Seja bem vindo ao Blog do Marcelo Ferla

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Sempre gosto de lembrar aos leitores que este blog tem como intenção trazer à tona a informação, o conhecimento e o debate democrático sobre os assuntos mais variados do nosso cotidiano, fazendo com que todos se sintam atualizados.

Na medida em que você vai se identificando com os assuntos, opine a respeito, se manifeste, não tenha medo de errar, pois a sua opinião é de suma importância para o funcionamento e a real função deste espaço, qual seja, a de levar a todos o pensamento e a reflexão.

O diálogo sobre o que é escrito aqui e sobre o que vem acontecendo ao nosso redor é muito mais valioso e poderoso do que podemos imaginar.

Portanto, sinta-se em casa, leia, informe-se e opine. Estou aqui para opinar, dialogar, debater, pensar, refletir e aprender. Faça o mesmo.

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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Opinião do Blogueiro








O trauma precisa prevalecer.


Hoje, desde as 06h00min, presenciamos o que algumas pessoas, no meu ponto de vista equivocadamente, estão chamando de o casamento do novo século, casamento este entre o príncipe William e a plebéia, pois assim, desde já, a família real gosta de chamá-la, antes do casamento, simplesmente Kate.

Há uma expectativa, também equivocada, mas compreensível, de que Kate será a nova Diana, impossível. 


Inicialmente, pelo fato de Kate, ao que me parece, ser carecedora do sangue frio que Diana criou logo após a descoberta de que estava sendo traída por seu marido fanfarrão Charles com uma mulher tão feia quanto os dias chuvosos de Londres, horrível na verdade em todos os aspectos, se comparada com Diana, mas eram coisas da adolescência de Charles, fazer o que.

Por outro lado, há que se levar em consideração que Diana passou por poucas e boas até adquirir esta experiência e seria um pouco precipitado cobrar isto da novata Kate.

Importante salientar que Diana, a época em que conhecera seu futuro marido Charles, era uma menina tímida que se escondia atrás de uma franja loira, falava quase nada, vivia desde o início, enclausurada, ora peos fotógrafos, ora pelas ordens do marido, tudo como em um conto de fadas em que a princesa fica presa em uma torre de um castelo por aí. Tinha como atividades tão somente cuidar de seus filhos na medida em que nasciam, sorrir forçosamente na presença de seu marido e visitas importantes, mas que começou a chamar a atenção por deixar escapar, por muitas vezes, aos paparazzos ecâmeras atentas, choros de insatisfação com a vida solitária que tinha.

Depois da descoberta da traição de Charles, ocorrera um tipo de feitiço de liberdade a muito desejado por Diana, na verdade uma afirmação definitiva mais bem embasada que, entre desequilíbrios, até toleráveis em relação ao que estava passando, aos poucos fora equilibrando-se e se tornando uma embaixadora mundial da beleza somada à simplicidade de suas mensagens ao mundo através das atividades humanitárias e colaboração com as mazelas do mundo.

 
Alguns podem alegar que Diana traiu antes tendo um caso com um dos adestrador dos cavalos reais, mas quem me garante que esta traição já não era reflexo de um casamento destruído ou que jamais existiu, além do que um homem (Charles) que ao ser questionado sobre o fato de estar apaixonado, responde que está "árias seja lá o que isto signifique" merece não uma, mas várias traições.

Passado tudo isto e estando a guerra declarada Diana x Monarquia Inglesa,  tornara-se ela, Diana uma real, não no sentido de realeza, pois com esta já havia rompido a muito, tinha este direito em relação aos maltratos do marido para com ela e, em sendo assim, fazendo uso de sua liberdade de ir e vir, ficou mais conhecida por ser uma representante dos menos favorecidos.

Visitava Angola, Moçambique,países pobres, andava por campos minados, aproximava-se de vítimas de guerras, pessoas gravemente feridas sem sequer ter medo de pegar alguma peste que estas pessoas poderiam vir a transmitir a ela. Não era nem tinha atitude de repúdio, mas de querer ajudar.

