Hoje o dia começou, mais uma vez, mais cinzento. Para mim, depois de Janis Joplin, a branca da década de 70 com voz e alma de negra, perdemos Amy Winehouse, um gênio, que, depois de Janis, resgatou a Soul Music.
Amy Winehouse, era uma judia, com alma, voz e vida de negra, vida, não no sentido marginal, pejorativo, mas no sentido de viver, sempre, intensamente, as coisas da cultura negra, principalmente no que se refere a musicalidade dos irmãos.
Mas confesso a vocês uma coisa. Prefiro ficar com a imagem saudável de Amy, a do primeiro disco, "Frank" e, além disso, a imagem sempre alegre e feliz dos bons tempos de "Back To Black. Amy, apesar de todos os erros que cometeu, muitos deles, por influência de seu companheiro, que Deus a guarde e que você encontre Jimi, Janis, Kurt e Jim e façam um som bacana por aí.
Por fim, um belo momento de Amy.
Marcelo Ferla
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