Seja bem vindo ao Blog do Marcelo Ferla

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Sempre gosto de lembrar aos leitores que este blog tem como intenção trazer à tona a informação, o conhecimento e o debate democrático sobre os assuntos mais variados do nosso cotidiano, fazendo com que todos se sintam atualizados.

Na medida em que você vai se identificando com os assuntos, opine a respeito, se manifeste, não tenha medo de errar, pois a sua opinião é de suma importância para o funcionamento e a real função deste espaço, qual seja, a de levar a todos o pensamento e a reflexão.

O diálogo sobre o que é escrito aqui e sobre o que vem acontecendo ao nosso redor é muito mais valioso e poderoso do que podemos imaginar.

Portanto, sinta-se em casa, leia, informe-se e opine. Estou aqui para opinar, dialogar, debater, pensar, refletir e aprender. Faça o mesmo.

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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Sabia dessa.


The Legend Of Conan - Arnold Schwarzenegger retorna ao papel do guerreiro.



Arnold Schwarzenegger vai reprisar o papel que o deixou famoso na nova continuação de Conan, o Bárbaro (1982).

Segundo o site Deadline, a Universal Pictures pretende investir mais uma vez na franquia do guerreiro e deu sinal verde para a produção de The Legend Of Conan.

“Sempre adorei o personagem e estou honrado por ter sido convidado para assumir o papel novamente. Mal posso esperar para trabalhar com o estúdio no próximo passo dessa história verdadeiramente épica”, falou Schwarzenegger.

O filme vai ignorar a sequência original, Conan, o Destruidor (1984), também estrelada por Schwarzenegger, assim como os eventos do remake lançado em 2011, com Jason Momoa (série Game of Thrones) no papel principal. Não há informação se o ator participará do novo Conan.

“O original terminou com Arnold no trono como um guerreiro experiente, e este é o gancho para o filme que queremos fazer. Conan é um viking nórdico mítico que desempenha também o papel de rei, guerreiro, soldado e mercenário, tem mais mulheres na sua cama que qualquer um, e no próximo filme está se aproximando do seu último ciclo de vida. Ele sabe que vai lutar em Valhalla e quer se aposentar com uma boa batalha”, adiantou Fredrik Malmberg, produtor do reboot de Conan, que cuida do projeto ao lado de Chris Morgan (produtor dos últimos três filmes de Velozes e Furiosos).




Morgan concebeu a premissa e provavelmente deve assinar o roteiro de The Legend Of Conan, que tem lançamento programado para o verão americano de 2014.



Marcelo Ferla


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Falando nisso.



Marvel divulga o trailer de “Homem de Ferro 3″

A Marvel Studios divulgou nesta terça (23/10) o empolgante trailer de Homem de Ferro 3. O astro Robert Downey Jr. veste novamente a armadura do ferroso, desta vez para combater o terrorista e traficante de armas Mandarim (Ben Kingsley, de O Ditador), inimigo de longa data do super-herói nas histórias em quadrinhos.

Depois dos eventos em Os Vingadores, Tony Stark já não é mais o mesmo. Abalado, ele sofre as consequências de ter revelado sua identidade secreta ao público. Enquanto tenta lidar com seus problemas pessoais precisa enfrentar também o vilanesco Mandarim, líder da perigosa organização Dez Anéis, que está usando a nanotecnologia Extremis – espécie de atualização militar do soro do supersoldado que criou o Capitão América – para criar um exército.

Gwyneth Paltrow, Don Cheadle e Jon Favreau (apenas atuando, como o motorista Happy Hogan) retornam para a continuação. Guy Pearce (Os Infratores), Rebecca Hall (Atração Perigosa), James Badge Dale (Shame) e William Sadler (Machete Kills) são alguns dos novos nomes no elenco. Shane Black (Beijos e Tiros) dirige o roteiro que ele e Drew Pearce (da série No Heroics), escreveram.

Confira abaixo ao trailer legendado que apresenta o novo traje do herói, o Patriota de Ferro e a derrocada da mansão Stark na praia de Malibu, na Califórnia:




A sequência estreia nos EUA em 3 de maio. A Marvel e a Disney devem repetir a estratégia dos longas anteriores e lançar o filme uma semana antes em outros países. Se confirmado, Homem de Ferro 3 estreia em 26 de abril de 2013 no Brasil.