Desta forma, conheceu, encarou e ajudou e muito o real mundo que não conhecia até então e isto incomodava por demais a realeza, pois esta sequer se manifestava a respeito de coisas deste tipo.

Diana foi a primeira Angelina Jolie, a primeira Madonna, precursora de toda e qualquer mulher famosa, bela ou não, que tem grana, influência mundial e que se importa com causas humanitárias. E assim foi até o final, uma mulher impecável, mesmo quando vestia jeans e camiseta.

Tornara-se mais sexy, desejada, todos falavam de suas roupas, cabelos, pernas lindas, expostas, torneadas, longas e ousadas.


Estávamos diante de uma metamorfose gerada pela dor e pelo isolamento sentidos por alguém que fizera parte de uma monarquia chata por demais e que mais chato do que isto, fora mulher de um marido ausente que a traiu com uma feiosa cafona e ridícula, que não ajuda nem a si própria, quem dirá aos demais. Ocupa ela o lugar de fantoche que Diana se negou a ocupar e ficar depois que o cristal se quebrou.

Diana não chorava mais pelos cantos por ser mal tratada pelo marido e pelos demais bolhas da família real, chorava por ser impiedosamente atormentada pela imprensa e por ver uma criança mutilada, por ver uma criança com fome, doente, com dor, por coisas que valiam à pena (caso das últimas citadas), mas estes verdadeiros sentimentos, estes sentimentos que surgiram depois de muita dor interna perturbavam a realeza, pois ela estava aparecendo mais do que todos os poderosos componentes de um poderoso reinado "do nada" e, como nos tempos medievais, esse "reinado que nada reina" se questionou por meio de sua bruxa rabugenta Elizabeth, como em um roteiro de filme.


Se perguntou a Rainha Elizabeth: “Como ousa uma plebéia aparecer mais do que eu a Rainha!!!? Claro que ela não conversava com um espelho, ou conversava?

Estava Diana em seu auge, era mãe exemplar, era mulher de verdade, pasou por cima de um casamento ferrado, passara a ser comprometida com coisas sérias, não as fazia para aparecer, mas aparecia para fazê-las, não hesitava e assim estava na televisão mais do que quem “real mente” queria aparecer e fazer papel de bonzinho. Não se importava mais com o casamento do século, a qual fora a noiva, estava livre, ao menos internamente e, como tal se apaixonou, amou e por conta disto morreu.

Desta parte todos se recordam. Paparazzis por toda parte, perseguição, carro em alta velocidade, coluna de concreto, o céu.

Fora enterrada praticamente como uma indigente se compararmos como fora seu enterro ao que deveria ter sido o seu funeral como nobre que ainda era, o funeral que o povo britânico desejava para sua princesa heroína, a princesa do povo, mas ele não ocorreu, a Rainha não a tolerava mais essa mulher incoveniente.

Seu marido fanfarrão por um momento teve um rompante de cavalheirismo, brigou com a mãe (Rainha) pedindo que o protocolo fosse seguido. A Rainha, de sua parte, nem a meio mastro colocou a bandeira no Palácio de Buckingham e disse não, revolta total da rabugenta.

Ficava naquele momento um marido fanfarrão viúvo, dois filhos órfãos, um que tenta na medida do possível, ter uma vida conjugal diferente da de seus pais (William) e outro que é um fanfarrão como o pai e, ainda por cima, maluquinho e aspirante a alcoólatra (Harry).


Torcemos para que mude, se espelhando em seu irmão mais velho.

William deu a sua futura esposa Kate, “a plebéia”, o anel que era de sua mãe, “a outra plebéia”, modo este, diz ele, da mãe estar presente neste momento tão importante de sua vida.

