Seja bem vindo ao Blog do Marcelo Ferla

Informativo

Sempre gosto de lembrar aos leitores que este blog tem como intenção trazer à tona a informação, o conhecimento e o debate democrático sobre os assuntos mais variados do nosso cotidiano, fazendo com que todos se sintam atualizados.

Na medida em que você vai se identificando com os assuntos, opine a respeito, se manifeste, não tenha medo de errar, pois a sua opinião é de suma importância para o funcionamento e a real função deste espaço, qual seja, a de levar a todos o pensamento e a reflexão.

O diálogo sobre o que é escrito aqui e sobre o que vem acontecendo ao nosso redor é muito mais valioso e poderoso do que podemos imaginar.

Portanto, sinta-se em casa, leia, informe-se e opine. Estou aqui para opinar, dialogar, debater, pensar, refletir e aprender. Faça o mesmo.

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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Vida ruim antes mesmo de viver


















Vida ruim antes mesmo de viver.

Existem certas coisas em nossas vidas que não podem ser decididas por nós mesmos. A decisão para que estas coisas façam parte ou não de nossas vidas não depende de nós, depende de outros dentre nós. O ser humano, em seu desenvolvimento, sempre precisou do auxílio de um dos seus, mais experiente, para assim, protegê-lo, ensiná-lo e, por fim, condicioná-lo a vida que vem pela frente.

Ocorre que durante esses ensinamentos, somos influenciados e formados, moldurados a partir de coisas que nem sempre são boas e aí que a coisa se complica. Por que aparecem as injustiças da vida que quase sempre vem em forma de ignorância ou desespero daquele que tenta ensinar, o que logicamente prejudica o pupilo que está aprendendo.     

Quem são os mestres? Nossos pais. Quem são os pupilos? Nós mesmos.

Eles, os mestres, de forma genética ou em decorrência de características ancestrais, acabam influenciando diretamente em nossas vidas, através de atos e ensinamentos que também lhes foram passados por um mestre quando da época em que estes eram pupilos.

Dessa forma, muitas vezes sem podermos dizer sim ou não como pupilos, negarmos ou aceitarmos essas digitais firmadas em nós, essas já fazem parte de nossas vidas antes mesmo de qualquer coisa.

A essa altura já não há chance de escolha em relação à formação de nossa personalidade e comportamento, eles já fazem parte de nós, o que ás vezes é por demais importante, pois é assim que se formam grandes cidadãos ou péssimos cidadãos, sendo que estes últimos muitas vezes se tornam algo ou alguém que não necessariamente precisariam ser justamente por terem tido mestres com ensinamentos e, conseqüentemente mentes perturbadas, o que logicamente será transmitido ao próximo pupilo pelo novo mestre, mais experientes. 

Mas esse acontecimento, a formação de uma criança, traz a tona questões muito difíceis às vezes de serem analisadas e até julgadas como na maior parte das vezes são quando a coisa vira problema, por que estas também são movidas por necessidades ou personalidades já tortas, ou seja, encontra-se na situação um ciclo vicioso sem fim, cheio de problemas.
 
Disse tudo isto, por que li dia destes, uma notícia que realmente me deixou chocado e que engloba tudo que disse anteriormente.

A notícia a qual me refiro assim dizia:

“Menino de 02 anos é internado em coma alcoólico no interior de SP.
Um menino de dois anos foi internado após sofrer um coma alcoólico na tarde deste domingo em Sertãozinho (333 km de São Paulo). A polícia suspeita de que os pais tenham dado pinga à criança.

Por volta das 13h, a tia do menino, ao perceber que ele estava desacordado, levou a criança à Santa Casa da cidade. O hospital, ao constatar a embriaguez da criança, chamou a Polícia Militar.

A polícia, então, foi à casa e encontrou os pais do menino aparentemente embriagados. Questionados pelos investigadores, os pais afirmaram que a criança havia sido atropelada. Na casa, os policiais afirmam ter apreendido um recipiente plástico, vazio, com forte cheiro de pinga.

Segundo informações da Santa Casa, a criança já chegou em coma ao hospital e não reagia a nenhum estímulo. Às 19h, o menino já conseguia respirar sozinho e tinha recobrado a consciência. Ele foi transferido para a pediatria e estava sob observação. Não há previsão de alta.

O casal foi preso em flagrante sob acusação de terem violado o artigo 243 do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), por fornecerem produto que causa dependência.

Foi arbitrada uma fiança de R$ 310 para cada um, mas eles alegaram não ter condições de pagar o valor. Ambos foram encaminhados a presídios na região. A pena prevista para o crime, em caso de condenação, vai de dois a quatro anos de detenção.”

No dia posterior a notícia, outra informação me deixou mais tranqüilo. O menino acordara do coma de forma espontânea e já respirava por conta própria.  

