Sam Jinks cria esculturas
incrivelmente hiper-realistas de seres humanos. Vulnerabilidade emocional nos sujeito e no resultado de seu trabalho e move suas audiências. Para
Jinks, suas obras não são representações literais, mas baseiam-se na combinação
de diferentes fases da vida.
Seus personagens
representam muitas vezes, uma mistura de diferentes pessoas que ele conhece na
vida real. Ele usa fotos para recriar esses corpos da forma mais real, detalhada e fiel aplicando nestas sua composição artística.
Jinks usa os temas de
potencial não realizado, o antigo e o novo para sugerir: "os números estão
congelados no tempo, simultaneamente, no início e no fim da vida. Isso pode ser
interpretado como uma reflexão melancólica de perda, ou como a experiência de
gerações que está junto com a consciência dos ciclos de vida e em diferentes
estágios de desenvolvimento".
Suas obras criam um diálogo a nível técnico
e emocional através de uma forte sensibilidade aos detalhes. Criadas a partir
de silicone, fibra de vidro, resina, carbonato de cálcio e cabelo humano essas
obras contêm um profundo senso de vulnerabilidade e são notáveis em
sua interpretação
marcante da condição
humana.
Marcelo Ferla















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