Marcelo Ferla

fonte: www.getro.com.br


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Sabia dessa.



Fãs criam cartazes bem legais para os próximos filmes Marvel

Enquanto a DC Comics ainda engatinha com seu projeto da “Liga da Justiça”, a Marvel está vivendo sua glória cinematográfica. Filme após filme, o estúdio conquistou ótimas bilheterias culminando com o estrondoso Os Vingadores que arrecadou cerca de US$ 1.5 bilhão mundialmente.

Recentemente, na San Diego Comic Con, Kevin Feige, presidente do estúdio, anunciou as próximas produções da segunda fase do Universo Marvel:  Homem de Ferro 3, Capitão America: The Winter Soldier, Thor: The Dark World, Guardiões da Galáxia e Os Vingadores 2.

Com o lançamento em blu-ray de Avengers se aproximando e o hype em torno do super-grupo ainda em alta – o longa estreou no Japão este mês – fãs apressadinhos colocaram seus dons photoshopicos para funcionar e criaram/inventaram posters para os filmes divulgados (e outros sem previsão de lançamento). Confira abaixo algumas artes interessantes que encontrei no DeviantArt, reduto dos ilustradores:









Marcelo Ferla


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domingo, 28 de outubro de 2012

Curiosidades.



A arte com livros de Mike Stilkey

Você pode gostar muito de ler. Talvez já tenha até pensado em escrever um livro. Mas dificilmente imaginou fazer o que esse cara faz.  Mike Stilkey é um artista estadunidense que usa livros para produzir obras de arte que ficam entre a pintura e a escultura. Seu belo trabalho já lhe rendeu exposições em vários países e reportagens em jornais importantes, e hoje você tem a oportunidade de conferir aqui um pouco desta arte.

São personagem misteriosos, melancólicos, antropomórficos e impressionantes, que parecem saídos de um filme de Tim Burton.

Essa é mais uma prova de que existem diversas formas de você aproveitar melhor aquela enciclopédia velha que está pegando poeira em sua estante. 













Marcelo Ferla


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Na crônica de Martha Medeiros, o novo livro de David Coimbra







Simples

Martha Medeiros*

“Afugento qualquer pretensão filosófica que dificulte o trato com as coisas simples.” Quando li essa frase de Nélida Piñon, tive vontade de ampliá-la, imprimi-la e pendurá-la na parede, só não o fiz porque não seria preciso: trago esse conceito já aderido na pele e na alma.

Talvez por isso tenha gostado tanto do novo livro do David Coimbra, Uma História do Mundo, que poderia ser considerado um projeto ambicioso, não fosse o David um homem consciente do tempo em que vive: quem, hoje, consegue dedicar-se a calhamaços com milhares de páginas? A vida exige dinamismo. David conseguiu apresentar um panorama histórico desde o neandertal até o início da civilização moderna em 260 páginas. E, nessas 260 páginas, além de traduzir informações sérias para uma linguagem divertida, ele conecta passado e presente utilizando trechos de Marcel Proust, Charles Bukowski e Mario Quintana, e ainda faz graça ao explicar de onde veio o nome da banda Jethro Tull. David é pop. A história do mundo também pode ser. Como?

Simples.

A simplicidade é a principal porta de entrada para a sabedoria. Dois, três degraus, e a pessoa está dentro. Uma vez seduzida, ela então irá decidir se deseja se aprofundar no assunto, e aí, lógico, irá buscar novos acessos que a façam imergir no que lhe interessa, e a viagem se tornará ainda mais excitante e talvez ininterrupta, mas o que a faz iniciar esse percurso rumo ao conhecimento é a curiosidade, a atração e a identificação com um linguajar que estabelece uma agradável comunicação.

O professor Cláudio Moreno faz o mesmo com suas crônicas sobre a Grécia Antiga. Alain de Botton elimina ao menos seis cabeças do monstro de sete que sempre foi a filosofia. Paulo Leminsky e demais poetas da geração anos 80 demonstraram que poesia não precisava ser necessariamente chata e incompreensível. A simplicidade sempre foi um dom, apesar de levantar suspeitas. Os impressionistas (Van Gogh, Monet, Cézanne, entre outros) foram inicialmente desprezados pelos críticos da época. As primeiras exposições desses artistas que hoje são considerados gênios se deram no “Salão dos Recusados”. Os impressionistas eram assim denominados porque pintavam a impressão em detrimento do detalhe. E toda impressão pode ser rapidamente confundida com impostura.