De minha parte vejo poucas, mas nuances peculiares de semelhanças entre Kate e Diana. Ambas são plebéias, ousadas, populares, mas infelizmente ou não com algumas diferenças peculiares, até por que ninguém é igual a ninguém.



Kate agrada a Rainha de peruca, é educada, elegante, discreta, tem ensino superior (História da Arte), um fantoche perfeito de companhia para quem pode ser o futuro Rei, assim espera a rabugenta, mas tomará ela uma bola nas costas, assim espero. 


Tomara que dê de cara no chão, como uma fortaleza que desaba decorrente de um ataque de bárbaros.

Mas o trauma precisa prevalecer. Poderá Kate fazer o que Diana fazia? Acho que não, salvo se for traída por seu marido que dormirá com uma gata em uma festa na Itália dada por Berlusconi. Aí terá direito de ser e fazer, caso contrário nananinãonão, "se comporte menina, você não manda nada aqui, não pode nada", dirá a Rainha bruxa, "salvo se tomar uma bola nas costas e, mesmo assim, tomaremos todos os cuidados para que você seja a bruxa do conto de fadas e não nós os nobres, como já fora feito uma vez com sua sogra falecida que nós ajudamos a matar aos poucos, portanto não tente nada". Os métodos de tortura ingleses sempre foram famosos ao longo da história. Mas mesmo com tudo isto, aposto em Kate.

Não haverá outra Diana ou qualquer outra mulher parecida com ela, apesar de ser isto, inconscientemente, o que o povo quer. Kate não é Diana, dificilmente terá uma história de vida sequer parecida com a princesa do povo renegada e não queremos isto para Kate nem para William. Não irá Kate ao Afeganistão, Síria ou Haiti ajudar os desamparados, "deixe isso para a Cruz Vermelha menina e para as nossas forças armadas" dirá a rabugenta de peruca a ela. "Mas?" - dirá Kate. "Já disse e está dito ok?" - sentenciará a rabugenta.


Mas minha sesperança reside justamente nisto, na juventude, na popularidade, pois assim Kate poderá fazer mais que Diana, por que não? Tem ela como exemplo, é esposa de um dos filhos de Diana, tem total apoio deste. A possibilidade é boa. 

Mais uma vez torço que o trauma prevaleça. Tomara que seja assim, tomara que Kate continue sendo ousada, despojada, ativa, muito ativa, ou melhor, seja tão ousada quanto Diana foi, uma ousadia repaginada, tomara que seja pop, seja daquelas de tocar a mão de todos, de ajudar a todos, tomara que William peça educadamente, na medida do possível, que esta continue o que sua mãe fez e fazia, pois era uma grande mulher. 


Tomara que William tenha aprendido com sua mãe e a dor da perda desta, como não deve ser um casamento e como deve ser um ser humano digno e não como a coisa toda deve continuar ocorrendo, que este e sua princesa tenham voz ativa, dancem, sorriam juntos por estarem realmente e puramente felizes um com o outro, enfim, que os dois peguem do casamento dos pais de William o exemplo da desgraça conjugal e da mãe de William o exemplod de uma pessoa e tanto. Que prevaleça o trauma mais uma vez.

Espero puramente que ambos sejam felizes, ativos, dêem novo ar a essa coisa toda muito chata que é a realeza britânica, que até agora estava de molho em enxofre, pois não tinha nada a oferecer. Tomara que Lady Catherine ou Duquesa de Cambrige seja ousada, não perca as origens, seja ela mesma, seja mais um braço forte na ajuda aos menos favorecidos, faça campanhas, seja ouvida pelo mundo, dizendo coisas boas, úteis, tenha boa opinião formada, seja sincera e comprometida, que seja uma mulher tão brilhante quanto fora sua sogra falecida e que nada de ruim a ela aconteça, pois o trauma precisa prevalecer para que tudo isto venha a ocorrer, caso contrário o ostracismo será a tônica e nada mais.  


Mas como estamos em tempos de Sherek, tomara que tenhamos uma Fiona bem bacana e abusada, sempre para o bem.