A coisa toda em si é lamentável, deplorável, tanto por parte da atitude dos pais, quanto pelo que essa situação trará a esta criança indefesa.

Mas, apesar de sermos condicionados a pensar que esses pais são seres desprezíveis, uma coisa especifica me chamou a atenção na notícia, a de que os pais do menino alegaram não ter condições de pagar a fiança, para que assim, possam responder o processo em liberdade.

Isso, sem dúvida alguma é um indício claro de pobreza, de falta de condições de subsistir. Em sendo assim, quem nos garante que a atitude desses pais em alcoolizar o menor não fora motivada pelo sofrimento do pobre menino em relação a fome, a dor, ou seja, a falta total de condições desses pais de darem ao seu filho o que ele realmente precisa?

Sei que poderei ser crucificado de cabeça para baixo por falar isso, mas esperem, não terminei. Não defendo a atitude dos pais, não, de forma alguma, mas existem coisas na vida, como disse no início do texto que são inelutáveis a nossa vontade.

Nunca passou pela cabecinha de vocês que esses pais poderiam estar fazendo uso desta substância que causa dependência para amenizar a fome não só de seu filho, mas também a de toda a família? É uma possibilidade a ser ventilada, por mais absurda que possa parecer. A vida em si é absurda para muitos de nós.

Devemos lembrar que vários são os estudos que comprovam que a bebida alcoólica, em decorrência de substâncias existentes em sua composição e feitura, como o açúcar, por exemplo, tem o potencial de amenizar uma situação de fome extrema. Nesta perspectiva, a de saciar a fome, pode se estabelecer uma ligação de custo benefício com a famosa “cola de sapateiro” em relação à bebida alcoólica. Esse é o lado A da coisa toda. Vamos ao lado B.

Sou descendente de italianos, alemães, suecos e espanhóis, ou seja, uma verdadeira União Européia.

Pelo fato de ser descendente de Alemães, o que me orgulha muito, já vi lá pelas bandas de Carlos Barbosa, Garibaldi e Salvador do Sul, um hábito cultural, eu disse hábito cultural, que em nada me orgulha, onde os pais em um ato de libertação deles dão vinho aos seus filhos assim que estes vêm ao mundo, tudo isso com o propósito de que estes não incomodem, não chorem, não gritem, não reivindiquem seus direitos, como ter fome, estarem molhados pelo pipi que fazem, sujos pelo cocozinho que fazem e assim por diante. Fazem isso também por que precisam trabalhar na lavoura, na “colônia” como se costuma dizer aqui no sul e logicamente para tal, não podem perder tempo com seus filhos. Duro não? Tão duro quanto o caso do menino de Sertãozinho.                   

Realmente é uma situação delicada, difícil de ser analisada e por conseqüência disto, deve ser observada e amparada de todas as formas com toda dedicação possível, principalmente para a vítima e para os envolvidos, se este for o caso, pois às vezes sem sempre as coisas são o que parecem ser. Digo com isso que a coisa deve ser conduzida de forma delicada, atenciosa e reta, caso contrário pode estar-se exercendo injustiça social.

Em ambos os casos, talvez mais um do que outro, podemos ter atos desumanos, desprezíveis e bizarros por parte de seus agentes, os pais, jamais desvincularei o caso a isto, mas não se surpreenda se em muitos dos casos isto se dá não pelo lado B e sim pelo lado A. a coisa é séria e como tal exige estudo sério e não superficial e cômodo.

Marcelo Ferla
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terça-feira, 28 de setembro de 2010


















Falando Nisso!!!

Vocês sabiam que no Afeganistão 21, eu disse 21 pessoas morrem por semana, o que, em se aplicando um cálculo bem simples chegamos ao resultado de 1.008 pessoas por ano.

Vale lembrar que, ao contrário do que se vê e se lê muitas vezes por aí, estão entre as vítimas civis e militares.

Marcelo Ferla   
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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Frases






















"Assim como nos beneficiamos das invensões alheias, devemos servir aos outros com as nossas, de forma livre e generosa"

Benjamin Franklin

P.S Benjamin Franklin não patenteava as suas invenções, deixando a disposição da sociedade todos os seus inventos.   
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sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Conforme prometido ontem, a continuação das imagens:


















































































































































































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O Gato quer atenção.







Dê atenção aos seus animais, caso contrário já viu né.

Animação: Simon Tofield.

Colaboração: Guilherme Souto.
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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

O mundo pelo desenho - parte I.




Recebi este email de meu tio Paulo que mora no exterior. Tio Paulo é meu padrinho tanto de batismo como de comunhão e mora no exterior.

Onde ele mora possuí um negócio que aqui no Brasil corresponde a ter uma imobiliária e sempre me manda bons materiais, é um ótimo colaborador. Um abraço Tio.

Aprecie e reflita.

 



























































































































































P.S - amanhã tem mais delas, aguardem...

Colaboração: Paulo Roberto Ferla
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Falando Nisso!!!


