A simplicidade concentra a verdade das coisas – não toda a verdade, mas o seu núcleo, um ponto de partida universal, de onde tudo poderá se tornar mais abrangente, grandiloquente e complexo, à escolha do freguês.

Segundo o filósofo e escritor Eduardo Gianetti, muita gente só se impressiona com o que não entende bem. Já a simplicidade é direta, translúcida e estabelece rápida conexão. Para desconsolo dos herméticos.


*Esta crônica foi publicada originalmente na pg. 2 do Jornal Zero Hora em 17 de outubro de 2012.


texto: Martha Medeiros

post: Marcelo Ferla


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Mulheres admiráveis.


“Quem escreve está sempre se delatando, de forma direta ou
camuflada. E como temos inquietações parecidas, os leitores
se identificam: ‘Parece que você lê meus pensamentos”


MARTHA MEDEIROS - Narrar-se



Sou fã de psicanálise, de livros de psicanálise, de filmes sobre psicanálise e não pretendo desgrudar o olho da nova série do GNT, Sessão de Terapia, dirigida por Selton Mello. Algum voyeurismo nisso? Total. Quem não gostaria de ter acesso ao raio-x emocional dos outros? Somos todos bem resolvidos na hora de falar sobre nós mesmos num bar, num almoço em família, até escrevendo crônicas. Mas, em colóquio secreto e confidencial com um terapeuta, nossas fraquezas é que protagonizam a conversa.

Por 50 minutos, despejamos nossas dúvidas, traumas, desejos, sem temer passar por egocêntricos. É a hora de abrir-se profundamente para uma pessoa que não está ali para condenar ou absolver, e sim para estimular que você escute atentamente a si mesmo e assim consiga exorcizar seus fantasmas e viver de forma mais desestressada. Alguns pacientes desaparecem do consultório logo após o início das sessões não estão preparados para esse enfrentamento.

Outros levam anos até receber alta. E há os que nem quando recebem vão embora, tal é o prazer de se autoconhecer, um processo que não termina nunca. Desconfio que será o meu caso. Minha psicanalista um dia terá que correr comigo e colocar um rottweiler na recepção para impedir que eu volte. Já estou bolando umas neuroses bem cabeludas para o caso de ela tentar me dispensar.

Analisar-se é aprender a narrar a si mesmo. Parece fácil, mas muitas pessoas não conseguem falar de si, não sabem dizer o que sentem. Para mim não é tão difícil, já que escrever ajuda muito no exercício de expor-se. Quem escreve está sempre se delatando, seja de forma direta ou camuflada. E como temos inquietações parecidas, os leitores se identificam: “Parece que você lê meus pensamentos”. Não raro, eles levam textos de seus autores preferidos para as consultas com o analista, a fim de que aqueles escritos ajudem a elaborar sua própria narrativa.

Meus pensamentos também são provocados por diversos outros escritores, e ainda por músicos, jornalistas, cineastas. Esse intercâmbio de palavras e sentimentos ajuda de maneira significativa na nossa própria narração interna. Escutando o outro, lendo o outro, se emocionando com o outro, vamos escrevendo vários capítulos da nossa própria história e tornando-nos cada vez mais íntimos do personagem principal – você sabe quem.

Selton Mello, em entrevista, disse que para algumas pessoas o programa pode parecer chato, pois é todo baseado no diálogo entre terapeuta e paciente, e isso é algo incomum na televisão, que vive de muita ação e gritaria. De minha parte, terá audiência cativa até o último episódio, pois, mesmo não vivenciando os problemas específicos que a série apresenta, todos nós aprendemos com os dramas que acontecem na porta ao lado, é um bem-vindo convite a valorizar o humano que há em cada um. A introspecção não costuma atingir muitos pontos no ibope, mas é a partir dela que se constrói uma vida que merece ser contada.


texto: Martha Medeiros

post: Marcelo Ferla


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Mulheres admiráveis.


