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Informativo

Sempre gosto de lembrar aos leitores que este blog tem como intenção trazer à tona a informação, o conhecimento e o debate democrático sobre os assuntos mais variados do nosso cotidiano, fazendo com que todos se sintam atualizados.

Na medida em que você vai se identificando com os assuntos, opine a respeito, se manifeste, não tenha medo de errar, pois a sua opinião é de suma importância para o funcionamento e a real função deste espaço, qual seja, a de levar a todos o pensamento e a reflexão.

O diálogo sobre o que é escrito aqui e sobre o que vem acontecendo ao nosso redor é muito mais valioso e poderoso do que podemos imaginar.

Portanto, sinta-se em casa, leia, informe-se e opine. Estou aqui para opinar, dialogar, debater, pensar, refletir e aprender. Faça o mesmo.

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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Diversão.

Empresa lança game 3D para iPad em que pista de corrida é a mesa de trabalho do usuário

Tecnologia permite que consumidor dispute corridas em diversos ambientes reais
Uma empresa chamada Dekko lançou um game diferente no mercado. E usar a tecnologia à disposição para criar algo totalmente novo é fundamental para os empreendedores que pretende de alguma forma se destacar em relação aos concorrentes. Ainda mais quando o trabalho envolve tecnologia e games.
A Dekko acaba de lançar no mercado o Tabletop Speed, um jogo de corrida em que o usuário faz download por meio do seu iPad. Como tantos outros, certo? Sim, mas com uma diferença importante: a pista de corrida é a sua própria mesa. É isso mesmo. O jogo desenvolvido pela Dekko, segundo o empreendimento pela primeira vez, combina o 3D real com o interativo.
Segundo a empresa, o produto está disponível para download na AppStore, mas o usuário precisa ter o iPad 2 ou iPhone 4S. O negócio desenvolve atualmente versões para Android e também para o Google Glass.
A Dekko, em sua página na internet, acredita que a sociedade está ingressando em um período fantástico de transição a respeito de como nós experimentamos a tecnologia. Confira como o game funciona neste vídeo.


Marcelo Ferla

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Falando nisso.

MESTRE DO TERROR VIRA PROTAGONISTA EM LIVRO.


AUTORA LISA ROGAK ESCREVEU SOBRE DAN BROWN E ROBERT ATKINS
Chegou às lojas STEPHEN KING, A BIOGRAFIA, que conta a história do popular escritor americano
Adorado por vários amantes do terror, Stephen King tem sua história contada agora pela jornalista Lisa Rogak em “Stephen King, a Biografia – Coração Assombrado”, que chegou às livrarias.
O escritor americano, que vendeu mais de 300 milhões de livros, ganhou cerca de 50 prêmios por suas obras e inspirou diversos filmes em Hollywood como “O Iluminado” e “À Espera de um Milagre”, vira protagonista no volume.
O livro investiga de onde vêm estes fantasmas da mente de King, tentando entender o de onde vêm a inspiração do autor que assusta e fascina tanta gente com suas histórias apavorantes, há quase 40 anos.
Rogak, responsável por biografias de figuras como Dan Brown e Dr. Robert Atkin, acompanha o escritor desde sua infância difícil. Seu pai o abandonou, junto à mãe e irmão mais velho quando ele tinha apenas dois anos.
A partir daí, os três mudavam frequentemente de casa, tentando se adequar à complicada situação financeira que fazia sua mãe ter vários empregos. Ainda assim, ela tinha tempo para ser uma ótima contadora de histórias. Além disso, ela dava uma moeda ao menino por cada história que ele escrevia o que serviu de empurrão para sua paixão por livros e pela escrita.
Ainda criança, ele viu um vizinho ser atropelado por um trem, além de encontrar a avó morta, ao ser convocado para acordá-la.
Stephen King cursou a faculdade de inglês e lá começou a comercializar seu trabalho, vendendo contos a uma revista. Nesta época, conheceu sua mulher, responsável por convencer o escritor sobre a qualidade da história da estranha menina Carrie, que viraria um clássico, anos depois.
Mas o sucesso, que transportou o americano da miséria à fortuna, também o levou às drogas e ao álcool em excesso, fase que o livro, indicado ao prêmio Edgar Allan Poe de Melhor Biografia também acompanha.