Falando Nisso!!!

Existem três assuntos que qualquer pessoa que goste de uma boa e recheada discussão pode ter um apego fiel, pois os três, futebol, mulher e política, jamais deixarão um encrenqueiro ou fanático na mão.

Isso ocorre devido à mistura altamente inflamável que todos estes assuntos geram que é a mistura entre a razão e a emoção ou fanatismo, como queiram.
Mesmo assim, acho que devemos ter uma opinião formada sobre um assunto que venha a fazer parte de um ou mais destes gêneros. Em sendo assim, falarei a respeito de Neymar.

O futebol realmente não é mais como antigamente. Não sei nem se eu, no médio dos meus 33 anos, cheguei a ver futebol de verdade, tudo isso graças a uma coisa que manda em quase tudo que existe acima da terra e abaixo do céu, o dinheiro.

A demissão de Dorival Jr. se deu em decorrência do peso e valor mais altos que possui o jogador em relação ao técnico. Li em algumas matérias que o que se tornara castigo, cumprimento de ordem disciplinar dada pelo até então técnico do Santos, passara em um determinado momento a possuir ares de vingança. Pelo contrário. Acho que Dorival tentou ser o pai em campo deste jovem promissor, mas o impediram, lhe retirando as rédeas de suas mãos, impedindo que ele fosse parte da construção de uma carreira reta de um atleta de alto desempenho.

Realmente não acredito nisto, e há mais um motivo. Qualquer um, mesmo os jornalistas e cronistas esportivos, que vivem o dia-a-dia do Santos e do futebol brasileiro não podem fazer tal afirmação, condenando Dorival. Isto por que ninguém, mas ninguém sabe em sua totalidade o que se passa nas masmorras de um clube de futebol em termos de interesse financeiro, por melhor que seja o seu contato dentro do clube, por mais que saiba ele deste, ninguém e se sabe tem motivos suficientes para não os revelar.

Neymar vale mais para o Santos do que Dorival Jr. e do que qualquer técnico que esteja atuando no Brasil. Lhes digo por que. Por que o Santos quando o oferecer ao mercado internacional, já sabendo dos clubes que pretenderão obter o menino e, sabendo igualmente que os valores serão ainda maiores do que os oferecidos anteriormente, pouco deve se importar com Dorival.

Portanto em relação à Neymar o Santos tem a faca e o queijo na mão, quanto maior o valor, melhor, sempre.

Já Dorival Jr. é um mero técnico de futebol, que pode ir para lá e para cá como todos que estão por aí, ao menos é o que acontece aqui no Brasil. Técnicos não são jogadores, já podem ter sido, mas mesmo ganhando títulos, jamais conseguirão, por maior que seja a quantidade destes, trazer ao clube o dinheiro que um craque ou dito craque traz.

Depois não reclamem se o monstrinho já estiver criado, assim como fora em um determinado momento de sua carreira Adriano, assim como se tornara Ronaldo Nazário, só para citar os mais recentes. O dinheiro corrompe, o dinheiro destrói e o dinheiro também faz as coisas perderem a graça.

Vai lá saber se o último campeão de algum campeonato nacional não se tornou campeão por influencia do dinheiro? E olha que isso já aconteceu aqui no Brasil.

Marcelo Ferla
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terça-feira, 14 de setembro de 2010

























Postos avançados do inferno.

Existem coisas tão ruins nesse mundo que para aqueles que acreditam, o inferno, sim, aquele onde o calor é de matar, somente onde pessoas ruins ficam, o lugar que é parecido com um purgatório e blá blá blá,  existe, bem como o seu dono o Diabo e, pior do que tudo isto, dizem alguns entendidos que este lugar é aqui e não lá embaixo como se relata crenças populares.

De certa forma eu concordo com algumas partes do que se diz a respeito do assunto, não com tudo, pois não acredito em Diabo, tenho dúvidas em relação à sua existência do inferno, mas quando paro para analisar a forma como o ser humano que já viveu ou ainda esta vivo os imagina, tenho certeza de que ele é aqui, e de que se manifesta realmente de uma forma nefasta.

Mais do que isso, a pior parte de se ter o inferno na forma como se imagina que ele seja,  aquele divulgado por religiões, mitos, lendas e idéias mil, é que isso tudo se torna algo popular, sim, a coisa faz sucesso, impregna a cabeça das pessoas que por sua vez, movidas por uma lavagem cerebral, por um estado sobrenatural, contaminam mais e mais e mais a cabecinha despreparada de outros e a coisa só aumenta, ao ponto de mesmo você não querendo saber daquilo, aquilo chega até você através de um maldito comentário ou debate entre os alienados, um inferno e toma conta de tudo e de todos, sem perdão.