Iria recomeçar a vida em outra cidade, talvez em outro país, para nada, só para começar tudo do zero.



DANUZA LEÃO - Se eu pudesse



Se eu pudesse, mudava minha vida toda; não que ela esteja ruim, mas só para ver que ela pode ser diferente.

Se eu pudesse, me desfaria de muitas coisas, da minha casa e de quase todas as roupas. Afinal, quem precisa de mais do que dois pares de sapatos, dois jeans, quatro camisetas e dois suéteres, sobretudo quando anda pensando em mudar de vida?

Se eu tivesse muitas joias, enterrava todas elas na areia da praia para que um dia alguém enfiasse a mão brincando, assim para nada, e tivesse a felicidade de encontrar um colar de brilhantes. Afinal, dá para viver sem, não dá?

Das algumas garrafas de champanhe guardadas cuidadosamente, na horizontal, daria para abrir mão, sem nenhuma possibilidade de remorso futuro; champanhe, além de engordar, não passa de um espumante metido a alguma coisa, e nem barato dá, de tão fraquinho que é. Dos vinhos, mais fácil ainda; nada melhor do que o velho e bom uísque, com o qual sempre se pode contar.

E as amizades? Aliás, as amizades, não: as relações. Ah, se tivesse coragem, compraria um novo caderno de telefones e passava só aqueles pouquíssimos nomes que realmente têm algum significado, e que são tão poucos que nem precisaria escrever. Guardaria todos de cor, não na cabeça, mas no coração, e um dia me esqueceria de todos eles.

Se eu pudesse, iria recomeçar a vida em outra cidade, talvez em outro país, para nada, só para começar tudo do zero. Para às vezes sofrer bastante, pensando que poderia ter tido mais juízo e não ter feito tantas bobagens, pois se tivesse errado menos poderia ter sido mais feliz -talvez. Mas alguém tem o poder de fazer alguém sofrer, ou a capacidade do sofrimento é um bem pessoal e intransferível?

Se alguém conseguisse ainda me fazer sofrer, seria um acontecimento a ser festejado.

Se eu pudesse - e não tivesse tantos compromissos -, seria vegetariana, passaria as noites em claro e teria muito amor pelos animais e pelas crianças. Mas como tenho horror a qualquer bicho e nenhuma paciência com criancinhas, a não ser com meus bichos e minhas crianças, vou ter que atravessar a vida levando essa pesadíssima cruz -afinal, ficou combinado que de certas coisas não se pode não gostar, e se não se gostar não se pode dizer, que vida.

Se pudesse, largaria tudo e iria embora para um lugar onde ninguém me conhecesse, onde não teria passado nem futuro; para um lugar esquisito no qual não entenderia a língua do povo nem ninguém entenderia a minha. Seríamos todos, assumidamente, estranhos -como somos no edifício onde moramos, no local de trabalho, dentro de nossa família. Ou você pensa que alguém conhece alguém porque dá beijinhos no elevador?

Se eu pudesse, quando acordasse hoje de madrugada saía descalça só com um casaco em cima da pele e ia molhar os pés na água do mar, sozinha.

Depois, ia tomar um café no balcão de um botequim, como fazem os homens.

Se eu pudesse, rasgava os talões de cheques, cortava os cartões de crédito com uma tesoura, fazia uma linda fogueira com os casacos de pele e ia saber como é que vivem os que não têm, nunca tiveram e nunca vão ter nada disso.

E aproveitava o embalo para cortar os fios dos telefones, jogar o celular na tela da televisão e o computador pela janela - deve ser lindo, um computador voando.

Se eu pudesse, raspava a cabeça, acendia dois cigarros ao mesmo tempo e tomava uma vodca dupla, sem gelo, num copo de geleia. E pegaria uma gilete para picar em pedacinhos a carteira de identidade, o passaporte e o CPF, sem pensar um só instante nas consequências e sem um pingo de medo do futuro.

E jogava na lata de lixo meus lençóis, meus travesseiros de pluma, meu cobertor e engolia minhas pestanas postiças, só para aprender que a vida não é só isso.

Se eu pudesse, esquecia o meu nome, o meu passado e a minha história e ia ser ninguém. Ninguém.

Se eu pudesse, não, se eu quisesse.