Marcelo Ferla
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quinta-feira, 28 de abril de 2011

Falando Nisso!!



Atenção, atenção!!! O comandante-geral da Polícia Militar (PM) de São Paulo, coronel Álvaro Batista Camilo, suspendeu o uso do utilitário esportivo de luxo Captiva, comprado pela corporação por R$ 92,9 mil. Ao ser questionado sobre o ocorrido, antes de se manifestar, chamou um subalterno seu e esbravejou:

"Aspira, vai lá e se vira com a imprensa e por favor, diga a eles que essa pica não é mais minha pow. Tão querendo me fuder,  me beija antes poha."

Marcelo Ferla
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Sou daqueles que acredita que uma imagem pode resumir mais do que qualquer texto ou discurso.


Tenho esta categoria em meu blog movido por uma de minhas grandes frustrações - o fato de não poder ter, ainda, uma super-câmera fotográfica, daquelas de fotógrafos profissas mesmo.

Sou daqueles que acredita que uma imagem, em determinados casos, pode mostrar ou resumir mais do que qualquer texto ou discurso.

Enquanto a super-câmera não vem, aí vai mais uma sessão de fotos lindas que cato por aí.


















Amanhã, mais fotos para os parceirinhos curtirem.


Marcelo Ferla
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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Sabia dessa



Sou leitor dedicado do blog de Xico Sá na folhaonline. Xico repruduziu em seu blog um concurso intitulado “O maior bandido vivo do Brasil” que originalmente fora uma idéia de Oswald de Andrade e da sua mulher Pagú, ambos criadores do jornal "O Homem do Povo" (1932). Lá, na década de 30, o resultado elegeu como grande vencedor Lampião. Dê uma olhada nos resultados da pesquisa de Xico, tomadas emprestadas por este de Oswald e Pagú e copiadas aqui por mim.

Diz  Xico Sá em seu Blog (24/04/20110):

" E assim fechamos a marcha das apurações:
1)    Sarney – 263 votos
2)    Maluf – 101
3)    Ricardo Teixeira -100
4)    Serra – 66
5)    Lula – 42
6)    Daniel Dantas – 39
7)    Zé Dirceu – 35
8)    Edir Macedo – 27
9)    Collor -26
10) FHC -25
11) Kassab – 23
12) Alckmin -22
13) Gilmar Mendes -21
14) Família Roriz – 20
15) Renan Calheiros – 19
16) Jader Barbalho -17
17) Grande mídia -15
18) Roger Abdelmassih – 14
19) Fernandinho Beira-Mar – 11
20) Polícia no geral, sem distinção – 10".

E você meu caro parceirinho (a) de leitura, o que achou da atual lista? Diga aí.

Marcelo Ferla
 
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Imagens

Para começarmos o dia, algumas belas imagens.













Marcelo Ferla
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terça-feira, 26 de abril de 2011

Sabia dessa






Uma mostra do sangue do Papa João Paulo II será exposta na basílica de São Pedro como relíquia para a veneração dos fieis durante sua beatificação no domingo, informou a Santa Sé nesta terça-feira.

Você não acha que a Igreja Católica está chegando a um  grau de sensacionalismo e necessidade de novos heróis a ponto de cometer um ato de extremo mal gosto com a própria pessoa de João de Deus?

Mais sensacionalista seria embalsamar o corpo de João Paulo II como o de Lenin, mas a Igreja sempre odiou comunistas. Além do que a imagem que prefiro ter de um homem como ele não é a de um frasco de sangue, algo bem católico, cercado de drama, idolatria, sofrimento, O SANGUEEEEEEE!!!

Isto tudo por que? Lhes digo. A Igreja Católica vem perdendo ano após ano seguidores, não sendo mais a religião predominante do planeta, o que faz com que atos baixos como este ocorram.


Marcelo Ferla
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Opinião do Blogueiro








Aniversário sem comemoração.