Quem ganhou as eleições? Isso não importa. Como foi seu time no Campeonato Brasileiro? Tão pouco. O país está em crise? E daí. Curtir a noite, tomar algo socialmente, não dirigir depois de beber, jantar fora, ter uma vida noturna socialmente agradável? Isso fica para depois.

Para nós homens em especial, como se já não bastasse às três horas de maior ilusão da televisão brasileira, as novelas, sim falo das repetitivas novelas, que acabam sempre da mesma forma, essa ilusão e maldição infernais se prolongam em determinados meses do ano por mais horas e horas a fio, colocando seus seguidores em êxtase total.  

Um desses mecanismos de popularização do inferno ao qual me refiro é obviamente a televisão. Não se preocupem, adoro olhar televisão, o problema é o que se olha nela. Dependendo do grau de dependência e fanatismo dos telespectadores e da quantidade que cada emissora coloca em sua programação, certos programas que se resumem a olhar a vida alheia trazem o inferno a tona como se fosse um vulcão. em o Inferno de Dante. Pronto, disse, revelei, eis aí sobre o que estou falando, os Reality Shows.

A vida daqueles puritanos que não suportam comentários, apostas, fofocas e a super fama repentina de certas “coisas”, entendem do que estou falando. Realmente é um fenômeno que me atrai no que se refere ao seu mecanismo de fanatismo. Em determinados momentos, a coisa toda, resguardadas as proporções beira uma Copa do Mundo. É fascinante. Opa, opa, cof, cof, cof, me engasguei, viram? É só nos descuidarmos que a coisa já lhe invade a alma e você fica possuído.

Tudo bem, nem tudo é ruim, as moças são belas, depois de saírem uma por uma demonstram suas curvas sinuosas em revistas masculinas, apesar disto não ser uma regra a ser rigorosamente seguida e não demonstrar muito coisa como um todo. Aí pergunto: “Mas e o resto do que uma mulher precisa ter como conteúdo e o próprio programa? Como Fica?”

Nos próximos meses teremos dois postos avançados do inferno, inferninhos na terra eu diria e que contaminarão a cabeça de milhões de brasileiros, sendo estes o programa “A Fazenda” e posteriormente o não menos eficiente “Big Brother Brasil”.

Sugiro que aqueles como eu que não suportam esses programas, se programem, economizem para comprar um sinal de TV a cabo (já troquei minhas moedas), regulem seus relógios biológicos para irem repousar logo após o término do programa anterior a estes, ou melhor, antes da novela, é mais seguro, se programem para adquirirem uma atividade extra noturna que seja bem no horário destes, como corridas noturnas, passeios de bicicleta, sei lá invente e, o mais importante, não leiam nada, mas absolutamente nada sobre os programas, pois a leitura desse material levará você ao pecado da destruição intelectual.

Já vou avisando! Esta última sugestão não é a mais eficiente, pois a coisa toda toma uma proporção tal, que mesmo você fazendo todo o possível para não querer saber o que está acontecendo nestes programas, às informações e acontecimentos, como: “aí será que eles transaram embaixo do edredom?” Cara você fica sabendo, sem querer saber o que está acontecendo, o que é, vamos combinar, infernal.

Mas não adianta, está aberta a temporada, mais uma, de postos avançados do inferno na televisão brasileira, “os inferninhos”.

Vale dizer que sem estes programas, a nossa televisão verde e amarela que já não é lá essas coisas, convenhamos, só aumenta seus números de postos avançados do exercito do belzebu, pois outros postos avançados duram o ano todo.

Por fim, o que posso dizer a todos que compartilham da minha idéia, é desejar “boa sorte” e que todos nós consigamos sobreviver a mais esta temporada de coisas diabólicas na televisão.       

P.S – este texto não é uma forma de pregar a pureza no mundo, pois não é esta a minha intenção. O conteúdo acima é meramente crítico e satírico, não se preocupe, eu não fui dominado por outro tipo qualquer de lavagem cerebral que existe por aí. Manjaram a mensagem né?

Marcelo Ferla.
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Enquetes:

Gostaria muito de interagir cada vez mais com meus leitores e, pensando nisso, coloquei duas enquetes para que os leitores possam votar e participar de forma mais efetiva do blog.

A primeira trata da escolha de qual categoria existente no blog você curte mais. Vai até ali, rapidinho, e dê só um clique e colabore para o melhor andamento do blog.

A segunda enquete, na verdade, me interessa mais e pergunta ao leitor do blog o que ele anda pensando a respeito da corrida a presidência. Passe lá também dê uma clicada, deixando sua opinião a respeito do assunto.

Vale lembrar que aqueles que vota não tem seus nomes ou outro qualquer tipo de dados divulgados quando da efetivação do voto. Corre lá e vota pow.

Abraço,

Marcelo Ferla.
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Com certeza você está no azul ou não?
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segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Falando NIsso!!!

















Falando NIsso!!!