Stephen King, A Biografia
Ed. DarkSide.

Regina Castro

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Sabia dessa.

Hollywood colaborou com Hitler e com os nazistas durante anos, revela novo livro
Um novo livro de um acadêmico de Harvard, Ben Urwand, promete desvendar uma parte obscura do passado de Hollywood. "The Collaboration: Hollywood's Pact with Hitler" traz documentos que mostram grande envolvimento entre os estúdios de cinema americanos e os nazistas para que os filmes produzidos em Hollywood pudessem ser exibidos na Alemanha no período entreguerras e no início da Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
O livro tem data de lançamento marcada para setembro nos Estados Unidos, mas a revista "The Hollywood Reporter" obteve acesso a algumas passagens que explicam a colaboração entre os estúdios e os alemães.
Antes da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), a Alemanha era o segundo maior mercado cinematográfico do mundo. Depois, apesar da crise pós-guerra, ainda representava um terreno frutífero para os filmes americanos, exibindo por volta de 250 deles por ano.
Divulgação         

As colaborações teriam começado após o lançamento de "Nada de Novo no Front", filme de 1930 que retratava eventos da Primeira Guerra Mundial. Incitados por Joseph Goebbels (que, mais tarde, seria ministro da Propaganda do regime nazista), os alemães viram o filme como depreciativo de seu Exército, por mostrá-lo batendo em retirada, como "covardes", segundo suas palavras.
O discurso de Goebbels contra o filme surtiu efeito, e "Nada de Novo no Front" foi banido dos cinemas alemães.
Carl Laemmle, judeu e presidente da Universal, responsável pelo filme, queria que ele voltasse a ser exibido no país. Assim, se sujeitou a fazer diversos cortes orientados pelos nazistas --não apenas na versão mostrada para os alemães, mas em todo o mundo.
PRESSÕES
Depois disso, Georg Gyssling, membro do Partido Nazista, se tornou cônsul da Alemanha em Los Angeles em 1933, com a ascensão de Hitler ao poder.
De lá, monitorou de perto a produção cinematográfica americana e sua representação dos alemães. Sua principal estratégia era ameaçar os estúdios com uma lei que dizia que, se um deles distribuísse um filme depreciativo aos alemães a qualquer parte do mundo, todos os filmes desse estúdio seriam proibidos na Alemanha.
Desse modo, e com a ajuda da Associação dos Produtores e Distribuidores Cinematográficos da América, Gyssling impediu a produção de "The Mad Dog of Europe", roteiro escrito por Herman J. Mankiewicz (de "Cidadão Kane"), que atacava os alemães não por seu passado na Primeira Guerra Mundial --mas pelo regime nazista.
Louis B. Mayer, fundador da Metro Goldwyn Mayer (MGM), chegou a dizer que não tinha "qualquer interesse" na produção do filme. "Nós temos ótimos lucros na Alemanha", alegou.
Nem mesmo após 1936, quando o regime nazista endureceu as restrições para os filmes americanos, os estúdios deixaram de colaborar com Hitler: uma carta revelada no livro mostra a 20th Century Fox pedindo intervenção direta do führer para que seus filmes pudessem ser liberados no país --mesmo que isso significasse cortes nos longas e colocasse o estúdio numa posição submissa.
Na época, até mesmo o presidente do braço alemão da MGM, Frits Strengholt, se divorciou de sua mulher, judia, a pedido do Ministério da Propaganda. Ela acabaria num campo de concentração.
Com o avanço da guerra, no início da década de 1940, Hollywood veria o mercado alemão cada vez mais como decadente e se voltaria à Inglaterra e à França. Embora americanos isolacionistas defendessem que os filmes produzidos no país não defendessem nenhum dos dois lados, os estúdios logo mudaram a estratégia e passaram a fazer longas antinazistas.
Na época, um discurso de 1941 feito por Darryl F. Zanuck, presidente da 20th Century Fox, no Congresso americano, marcou o rompimento do cinema americano com a Alemanha nazista. "Hitler e Mussolini baniram nossos filmes, eles não querem o 'American way of life' [modo de vida americano]", disse, conclamando Hollywood para fazer filmes contra os alemães. Ninguém, porém, apontou o óbvio: um ano antes, seu estúdio ainda estava fazendo negócio com eles.
fonte: folha
post: Marcelo Ferla