Li ontem que ao mesmo tempo em que a União Européia e governos de todo o mundo prometeram 550 milhões (US$ 797 milhões) á titulo de ajuda para Chernobyl em uma conferência ocorrida por estes dias de abril, nesta mesma conferência sobre energia nuclear, ocorreu um estímulo escancarado dos governos (os mesmos que ofereceram grana para Chernobyl), para que  a Ucrânia, mais especificamente em Kiev, venha a ampliar seu plano de energia nuclear. Ahh esqueci. A grana anteriormente citada é para fins de construção de um novo sarcófago para o antigo reator que foi aos ares em Chernobyl a exatos 25 anos atrás.

Fico pensando que  na mesma medida em que o mundo oferece dinheiro para a construção de um novo sarcófago para reenterrar o problema que é Chernobyl, estes mesmos caras e seus governos, estimulam a energia nuclear que deve prosperar a minúsculos 90 km de onde tudo se deu a 25 anos atrás, (em Kiev, na Ucrânia), mesmo que se saiba a muito tempo que nada do que nasce em Chernobyl pode sequer ser tocado, sim, em Chernobyl, se não sabem lhes digo, uma linda árvore hoje, agora, consegue nascer, crescer e dar frutos, flores, enfim, mas não pode ser tocada, pois o nível de radiação desta é elevadíssimo, assim como tudo que lá nasce ou restou.

Hoje, faz 25 anos que Chernobyl foi aos ares e foi, que fique claro, por pura prepotência materializada em forma de excesso de confiança, seguida logo depois de pura negligência, ambas advindas dos operadores de Chernobyl que lá estavam, sentimentos estes, ambos, puros como o plutônio e o urânio advindos da usina.

Foi assim que tal fato ocorreu e só ocorreu por conta destas coisas ruins e claro, por dinheiro, nunca podemos nos esquecer do dinheiro, que sendo o resultado final desejado por todos envolvidos nisto, provocou sambas as tragédias que mataram muitos, deixou outros milhares morrendo aos poucos e serviu de suicídio imediato ou posterior dos que manuseavam os brinquedos macabros.

Em tempos atuais, onde se discuti a real função e necessidade de se ter brinquedos iguais aos dos amiguinhos de Chernobyl, caso do Japão, que tinha um em sua Fukushima e que da mesma forma que aquela, estragou por ter apresentado o mesmo defeito de fábrica, mesmo assim, vivemos em um mundo em que a cada dia a energia nuclear se expande como a própria radioatividade dos acidentes nucleares. Se ficasse comprovado que os brinquedos não podem apresentar defeitos com o passar do tempo e do seu uso, não seria nada, mas não é o que vêm ocorrendo.

A ambição, o poder, a sensação inflada de onipotência, efeitos que o dinheiro traz, dinheiro este adquirido por meios como este é que detonam a coisa toda, o homem, sempre o homem e suas insatisfações.  E vá lá, mesmo que este não fosse o fim comum da coisa, que fosse por desenvolvimento puro da nação e não por desenvolvimento decorrente de disputa com outros amiguinhos, também estaria tudo errado.

Isto tudo, essas sensações viciosas de poder, fazem com que os países do mundo em que vivemos mergulhem de cabeça na necessidade adicta por poder, por possuir a tal energia nuclear, em uma neurose de duas faces, que se apresenta de um lado com o rosto de executivos ambiciosos e cheios de necessidades e, do outro lado da face, a de um portador de câncer de tireóide decorrente de contaminação por radiação, já em fase terminal.

Pouco importa o que pode vir a acontecer em decorrência de se ter inúmeras usinas nucleares em um território pequeno ou não e talvez até de forma não tão controlada como se afirma ser esse tipo de tecnologia de energia, até por que como disse o presidente ucraniano Viktor Yanukovych: “Pagamos pela paz do planeta com as vidas e a saúde de milhares de compatriotas, mas nenhuma nação, inclusive a mais poderosa, pode sobrepor-se às conseqüências de uma catástrofe de tal escala sozinha.", até aí novidade nenhuma, só mais um pedido de desculpas, sem efeito algum.  