Hoje li nas notícias que correm o país que uma das empresas de mineração que estão envolvidas no maior caso de aprisionamento subterrâneo da história, pelo menos até onde eu sei, é Grega. Até aí tudo bem.

O problema é que a empresa de mineração grega Elmin entregou à embaixadora de Santiago em Atenas, 
Carmen Ibáñez, uma carta na qual se compromete a pagar uma passagem aérea para cada mineiro e um acompanhante, além de uma semana de hospedagem na Grécia, tudo isso claro, assim que os 33 mineiros saírem do inferno de 700m de profundidade onde se encontram atualmente.

Olha, não sou contra o direito a regalias a estes homens que já são verdadeiros heróis, pelo menos até o momento, que fique claro, haja vista estarem soterrados a 700m de profundidade a 17 dias, havendo uma projeção de resgate dos heróis de até 04 meses.

Acho que ser beneficiados com todo o amparo possível relativo ao seu caso específico, como acompanhamento psicológico, médico de uma forma geral, privacidade com seus entes queridos, enfim, tudo que esses homens merecem se sobreviverem a esse pesadelo e é por isso que todos nos torcemos.

Mas vem cá, o fato das empresas divulgarem que serão esses ícones chilenos, por que já o são, contemplados com uma viagem a Grécia de uma única semana, com um único acompanhante, se revela um presente de um mau gosto péssimo e de uma muquiranagem ridícula. Não falo em relação à viagem que deve ser incrível. Mas uma semana, com um acompanhante só? Depois de ficar sei lá quanto tempo debaixo da terra? Faça-me o favor.

Além de colocar os 33 caras nessa situação horrível, pois a negligência foi das empresas e a situação só está ocorrendo por conta delas, ainda protagonizam as mesmas essa coisa cafona por demais, me vindo com essa.

Eles devem ficar 06 meses rodando o mundo, eu disse o MUNDO, com toda sua família e receber pelo resto da vida, eu disse O RESTO DE SUAS VIDAS, acompanhamento e amparo em todos os setores de suas vidas, tudo pago pelas empresas que os colocaram nessa roubada, sem margem para discussões quanto a isto.

Na minha opinião esse comunicado soa uma piada de tremendo mal gosto.


Marcelo Ferla
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domingo, 12 de setembro de 2010

Opinião do Blogueiro.




11/09 anos depois.

Tenho 33 anos de idade como já sabem. Não sou uma pessoa de muitos amigos, já tive muitas pessoas em torno de mim, mas amigos mesmo é difícil de ter hoje em dia.

Mesmo assim, nos atuais dias, tenho poucos e bons amigos íntimos, estando dentre estes Paulo Cesar de Cesar ou PC, um dos maiores especialistas em pés de diabéticos que temos em nosso país, um cara que realmente admiro por demais. O PC além de ser um médico extraordinário é surfista, gosta muito de viajar para surfar e para estudar, que cara que estuda, estuda como se fosse o último dia da vida dele.

Em uma de suas viagens, acho que a mais importante de sua vida, o PC foi para o Estado de Maryland nos EUA e ficou lá por seis meses morando na capital Baltimore, a fim de fazer uma especialização que o tornaria mais tarde o maior especialista em pés de diabéticos, como já disse.  

Certa feita, durante esta estada, o PC teve a oportunidade de ir à Nova York para assistir um renomado grupo de cirurgiões de tornozelos e pés em ação e também para fazer um intercâmbio na área com esta equipe, o que fazia parte da sua especialização.

Ele completou os 06 meses de especialização e retornou renovado de lá, como acontece com todos nós  quando voltamos de uma viagem, mesmo que esta seja a trabalho.

Ao retornar de viagem nos reencontramos e ele nos contou muitas coisas de lá, coisas boas, como a vitória do Baltimore Orioles na final da MLB (Liga Nacional de Baseball) contra o famoso New York Yankees.

Contou-nos que depois da vitória, por ser morador de Maryland e estar em Baltimore, e estar naquele momento em Nova York e a trabalho e estudo entrou, no dia seguinte a vitória no Hospital de Nova York adentro da cabeça aos pés, fantasiado de torcedor do Orioles, rindo loucamente da derrota dos Yankees.

O hospital da cidade de Nova York estava em silêncio, eles odiavam isso. Por fim, nos contou que somente fizera uma coisa assim por que jamais conheceu um povo tão arrogante e metido a besta como os nova-iorquinos, sendo estes considerados assim, até mesmo por outros americanos de outros locais do país. 

Só que a arrogância e a chatice dos nova-iorquinos se transformaria em fragilidade deste povo que estava prestes a ser exposta para o mundo todo a exatos nove anos atrás.

Recordo-me como se fosse hoje, que no dia 11 de setembro de 2001, por algum motivo que não me recordo no momento, não tive aula na faculdade.  Acordei para tomar meu café da manhã e minha insulina, eram aproximadamente 09h00min da manhã.