Pois é, tem dias que a gente está assim, mas passa.


texto: Danuza Leão

post: Marcelo Ferla


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sábado, 27 de outubro de 2012

Popeye, o cara.



O velho marujo dos desenhos ganhou novos ares e parece "de verdade" neste trabalho de Lee Ramao.

Entre os inúmeros detalhes criados pelo artista canadense, como as marcas de sol da camiseta, os músculos e as rugas, destaque para as tatuagens old school, incluindo uma da Olívia Palito!

Para completar esta versão de Popeye só faltou mesmo a lata de espinafre; orgânico quem sabe.







Marcelo Ferla


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Coisas bacanas.



Jaqueta de (muito) frio

Às vezes o frio curitibano realmente vem forte e mesmo quem está acostumado sofre pra valer. Esta jaqueta aqui seria perfeita para encarar as madrugadas geladas, desde que você tenha coragem de usá-la, claro!

O modelo Ai Riders On The Storm vem com um capuz que se fecha completamente e óculos esportivos de neve integrados. Eles podem ter as lentes trocadas por outras cores para combinar melhor com o resto das roupas.

Para que ninguém morra sufocado dentro do inusitado casaco, entradas de ar na frente e na altura das orelhas garantem ar e "audição". São 3 tamanhos e combinações de cores e para sair pelas ruas usando uma destas é preciso desembolsar 261 euros.

Cara eu achei demais essa jaqueta!!








Marcelo Ferla


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Fotos animais.



Semana passada saíram os 100 vencedores do 48º Veolia Environnement Wildlife Photographer of the Year. Foram 48.000 fotografias de 98 países que concorreram nas diversas categorias desta famosa competição anual. O grande vencedor foi o canadense Paul Nicklen, com os pinguins de sua fotografia intitulada “Bubble-jetting emperors”.

Concorde ou não com o resultado, certamente não deve ter sido uma tarefa fácil para os jurados. A julgar pelas 100 premiadas, imagine escolher entre quase 50 mil imagens. As vencedoras estarão em exposição no Museu de História Natural de Londres em março do ano que vem, uma dica para quem estiver em terras londrinas na época, mas você pode ver todas no site da competição. 

P.s - a grande campeã é a primeira foto da série.















Marcelo Ferla


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Coisas bacanas.



Saca-rolha Día de Los Muertos.

Ao contrário do clima de tristeza com o qual lembramos de nossos entes queridos no Dia de Finados brasileiro, o Día de Los Muertos mexicano é uma verdadeira celebração da vida. E uma das figuras mais populares da festa é La Catrina de Los Toletes, um esqueletinho de vestido e chapéu, como uma dama da alta sociedade, que nos faz lembrar que diferenças sociais não significam nada diante da morte.

Foi inspirada na Catrina e em todos os outros tradicionais desenhos que representam o Día de Los Muertos, que a designer Stephanie Suárez criou esta versão de saca-rolhas muito legal. À venda na Urban Outfitters, custa 28 dólares.






Marcelo Ferla


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Coisas bacanas.


Coçadinha de zumbi

O fanatismo dos americanos por zumbis e tudo que envolve o apocalipse com direito a mortos-vivos é impressionante; tanto que volta e meia não resisto e posto produtos relativos ao tema.

Afinal, o que dizer deste bracinho apodrecido de zumbi que serve para coçar as costas?! Bastante real, ele tem direito a ponta de osso aparente, sangue, pele esverdeada e claro, unhas amareladas e podres. São elas justamente que aliviarão aquela coceirinha nas costas que você não consegue alcançar.

Custa U$ 29,95 no Amazon.


 


Marcelo Ferla


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Coisas bacanas.



Caras de bonecos

A artista australiana Freya Jobbins tem verdadeira obsessão por brinquedos plásticos, principalmente bonecas e bonecos. Isto acabou resultando nas divertidas, inusitadas, provocativas e porque não dizer, assustadoras esculturas que ela cria: tudo feito com partes de brinquedos velhos. 

Bracinhos, perninhas, pezinhos, etc, viram bustos, rostos e cabeças; muitas delas que deixariam apavoradas as crianças que foram as antigas proprietárias dos brinquedinhos originais. Escolhi algumas (tem até um Darth Vader), mas no site dela (link após as imagens) tem muito mais.











Marcelo Ferla


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