Para se ter uma idéia do prejuízo que um acidente nuclear pode ter, vamos pegar o exemplo da remoção que fora feita em Chernobyl ao tempo da tragédia. Até hoje, nos locais onde rapidamente foi enterrado o maquinário utilizado na remoção dos escombros do acidente e o lixo nuclear restante, se tem um grau de contaminação altíssimo e o local é dado como condenado por um século, isto que a época, o procedimento escolhido fora dado como adequado em relação aos procedimentos de segurança possíveis para a remoção e enterro destes materiais. UM SÉCULO, nada mais, nada menos que isto.

Já no Japão a coisa consegue ser ainda pior, pois ninguém sabe realmente o grau do problema e do prejuízo que os japoneses terão, muito menos por quanto tempo. Quem é de lá e sabe, não fala por sentir a avassaladora vergonha oriental e os que não são de lá, nada dizem por questões de boa vizinhança, até porque ofender vizinho é coisa de gente baixa, seja o assunto que for.

Isso também ocorre por conta das informações destorcidas que o governo japonês, o da vergonha avassaladora, juntamente com a empresa responsável pela usina de Fukushima, também vítima da vergonha avassaladora, vem apresentando a todos, o que prejudica uma análise mais profunda de especialistas em relação ao acidente nuclear.

É óbvio que toda esta confusão tem um por que de ser. È extremamente conveniente que as autoridades responsáveis por qualquer tipo de acidente que envolva vítimas civis a curto ou longo prazo, tentem destorcer as informações, mais especificamente por dois motivos:

1° - para que não se cause um pânico coletivo na população do local, até por que, por mais japonês que se seja, ele pode acontecer e ser muito mais prejudicial para a situação e

2° - para simplesmente tentar amenizar a situação daqueles que são os culpados, para se ter um auto-perdão, uma necessidade que buscam desesperadamente de se manter no poder sem que a mancha de ter estado lá e ter sido parte de algo desta proporção, algo que marca com fogo na história da humanidade aqueles que fora os responsáveis por tudo.

Mas o maior erro do governo japonês foi o de ter dito não ao seu povo, enquanto deveria ter dito sim, tipo “Sim, nós não estamos conseguindo resolver o problema.”, como foi dito inúmeras vezes e isto por si só é um baita, mega problema. Japoneses não gostam de não saber resolver um problema, de ter uma habilidade falha.

Como dizer para uma população de milhares, milhões, que a coisa está feia e que esta coisa feia é radiação, uma forma de energia que quando causa problemas é avassaladora como o terremoto e o tsunami vindos antes do acidente nuclear? É difícil concordo, mas é melhor do que a mentira e aí a “caca” toda. O governo optou por muito tempo pela mentira, tempo demais.

Nunca, nunca esqueça na sua vida que o povo japonês não é um povo qualquer, tem memória, e muito boa memória. Lembra muitíssimo bem de Hiroshima e Nagasaki, quando as bombas Litlle Boy e, três dias depois, a bomba Fat Man, ambas vindas do céu, respectivamente, nos dias 06 e 09 de Agosto de 1945, mataram juntas milhares de inocentes. Lembram muito bem também, do dia 26 de abril de 1986, dia em que Chernibyl conheceu o terror. O mundo viu.

Os japoneses são sábios, pacientes, meticulosos, perfeccionistas, características que não tem nada haver som mentira e que, em sendo assim, cercam contra a parede aqueles que tentam mentir ainda, mesmo que através de uma mentirinha o que realmente está acontecendo.