Tenho o costume de sempre ligar a televisão quando tomo café. Eis que de repente, com aquela trilha conhecida de todos nós, que na maior parte das vezes trás consigo péssimas notícias, a programação infantil da Globo á época é interrompida pelo plantão da Rede Globo com imagens do Pentágono em chamas e da queda de uma das torres, tudo narrado pela voz de Carlos Nascimento.

Pensei comigo: “Meu Deus do céu, preciso contar e chamar todos, não acredito nisto, que coisa mais louca. 
O que diabos é isso?” Logo chamei minha Mãe e meu Pai, expliquei com terror e euforia o que estava acontecendo, com o pouco de informação que tinha. Parecia tudo aquilo um filme, mas eu sabia que era real e essa sensação era muito estranha.

Depois de muitas informações desencontradas, de muitos apertar de botões no controle remoto, as coisas começaram a ser esclarecidas, passei o dia enfrente a televisão, o que acabei fazendo por uma semana inteira, dia e noite, a fim de tentar entender tudo aquilo.

Nunca tinha visto algo como aquilo, só me recordava de algo parecido em minha vida em dois momentos. O primeiro quando da invasão do Kuwait pelo Iraque, na famosa “Crise no Golfo”. Recordo que a todo o momento, narradas pela dupla William Bonner e Sérgio Chapelin, imagens ao vivo de bombardeios incessantes dos americanos ocorrendo em Bagdá eram mostrados. Também tínhamos a voz de Fátima Bernardes, Ernesto Paglia, dentre outros, todos cobrindo o ocorrido, enquanto a televisão mostrava os pontos verdes claros das baterias antiaéreas iraquianas e as explosões gigantescas no centro de Bagdá.

Nunca tinha visto uma guerra ao vivo, somente lido sobre elas.

O segundo ocorreu no primeiro domingo e dia do mês de maio de 1994, mês de meu aniversário.

Enquanto almoçava vendo o grande prêmio de Ímola, presenciei, mais uma vez, um acontecimento impossível de se imaginar até então, uma forte batida de um carro da equipe Williams, o melhor carro guiado pelo melhor piloto, Ayrton Senna. Imediatamente todos vêm que a coisa era feia. A corrida narrada pela voz de Galvão Bueno dava a impressão de ter parado, só se falava no ocorrido. A partir daí e depois, aconteceu o pior. Na voz de Roberto Cabrini a notícia de que nosso herói tinha morrido acabou com nossa felicidade dominical.

Mas presenciaria mais uma coisa extraordinária, sem precedentes. Voltado a 11 de setembro de 2001, lembram? Lá estava eu em frente a televisão, tentando, como todo o mundo entender o que havia ocorrido e o que passei a ver naquelas imagens e a descobrir depois, incrédulo, foi o que todos já sabem:

Dezenove seqüestradores assumiram o controle de quatro aviões comerciais em rota para São Francisco e Los Angeles, partindo estes de Boston, Newark e Washington, D.C. (Aeroporto Internacional Washington Dulles).

Às 8h46min, o Vôo 11 da American Airlines atingiu a Torre Norte do World Trade Center, seguido pelo Vôo 175 da United Airlines que atingiu a Torre Sul às 09h03.

Outro grupo de seqüestradores do Vôo 77 da American Airlines atingiu o Pentágono às 09h37min. Um quarto vôo, o Vôo 93 da United Airlines caiu em uma área rural perto de Shanksville, Pensilvânia às 10h03min, depois de os passageiros, de forma heróica terem tentado retomar o controle do avião dos seqüestradores. Acredita-se que a meta final dos seqüestradores seria o Capitólio (sede do Congresso dos Estados Unidos) ou a Casa Branca.

Era a coisa mais pavorosa e horripilante que já tinha visto em minha vida, parecia um filme de ação com Bruce Willis, em que terroristas europeus seqüestram aviões e fazem chantagens com o personagem do ator, muitos efeitos especiais ou algo do tipo.

Mas com o passar dos dias, vendo e revendo incessantemente as imagens que rodavam pelos canais de televisão, e tendo debates fervorosos em casa com meu Pai, comecei a me deparar com algo que não fechava com o que meu amigo PC havia me dito. Os nova-iorquinos não estavam demonstrando ser arrogantes e insuportáveis, como havia dito meu amigo PC a um tempo atrás, estavam sim, completamente perplexos com o que estava acontecendo, estavam em pânico, apavorados, aquilo era o juízo final em sua própria terra, achavam eles que todos, sem exceção iriam morrer naquele dia ou nos próximos. 

As imagens não tinham como negar isso, eu via pessoas que choravam, gritavam, tentavam fazer ligações de seus celulares através de um sistema de telefonia em pane, caminhavam de um lado para o outro, olhavam para cima sem saber o que se passava ao mesmo tempo em que olhavam os telões da Brodaway anunciarem as primeiras informações sobre o ocorrido.