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Arte.

O blog vem com esta postagem homenagear o artista plástico León Ferarri, falecido nesta semana que se passou.

León tinha forte posição polêmica em suas obras e, na época da ditadura argentina, ficou exilado em São Paulo, onde fez grandes amigos e foi reconhecido por suas obras nas mais variadas formas, escultura, pintura, desenhos, gravuras, etc.  Descanse em paz León.















Marcelo Ferla

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terça-feira, 30 de julho de 2013

Imagens.

"Nunca se pode concordar em rastejar, quando se sente ímpeto de voar".
Helen Keller

























 Marcelo Ferla 

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Falando nisso.


“Joaquim Barbosa diz que "o Brasil não está preparado para ter um presidente negro"
Em entrevista concedida ao jornal O Globo - e publicada na edição dominical (28) - o presidente do STF Joaquim Barbosa disse que não será candidato à Presidência da República. "Nunca pensei em me envolver em política. Não tenho laços com qualquer partido político".
Ele interpreta os aplausos que recebe nas ruas como "manifestações espontâneas da população; são pessoas que pedem para que eu me candidate e isso tem se traduzido em percentual de alguma relevância em pesquisas".
Respondendo a uma pergunta da jornalista Miriam Leitão se "o Brasil está preparado para um presidente da República negro?", Barbosa respondeu que "não".
E explicou: "Ainda há bolsões de intolerância muito fortes e não declarados no Brasil. No momento em que um candidato negro se apresente, esses bolsões se insurgirão de maneira violenta contra esse candidato. Já há sinais disso na mídia". Ele não vê "a ascensão dos negros como algo muito significativo, ainda havendo setores em que os negros são completamente excluídos".
Avalia que "os negros são uma força emergente. Antes, faziam sucesso só nas artes e no futebol, mas, agora, eles estão se preparando para chegar nos postos de comando e sucesso em todas as áreas".
Barbosa pontuou que as investidas da Folha de S.Paulo contra ele "já são um sinal". E relatou: "o jornal expôs meu filho, numa entrevista de emprego. No domingo anterior (22) houve uma violação brutal da minha privacidade. O jornal se achou no direito de expor a compra de um imóvel modesto nos Estados Unidos. Tirei dinheiro da minha conta bancária, enviei o dinheiro por meios legais, previstos na legislação, declarei a compra no Imposto de Renda. Não vejo a mesma exposição da vida privada de pessoas altamente suspeitas da prática de crime".
A uma pergunta sobre "o partido político que representa mais o seu pensamento", Barbosa resumiu ser "um homem seguramente de inclinação social democrata à europeia".
Também contou que sempre foi discriminado. em todos os trabalhos, do momento em que comecei a galgar escalões. E foi explícito: "o Itamaraty é uma das instituições mais discriminatórias do Brasil. Passei nas provas escritas, fui eliminado numa entrevista, algo que existia para eliminar indesejados. Sim, fui discriminado, mas me prestaram um favor. Todos os diplomatas gostariam de estar na posição que eu estou hoje. Todos".
Leia a íntegra da entrevista no jornal O Globo.



Marcelo Ferla

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Hot Ink's.










Marcelo Ferla
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