 1970.
Ainda nos anos 1980,
trabalhou na minissérie Parabéns Pra Você, de Bráulio Pedroso, sendo dirigida
por Dennis Carvalho e Marcos Paulo; no Caso Especial O Fantasma de Canterville,
uma adaptação do conto homônimo de Oscar Wilde, dirigida por Antônio Pedro; e
no musical Concertos para a Juventude, dividindo a apresentação com o ator
Paulo Guarnieri.
O programa foi apontado pela Unesco como modelo para a divulgação da música clássica.
O programa foi apontado pela Unesco como modelo para a divulgação da música clássica.
Com exceção da minissérie
Luna Caliente (1999) – adaptação do romance do argentino Mempo Giardinelli,
dirigida por Jorge Furtado – todos os trabalhos de Fernanda Torres na TV, a
partir dos anos 1990, foram pautados pelo humor.
A atriz atuou em cinco episódios de A Comédia da Vida Privada, em textos de Guel Arraes e Jorge Furtado; contracenou com Pedro Cardoso, Luiz Fernando Guimarães, Débora Bloch e Denise Fraga no humorístico Vida ao Vivo Show; e, de 2001 a 2003, protagonizou com Luiz Fernando Guimarães a série Os Normais, que mostrava com humor e inovação de linguagem as situações cotidianas vividas pelo casal Rui e Vani.
A atriz atuou em cinco episódios de A Comédia da Vida Privada, em textos de Guel Arraes e Jorge Furtado; contracenou com Pedro Cardoso, Luiz Fernando Guimarães, Débora Bloch e Denise Fraga no humorístico Vida ao Vivo Show; e, de 2001 a 2003, protagonizou com Luiz Fernando Guimarães a série Os Normais, que mostrava com humor e inovação de linguagem as situações cotidianas vividas pelo casal Rui e Vani.
Os Normais – escrito por
Alexandre Machado e Fernanda Young, com direção de José Alvarenga Jr. – virou
cult e levou muitos fãs a não saírem de casa nas noites de sexta-feira antes do
término do programa.
Não só as cenas e os diálogos dos personagens, mas também as calcinhas e sutiãs usados por Fernanda Torres conquistaram o público. O sucesso da série rendeu, ainda, o longa Os Normais - O Filme, produção da Globo Filmes realizada em HDTV, que foi praticamente todo filmado na Central Globo de Produção (Projac).
Não só as cenas e os diálogos dos personagens, mas também as calcinhas e sutiãs usados por Fernanda Torres conquistaram o público. O sucesso da série rendeu, ainda, o longa Os Normais - O Filme, produção da Globo Filmes realizada em HDTV, que foi praticamente todo filmado na Central Globo de Produção (Projac).
Em 2008, grávida de seu
segundo filho com o marido Andrucha Waddington, estrelou com Evandro Mesquita o
quadro Sexo Oposto, exibido no Fantástico.
Sua estréia no cinema foi
aos dezessete anos, em 1983, com o filme Inocência, baseado na obra do Visconde
de Taunay e dirigido por Walter Lima Jr.
Ainda no cinema, esteve em A Marvada Carne (1985), de André Klotzel, que lhe rendeu o prêmio de melhor atriz no Festival de Cinema de Gramado.
Ainda no cinema, esteve em A Marvada Carne (1985), de André Klotzel, que lhe rendeu o prêmio de melhor atriz no Festival de Cinema de Gramado.
Entre os 24 filmes em que
trabalhou – incluindo um curta-metragem e a participação no roteiro de Redentor
(2004), dirigido por seu irmão, Cláudio Torres – destacam-se Eu Sei Que Vou Te
Amar (1986), de Arnaldo Jabor, com o qual foi eleita melhor atriz nos Festivais
de Cinema de Cannes e de Cuba; Com Licença, Eu Vou à Luta (1986) – melhor atriz
no Festival de Cinema de Nantes (França) e indicação especial no Festival de
Locarno (Suíça); One Man's War (A Guerra de um Homem, 1991), de Sergio Toledo,
com Anthony Hopkins e Norma Aleandro; Terra estrangeira (1996), de Walter
Salles Jr. e Daniela Thomas; O que é isso, companheiro? (1997) – filme de Bruno
Barreto que concorreu ao Oscar de melhor filme estrangeiro em 1998; Gêmeas
(1999) e Casa de Areia (2005), ambos dirigidos por Andrucha Waddington, seu
marido desde 1997 e pai de seus filhos, Joaquim (nascido em 2000), e Antonio,
(nascido em 10 de abril de 2008).
Atualmente está na série "tapas e beijos", uma comédia vivida entre comércios e seus donos e os viventes de uma rua em Copacabana.
Atualmente está na série "tapas e beijos", uma comédia vivida entre comércios e seus donos e os viventes de uma rua em Copacabana.
Já viveu com o jornalista
e apresentador de TV Pedro Bial e também foi casada com o diretor de teatro
Gerald Thomas.
No teatro, atuou em mais
de uma dezena de peças, tendo recebido muitos elogios por trabalhos como
Orlando (1989), de Bia Lessa; Da Gaivota (1998), de Daniela Thomas; Duas
Mulheres e um Cadáver (2000), de Aderbal Freire Filho; 5 x Comédia, de Hamilton
Vaz Pereira.
Foi a primeira atriz da Companhia de Ópera Seca, fundada por Gerald Thomas, tendo atuado em três peças, entre elas The Flash and Crash Days (1991) - dividindo o palco com sua mãe - que foi apresentada em turnê nos Estados Unidos e em países europeus. De 2003 a 2008, fez sucesso com o monólogo A Casa dos Budas Ditosos, texto de João Ubaldo Ribeiro que ganhou direção de Domingos Oliveira. Pela atuação, recebeu dois prêmios de melhor atriz: o Qualidade Brasil – SP, na categoria Comédia, e o Prêmio Shell de 2004.
Foi a primeira atriz da Companhia de Ópera Seca, fundada por Gerald Thomas, tendo atuado em três peças, entre elas The Flash and Crash Days (1991) - dividindo o palco com sua mãe - que foi apresentada em turnê nos Estados Unidos e em países europeus. De 2003 a 2008, fez sucesso com o monólogo A Casa dos Budas Ditosos, texto de João Ubaldo Ribeiro que ganhou direção de Domingos Oliveira. Pela atuação, recebeu dois prêmios de melhor atriz: o Qualidade Brasil – SP, na categoria Comédia, e o Prêmio Shell de 2004.
post: Marcelo Ferla
fonte: Wikipedia.









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