Queriam saber se seus entes, amigos, conhecidos, estavam bem, estando eles ali ou não, pois não sabiam àquela altura se aquilo tudo estava ocorrendo somente naquela parte do país. Bombeiros e policiais corriam por todos os lados se debatendo como peixes se afogando, queriam as pessoas longe do local, o barulho era ensurdecedor, caminhões de bombeiros e ambulâncias, bem como viaturas policiais, ecoavam suas sirenes por todos os lados como se fossem as trombetas dos anjos anunciando o fim dos tempos. Era o quadro do terror, de um povo assustado, em pânico, apavorado, incrédulo, chocado e com um medo sem fim.

Na verdade o povo americano nada tinha haver com aquilo, nunca teve. Mas pagou o preço alto de atos políticos. A questão era eminentemente política, militar, questão de poder, vaidade, politicagem.

Quanto aos efeitos do acontecimento, estes foram imediatos, começando pelos números, sempre alarmantes, que depois de um tempo, passaram a retratar com eficácia e frieza o que realmente havia ocorrido naquela manhã fatídica, e disso não há como escapar.

Ivan Sant’anna, em seu livro “Plano de Ataque – A Historia dos vôos de 11 de setembro”, em sua página 19 assim relata: “... no momento em que escrevo este parágrafo, por exemplo, são 481 milhões de sites sobre o assunto. Sim, Quatrocentos e oitenta e um milhões! Se alguém conseguir estudar vinte por dia, levará 65.890 anos para concluir sua pesquisa.”

Muitas foram às informações destorcidas sobre o antes, o durante e principalmente sobre o depois do evento catastrófico do 11/09. Muitas teorias conspiratórias surgiram, das mais absurdas a algumas até interessantes e que merecem uma análise.

Dentre as absurdas, coisas como o ataque ter sido provocado pelo próprio governo americano que possuía interesse no petróleo iraquiano e do Oriente Médio como um todo e que necessitava urgentemente criar um novo Vietnã, travando uma guerra contra o Afeganistão, diga-se de passagem o primeiro país atacado pós 11 de setembro, para financiar outra guerra, ganhando muito dinheiro com isso, como reza a tradição por lá.

Que as torres foram implodidas, bem como outros prédios importantes próximos as torres, como o World Trade Center 07, onde se localizavam a sede da CIA do Centro de Controle de Desastres de NY, do Departamento de Defesa, do Serviço Secreto. Este prédio ficava entre as torres. Através de imagens inéditas tem-se a impressão de uma implosão do prédio, algo planejado, tudo pelo fato deste conter os verdadeiros planos conspiratórios americanos de toda a sua história, inclusive deste ataque e blá, blá, blá.

Balela ou não, não sei, o que me importou foi o lado humano que vi nas imagens da catástrofe, mais uma vez estava presenciando a fragilidade do ser humano diante de algo dado por ele mesmo como improvável, mas que no fundo, mesmo que inconscientemente era sabido que poderia ocorrer por “n” motivos ligados ao todo dos fatos ligados aos atentados que na verdade foram o resultado.

Mesmo assim, em um determinado momento dos acontecimentos e análises da maior catástrofe do novo milênio, até aquele momento ao menos, levantaram-se os mais fortes conceitos preconceituosos e recheados de rebeldia. Bem, até aí tudo bem para alguns, como os políticos, talvez. Aqueles sem rosto que cometeram essa barbárie e aqueles que os acobertaram, seriam todos responsabilizados imediatamente e fulminantemente, conforme discurso do atrapalhado cowboy George W. Bush.

Para isto a aprovação em caráter de urgência do chamado “Ato patriótico”, um conjunto de determinações de represálias duras em relação ao ocorrido. Detalhe, essas determinações foram decididas pelo Congresso americano sem a consulta popular.  

Daí em diante, mulçumanos culpados ou não seriam mortos, atire primeiro e pergunte depois, o Afeganistão seria detonado, destruindo-se assim os responsáveis e aqueles que os ajudaram a concretizar os atentados.

Mulçumanos, todo sem exceção, não prestavam mais, podiam estar carregando bombas, dirigindo Vans recheadas de explosivos ou até pilotar novamente aviões. Qual seria o próximo golpe criativo? Ele não poderia acontecer.

Você tem barba longa, rosto sofrido, vai a mesquitas, tem pele escura do sol e olhos profundos e negros, então você não entra mais nos EUA e os que já estão lá ou serão expulsos ou terão suas vidas reviradas incessantemente. Guantánamo fora criada, homens presos, torturados, humilhados, ao que parece a histeria coletiva e principalmente política eram latentes. Retalhar a qualquer custo.
 