O bom de tudo isto é que com mentira ou sem ela, o povo japonês, forte que é e solidário que é, se reerguerá com ou sem mentiras, pois sabem que estas tem pernas curtas e espero que não seja dado aos bolhas do poder nipônico os louvores finais desta recuperação, que será tão avassaladora quanto o acidente lá ocorrido. Isso é e será do povo e só do povo japonês.

Estas coisas sempre deverão ser lembradas para o bem da humanidade, para que esta possa progredir e não regredir como vem ocorrendo, pois a lembrança disto tudo deve trazer lições, correção, ensinamento, pois estas datas, quando lembradas, são aniversários sem comemoração.

Marcelo Ferla  
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segunda-feira, 25 de abril de 2011

Falando Nisso!!



Em um país onde a inexistência de fiscalização permite  que  possamos presenciar cenas como esta daí debaixo, não me surpreende termos os números de mortes no trânsito que tivemos no território nacional neste último feriado.



Marcelo Ferla
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sábado, 23 de abril de 2011

Falando Nisso!!






Que mundo é este em que vivemos, onde em uma  procissão funebre, cercada de toda a tristeza daqueles que perderam os seus, são disparados milhares de tiros contra os que nela estavam?

Lhes digo. Esse mundo é a Síria, pois este fato aconteceu lá. De um lado manifestantes enterrando seus companheiros e do outro as forças armadas de segurança do país, matando quem estava morto e quem ainda não estava.

Começo a me convercer de que o Apocalipse já está sendo vivido por todos e que, em permanecendo assim as coisas, iremos desta para melhor bem antes do esperado. As previsões  nostradâmicas e os textos bíblicos, estão como a metereologia, achavam que a previsão do tempo estava certa, mas erraram.

Marcelo Ferla
  
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quinta-feira, 21 de abril de 2011

Falando Nisso!!





E aí, vão pagar ingressos e pegar seus óculos 3D para ver um filmizinho pornô?


Marcelo Ferla
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Frases






"Faça as coisas o mais simples que você puder, porém não se restrinja às mais simples."

Albert Einstein
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Opinião do Blogueiro



A gordura de Adriano

Ontem o médico Joaquim Grava, responsável pela cirurgia de Adriano, respondendo a uma pergunta sobre a lesão do jogador, respondeu ao questinamento dizendo que o motivo da lesão não foi o excesso de peso do atleta e que não havia relação alguma entre as duas coisas.

A questão é que Adriano, por aprontar, por faltar a treinos,  por não conseguir rítmo de jogo, por continuar sendo motivo de confusão ininterrupta e, por fim, por não estar mais conseguindo ser jogador se machucou por despreparo generalizado.

Logicamente que para não haver uma superexposição, mais super do que já está sendo, o médico, de forma burocrática e protocolar, disse não ter nada haver uma coisa com outra e que Adriano simplesmente fora vítima de uma fase ruim que vem vivendo.

Agora pergunto a vocês. Quem não sabe da fase ruim de Adriano e a quem está querendo enganar o médico?

Concordo que pode não ter sido a gordura, mas concordo não ter sido somente a gordura. A lesão de Adriano se apresenta como um acidente fatal aéreo, possuí uma cadeia de motivos para sua ocorrência e não um só, o azar no caso.

A questão é que Adriano não está conseguindo voltar a ser o que é de maior valia para um atleta como ele, ser ídolo.

Portanto, tem ele dois problemas. Recuperar a lesão e tentar ser o que era. 

Fora isto, continuo firme na opinião de que a permanecer Adriano nesta autoflagelação que perdura por anos, jamais voltará ele a ser o que era, o que não o isenta de não estar sendo exemplo de nada ultimamente.

Marcelo Ferla 
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Imagens



Já que estamos em rítmo de páscoa, aí vai uma forma de desejar a todos os meus leitores uma feliz páscoa com muita serenidade, saúde e paz. 

E não se esqueçam, leiam, leiam e leiam, pois o que fica em nós através dos livros, ninguém, de forma alguma, pode nos retirar.


















Marcelo Ferla
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