Mas e as pessoas que lá estiveram? Que viram tudo. Os sobreviventes de dentro e fora das torres? As pessoas que viram a nuvem de fumaça engolir a elas e a uma cidade inteira? Os familiares que perderam seus entes queridos, sem sequer achá-los? E os 2.749 mortos na tragédia, contando as tripulações dos vôos? E as ligações de despedida de dentro do vôo 93 da United? E os traumas, o medo? E as pessoas com sérios problemas de saúde decorrentes da fumaça, poeira e chamas? E os heróis, como os 343 bombeiros mortos? E o povo nova-iorquino? E a sensação de estar pisando em solo lunar ou em um local onde fora detonada uma bomba nuclear? E os 64.000m2 de área destruída? E as vítimas mortas debaixo de mais de 9 metros de escombros?

Uma guerra não resolve isso. È algo muito simples de se fazer, simplesmente se vai à televisão, se dirige ao povo e se diz: “vamos pegar eles.” É necessário muito mais.  

O que vi exige muito mais do que isto, vi o mais frágil dos seres, o ser humano, no alto de seu pensamento de que é o ser mais superior na escala evolutiva, desabar diante de sua incredulidade e medo, assim como desabaram as torres. E pior do que isto, saber que quem fez isto é um ser igual a ele. Por que os nova-iorquinos perguntavam, “como eles podem fazer isso conosco?”

O mundo não acreditava no que o seu semelhante podia fazer com um dos seus. Viram como resultado final três prédios do Complexo do World Trade Center desmoronar devido a uma falha estrutural no dia do ataque. A Torre Sul (WTC 2) caiu às 9h59min, após queimar por 56 minutos em um incêndio causado pelo impacto do Vôo 175 da United Airlines Flight. A Torre Norte (WTC 1) desmoronou às 10h:28min, após queimar por aproximadamente 102 minutos. Estes incêndios queimaram durante horas e comprometeram a integridade estrutural do edifício, que levou ao colapso total do prédio às 17h21min. Mais uma série de prédios em volta do perímetro das torres foi atingida e vitimaram pessoas, outros tantos foram dados como comprometidos.

O impacto da nuvem de detritos dos desmoronamentos, pessoas feridas, jovens, velhos, pessoas com traumas eternos, que gritam em seus sonhos todas as noites em decorrência do que passaram e viram, pessoas se jogando dos andares acima dos locais dos choques das aeronaves com as torres, pulavam por não agüentarem o calor de aproximadamente 705 graus Celsius. Enquanto isso, bombeiros na rua que chegavam para o apoio e outras pessoas hospedadas ouviam de dentro do World Trade Center Married Hotel, um dos tantos prédios comprometidos, o estrondo dos corpos batendo no chão e no telhado daqueles que optaram por pular de mais de 60 andares.

Via pela televisão as pessoas cruzarem a ponte do Brooklyn, milhares delas, como formigas fugindo de um ataque de vespas, uma multidão que olhava para trás e não acreditavam no que via. Não se tinha mais as gêmeas, a fumaça e poeira tomavam conta de toda Manrathan. Já para aquelas que ainda estavam próximas do que depois seria chamado de “Marco Zero”, e ainda não tinham conseguido sair do epicentro do caos, essas pessoas que foram atiradas até 1,5m com o deslocamento de ar decorrente da queda das torres, como um bombeiro que sobrevivera dentro da torre norte, que em depoimento disse que com o deslocamento de ar do desmoronamento foi lançado dentro da torre norte seis andares abaixo de onde estava e sobreviveu.

Não haveria mais vida normal para ninguém lá.

O que parecia um espetáculo, como um desfile de 04 de Julho ou a vitória dos Yankees, com papeis que caíram por toda a parte durante o incêndio das torres, juntamente com pedaços dos prédios em chamas e pedaços de metal fervendo ou como as testemunhas descreveram, o que parecia ser uma avalanche de neve ou um ataque nuclear quando as torres desmoronaram uma após a outra, tudo isso não era nada mais do que trabalhos de uma vida inteira de milhares de pessoas que voavam por todos os lados, folhas e mais folhas, documentos, trabalho duro.

Mais de 90 países perderam cidadãos nos atentados, o local só foi totalmente limpo com a retirada da nomeada "Última Coluna", a última parte dos escombros a ser retirada do local, em maio de 2002.
Nunca mais esquecerei aquilo e sei que ano que vem quando dos 10 anos dos atentados estarei aqui escrevendo mais uma vez sobre isso.

Esse texto é dedicado a todos que perderam suas vidas nos atentados do 11/09, bem como para aqueles que não mediram esforços para salvar vidas naquele dia fatídico e àqueles que saíram daquele inferno e hoje lutam para ter uma vida íntegra.

Marcelo Ferla
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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Curiosidades




A evolução dos cabelos dos Beatles:



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Frases





















“O difícil não é estar com os amigos quando têm razão, mas quando estão errados.”

(André Malraux)

“Feliz aquele que reconhece a tempo que os seus desejos não estão de acordo com as suas faculdades.”

(Johann Goethe)
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